Mostrando postagens com marcador conteúdo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conteúdo. Mostrar todas as postagens

7 de ago. de 2009

A tecnologia e a educação de mãos dadas

Professores antenados com seu tempo, alunos mais motivados em aprender e escolas prontas para os desafios do século XXI. Com esses três objetivos em mente, a Microsoft, por meio da Iniciativa Parceiros na Aprendizagem, vem desde 2003 desenvolvendo Programas Educacionais para apoiar a educação com práticas inovadoras nas quais a tecnologia propicia avanço tanto nos processos de ensino-aprendizagem quanto na gestão escolar.

Blog parceiro - Conteúdos Educacionais Microsoft

Para implementar os Programas Educacionais, a Microsoft tem realizado parcerias com universidades e instituições que se destacam no estudo e aplicabilidade do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para intensificar a inclusão digital e social.

Agora, essa experiência acumulada está à disposição de escolas e professores interessados em renovar sua prática pedagógica. Todos os conteúdos dos Programas Educacionais Microsoft (apostilas, livretos, vídeos, sites, cursos e produtos voltados à educação) estão reunidos em um mesmo espaço: o site Conteúdos Educacionais - www.conteudoseducacionais.com.br

Os conteúdos estão disponibilizados gratuitamente, bastando apenas se cadastrar para fazer download dos Programas que mais interessarem.

Esses materiais estão distribuídos por áreas de interesse:

Escolas Inovadoras
  • Alfabetização Digital
  • Comunidade Conectada
  • Programa Escolas de Tecnologia Inovadora
  • Programa Escolas Inovadoras – Lumiar
  • Segurança na Web
  • Programa Escola Digital
Educadores Inovadores
  • Alfabetização Digital
  • Currículo Educacional
  • Objetos de Aprendizagem
  • Office Online
  • Princípios de Aprendizagem
  • Programa Aprender em Parceria
  • Programa de Acessibilidade
  • Programa Desafio Digital
  • Programa Gestão Escolar e Tecnologias
  • Segurança na Web
  • Software Microsoft® Matemática
Alunos Inovadores
  • Alfabetização Digital
  • Office Online
  • Princípios de Aprendizagem
  • Programa Aluno Monitor
  • Segurança na Web
Dessa forma, educadores de todo Brasil podem acessar estes recursos, que irão contribuir para estimular suas habilidades pedagógicas, para que seus alunos aprendam mais e melhor e, assim, ajudar a desenvolver cada vez mais a educação brasileira.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

7 de jul. de 2009

Hiperinflação de conteúdo: e se a gente não aguentar mais?


Ana Amélia Erthal

Imagine que não aguentamos mais conviver com tanto conteúdo, que nossa atenção ficou tão reduzida que não conseguimos mais nos concentrar em nada com profundidade, que os estímulos nos interrompendo a todo instante em tantas mídias diferentes eram tantos que ... não conseguimos ler os jornais, acompanhar os twitts, ver os filmes na TV, não respondemos e-mails, não olhamos nossos blogs e portais favoritos, não acompanhamos as séries, não damos mais conta de tanta informação... e, por fim, não resistimos à cultura contemporânea do excesso.

Se esse cenário existisse, a primeira providência seria banir o direito da leitura. Sim, porque afinal de contas, ler faz mal. Ou como diz o nosso caríssimo presidente Lula, "ler dá azia". Claro que tudo isso é uma brincadeira, mas serve pra gente pensar mais um pouco sobre a Era do Excesso de informação, que já esteve nessa coluna algumas vezes.

O filme Fahrenheit 451 faz uma leitura bem legal e mostra exatamente esse cenário em que a leitura é proibida. Ele foi adaptado do livro de Ray Bradbury e conta a história de um tempo no futuro em que o trabalho dos bombeiros era destruir livros. As pessoas "deduram" as outras e os bombeiros vão até as casas, procuram os livros proibidos, juntam tudo e depois incendeiam. Em vez de apagar, os "firemen" acendem o fogo, já é bem curioso. O filme tem esse nome porque é essa a temperatura em que o papel queima e embora seja antigo, tem um roteiro bem inteligente. É engraçado ver a revista/ jornal que mais parece um quadrinho, mas sem nenhuma letra, aliás, não há inscrição nenhuma em todo o filme, a não ser nos livros proibidos.

Outra passagem muito legal é a do comandante dos bombeiros explicando para o operador de lança-chamas porque é que os livros são perigosos para a mente humana e como eles nos tornam diferentes um dos outros. Para efeito de análise, podemos aplicar esse conceito dele para as outras mídias e conteúdos também: como nos diferenciamos por eles?

Eu preparei uma pequena edição de quatro minutos. Na primeira parte há o ritual de queimar livros e na segunda, o discurso do comandante, veja:

Fahrenheit 451

Então, o que achou? Se quiser saber mais sobre cultura do excesso, leia também esse artigo no blog do Encontro de 2 Mundos.

Up the Webwriters!

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/13217/webwriting/hiperinflacao_de_conteudo_e_se_a_gente_nao_aguentar_mais/

24 de mai. de 2009

Alguns usos pedagógicos da internet

As invenções do homem, grandes ou pequenas, sempre nascem de um desejo ou de uma necessidade. Não é diferente com a informática e tudo que gira em torno dela.

Santos-Dumont inventou o avião porque acreditava que se as pessoas pudessem viajar e conhecer outras culturas com mais facilidade, veriam que não somos tão diferentes assim e não haveria mais guerras.

A internet foi inventada por um comodismo, para facilitar a transferência de arquivos entre dois pontos. Curiosamente, é exatamente esta característica que as grandes corporações lutam para combater.

A web não tem um berço nobre como o avião mas teve uma boa criação e tem um bom coração. É esta quebra de fronteiras, tão sonhada por Santos-Dumont, que torna a web este local tão atraente para muitos.

Imagine there’s no countries
It isn’t hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace
John Lennon
Imagine (trecho).

A web retira automaticamente o pré judice, onde a cor da pele, a marca da roupa, a localização geográfica e às vezes até mesmo o idioma não importam mais. Isso faz da web o ambiente mais humano que nós já conseguimos criar.

Não é a tecnologia, é este aspecto humano que tanto fascina os seus alunos.

Qualquer ferramenta online tem relacionamento como pedra fundamental. O email serve para uma comunicação pessoal. Os sites, mesmo os de empresa, expõem opiniões e sonhos da mesma forma que as meninas de nosso tempo faziam em diários. Os blogs se diferenciam justamente pela possibilidade de interação com o visitante. As ferramentas de relacionamento, como o Orkut ou o Twitter se colocam, obviamente, como um instrumental relevante.

Não há possibilidade de compreensão da web e seus ambientes sem colocar o ser humano no centro. A web é antropocêntrica por natureza.

A web é rica e heterogênea, portanto. Nada é feito por humanos sem ser um reflexo de nós mesmos. Nossas criações são imagem e semelhança de nós mesmos.

É comum ouvirmos “na web encontra-se de tudo”. Sim, na humanidade também.

O ser humano constrói máquinas incríveis e depois precisa domá-las. Não sei se alguém aqui já tentou, mas dirigir um trator é dificílimo e tem poucos controles a mais que um carro comum. É natural que quanto mais variáveis, mais difícil é o aprendizado da tecnologia/máquina.

Vocês passaram a vida estudando as suas matérias. São especialistas e professores de áreas muito mais complexas do que a internet. As ferramentas online são mais fáceis e intuitivas do que coisas estranhas como oração subordinada ou física quântica.

Nós somos mais inteligentes do que a máquina.

Acredito que todos os leitores, mesmo que não usem muito, tenham um endereço de email. Email é fácil de usar, é como uma carta, nossa velha conhecida, mas e quando o recurso começa a gastar mais neurônios do que estamos dispostos a ceder?

O erro, na maioria das vezes, é do desenvolvedor. As ferramentas deveriam ser simples e fáceis de usar.

As ferramentas que começam a se mostrar muito complexas são fadadas a sobreviver apenas dentro de um seleto grupo de nerds/geeks e não se tornará popular. Até mesmo aquelas que são “fenômenos” (de acordo com a imprensa, pelo menos) de audiência seguem esta simples regra. O fiasco que se tornou o Second Life ou a WebTV são bons exemplos disso; ou ainda o domínio do Google onde antes reinavam Yahoo, Altavista e Cadê?; ou, por último, a simplicidade do i-pod.

O simples sempre vence.

Então, se o seu aluno fala sobre algo muito complexo, difícil de usar, inacessível, não se preocupe: a moda passará rapidamente ou não se tornará consolidada até que melhore sua interface. O inverso também é verdadeiro: se o seu aluno falar sobre algo com uma interface simples, a poucos cliques de distância, pode ter a certeza de que mesmo que você não entenda a utilidade ou a função da ferramenta, esta vai ser bem sucedida.

Existem, naturalmente, ferramentas óbvias como VOIP (voice over ip, ex: Skype) que fazem exatamente aquilo que você imagina.

O seu aluno é capaz de aprender coisas estranhas como equação de segundo grau. Algo como o Twitter é mais simples para ele do que abrir a geladeira.

Assim como qualquer coisa online, a chave é como nós nos relacionamos com a ferramenta e seus usuários. Qual botão apertar qualquer um aprende. Entender o signo e o significado é sempre mais complexo, não importa se na web ou não.

Talvez o melhor norte que se possa fornecer neste assunto seja a quebra do pré judice. Na web não apenas o pré julgamento (roupa, aparência, cor, etc) se quebra mas também rui a relação de poder: você e seu aluno estão no mesmo nível hierárquico e ele espera ser tratado como igual.

Você precisa falar a linguagem dele. Dois ótimos exemplos disso são o blog Física na veia e o portal Lablogatórios que unem o conteúdo com uma linguagem (tanto em termos de ambiente e interface quanto no que diz respeito à linguagem escrita) a que o aluno/jovem está acostumado, tratando-o com respeito e de igual para igual.

No que diz respeito à tecnologia, hoje temos uma entidade sem fins lucrativos chamada w3C (World Wide Web Consortium), que orienta como construir sites e aplicativos de forma acessível por todos. A acessibilidade hoje é uma das maiores preocupações dos desenvolvedores. Uma das grandes mudanças foi a separação da informação do conteúdo.

A informação ou o conteúdo não existem mais localizados, centralizados. Nós somos múltiplos e estamos em muitos lugares.

O que muda, essencialmente, é o tom. Não apenas uma questão de linguagem, onde a escrita é tratada como oral, mas também (e principalmente) a quebra absoluta da relação de poder. O leitor não é mais apenas um receptor e o discurso pode ser complementado a qualquer momento, por qualquer um.

O modelo da Wikipedia, por exemplo, pode ser usado com milhares de outros fins, inclusive o pedagógico. Um professor pode, por exemplo, criar um site no modelo Wiki sobre a sua matéria e com isso montar de uma forma muito dinâmica e participativa um modelo inovador de gestão de conteúdo, junto com seus alunos.

O sistema da Wikipedia é de código aberto, gratuito e pode ser baixado no endereço http://www.mediawiki.org/wiki/MediaWiki

A maioria dos provedores de hospedagem trabalha com um gerenciador chamado Cpanel (painel de controle) e possui o Fantastico, um instalador automático de diversos sistemas, entre eles alguns modelos diferentes de Wikis, ao alcance de um clique.

O miguxês e outros códigos

O designer Mario Amaya falou com muita propriedade sobre o assunto em seu blog e merece a sua visita.

O miguxês, ou seja, aquele dialeto de internet que a gente não entende, não é um empobrecimento do idioma, é outro idioma. A comunicação em miguxês é uma opção do jovem, e não falta de.

Este aspecto, o de não ser uma limitação e sim uma opção é crucial para entendermos esta comunicação.

Redes sociais

Acho hilário o termo “rede social”. Existe alguma rede de pessoas que não seja social? A internet toda é humana, formada por pessoas que se comunicam entre si e portanto é toda uma grande rede social.

O termo na verdade se refere a sistemas que facilitam esta comunicação interpessoal, como o Twitter, Orkut, Facebook e muitos outros. Assim como em qualquer festa, é mais importante saber se comportar no ambiente do que saber a receita do bolo.

Tanto nas ditas redes sociais como na tal da “blogosfera”, o crédito é importantíssimo. Apesar de abrir mão da privacidade, o jovem não abre - e nem deveria - mão da individualidade. A internet toda funciona muito por mérito e crédito, ou seja, se você viu um link interessante no Twitter de alguém, ao invés de copiar e colar para repassar para o seu grupo, faça um “retwitt”, ou seja, assuma que você está repassando algo feito/descoberto por outra pessoa, citando a fonte. O mesmo vale para blogs. Os blogs mais respeitados são aqueles que criam conteúdo próprio e que quando reproduzem algo de outra pessoa, dão os devidos créditos. Esta é uma regra que não pode ser quebrada online, sob o risco de perder completamente a credibilidade. E, como sabemos em qualquer ambiente (online ou offline), credibilidade é tudo nessa vida.

Outra regra importante para a sobrevivência online é a periodicidade. É melhor não ter um blog/twitter/etc do que ter um bissexto. A presença online exige alguma manutenção.

O contato direto com o aluno e no ambiente dele pode trazer bons frutos. Muitos problemas como a falta de tempo, a timidez ou mesmo a pressão de grupo caem por terra quando o jovem está online. Muitas vezes ele consegue se expressar com mais desenvoltura, rapidez e facilidade na internet do que na sala de aula.

A semelhança com audiovisuais e seus blocos pequenos de texto

O quadro-negro não passa vídeo, não permite o copy-and-paste, não tem hiperlink, não toca mp3, não reproduz podcast e não aceita comentários, mas na verdade a estrutura lingüística é muito similar à internet. São tópicos com pouco texto que dão suporte ao que é dito verbalmente.

Apesar de o texto ser o seu suporte fundamental, a linguagem é verbal e conta com todo e qualquer recurso audiovisual disponível naquele momento.

Essa capacidade de síntese que o professor tem para dar e vender é extremamente valorizada online.

Assim como na sala de aula, na internet o aluno que se interessar por determinado assunto irá procurar textos e subsídios mais aprofundados. A grande diferença é que o processo não é passivo: o aluno assume o papel de responsável e ator da busca por aquela informação.

O professor tem à sua disposição diversas mídias e formatos diferentes. Aqueles que se sentem mais confortáveis falando do que escrevendo podem, por exemplo, criar um podcast.

Escrever em um blog, por exemplo, não exclui outras possibilidades. O blog pode inclusive conter um podcast, vídeos, um fórum e conteúdos de redes sociais.

A questão da atenção dividida

Paradoxalmente, quanto mais o professor espalhar as suas informações online, mais o aluno vai focar no assunto. Esta pulverização que pode enlouquecer alguém ainda não habituado com a tecnologia é, na verdade, percebida como um símbolo de importância. Quase que uma reprodução das medidas de um clipping, onde o volume de notícias é contabilizado como uma vitória. O internauta presta mais atenção àquilo que chegou a ele de várias fontes diferentes porque entende como sendo de uma relevância maior.

Qualquer informação online que venha de forma intrusiva ou impositiva é imediatamente descartada, mesmo que de interesse do aluno. Ele precisa se sentir e se perceber como agente daquela informação. Aqui entram, com grande importância, as redes sociais e os blogs, onde o professor pode, além de interagir com outras pessoas, colocar o seu conteúdo online de uma forma em que o aluno vá até ele sem se sentir em uma posição submissa ou passiva.

A passividade no recebimento da informação é sempre entendida como spam. Nada online é unilateral, mesmo que a bilateralidade seja apenas a de clicar em um endereço para chegar ao blog.

Dicas de ferramentas

Colocar uma matéria online no Google Docs, onde o aluno pode copiar e colar o que interessa, interagir deixando comentários e/ou dúvidas ou mesmo acrescentar algo.

Publicar slides, imagens, ilustrações e apresentações nas ferramentas gráficas (Flickr, Picasa, etc), de forma que o aluno tenha acesso a estas informações com maior clareza do que uma reprodução xerox ou cópias feitas em cadernos.

Publicar textos em domínio público no Scribd, de forma não apenas a compartilhá-los com toda a web mas também facilitando o acesso e busca deste material.

Indicar a leitura de trechos ou livros na íntegra no Google Books, dependendo se em domínio público ou não.

Abrir um canal de comunicação direta com alunos e colegas através do Skype, msn ou similares.

Tocar/mostrar músicas no Blip.fm, como demonstrativas de uma figura de linguagem ou de uma época.

Estimular a leitura através de hipertexto e a assimilação de conteúdo de qualidade em palestras online e vídeos educativos.

Criar coleções (listas) no Youtube ou no Vimeo de vídeos interessantes e recomendados para os seus alunos.

Criar versões WAP de seus blogs para que os alunos possam ler no celular. A maioria dos sistemas de blog possui versão WAP ou algum plugin gratuito para esta finalidade.

Usar o Google Earth ou Maps para mostrar locais ou o History do Google Earth para representações em 3D históricas (Roma Antiga, por exemplo), ou ainda o céu ou a Lua ou Marte.

Reproduzir experiências bem sucedidas como o Mil Casmurros, por exemplo.

Centralizar bookmarks de forma pública e acessível no Delicious.

Ampliar o repertório dos alunos com palestras do Teachertube, do MIT ou do TED.

O senso de comunidade

O ser humano é engraçado: basta ver a casa de um que já quer construir a sua do lado. Nós temos o senso de comunidade muito enraizado em nossa formação. Desde o homem primata que formamos comunidades. Os princípios de auto-preservação e proteção seguem em nossas vidas o tempo todo.

Os alunos formam grupos, tanto em sala de aula quanto em intervalos. O ser humano se relaciona em bandos, mesmo que este bando seja composto por apenas duas pessoas. É natural portanto que na web este senso de comunidade se reproduza também.

Um dos pecados mortais é ir contra ou trair grupos estabelecidos (exemplo: a propaganda do Estadão contra os blogs), mas às vezes é difícil detectar os grupos que são por natureza voláteis, orgânicos e flexíveis, ainda mais online.

Uma boa forma de se medir a relevância daquele grupo ou pessoa online é uma simples busca no Google. Coloco aqui alguns truques práticos de uso do Google para este fim:

Para limitar a busca naquele termo específico e não em todas as palavras que o compõe, use aspas. Ex: “gato siamês” irá retornar um resultado muito mais relevante do que apenas procurar por gato e siamês.

Para descobrir quem ou quantos sites têm links para alguém, use o “link:”. Exemplo: “link:aguarras.com.br”. Não é necessário usar o www.

Para buscar algo apenas dentro de um determinado site, comece a busca com “site:URL busca”. Exemplo: “site:aguarras.com.br arte-educação”.

Para buscar um conteúdo apenas em um determinado tipo de arquivo, use o filetype:TIPO. Exemplo: “hauser filetype:pdf”

Existem outras dicas no próprio Google.

Muitas vezes a própria internet fornece informações sobre quem é o seu visitante, o que ele pensa, como age e o que a comunidade pensa dele.

O potencial disseminador do internauta

As técnicas de divulgação mudam de nome e formato com o tempo. O que antigamente era o RP (relações públicas) hoje é o especialista em rede social. As ferramentas mudam mas o princípio é o mesmo (nós somos os mesmos).

“Aquilo que é bom não precisa de propaganda”. Esse é um dos mitos mais conhecidos na publicidade e é apenas isso: um mito. O professor faz propaganda de sua matéria. A mãe faz propaganda de suas opções de vida ao filho. O padre faz propaganda de sua religião. Os formatos e os objetivos mudam, naturalmente, de acordo com o caso, mas a disseminação de idéias e ideais faz parte de nosso instinto de preservação, a preservação de nossa memória.

Na Grécia Antiga, era considerado “clássico” aquilo digno de ser copiado. A expectativa de vida então era de 35 anos e a noção da finitude da condição humana era claríssima. Assim como na internet, a nacionalidade era uma essência, um pertencimento espiritual e cultural e não algo limitado por fronteiras: se você fala grego, segue a religião grega, pensa como um grego, você é grego, não importa onde viva ou tenha nascido. As artes eram consideradas de suma importância porque perpetuavam o registro da cultura. As conquistas eram não apenas militares mas também culturais.

Estes mesmos conceitos são reproduzidos na internet que, assim como a Grécia Antiga, não tem a noção do Estado-nação. O modo de vida do internauta o qualifica. Aqueles que não são internautas (”não falam grego”) são considerados pelo grupo como inferiores culturalmente (bárbaros). O conceito de clássico é aquilo que é reproduzido, independente se um vídeo tosco no Youtube ou uma palestra no TED.

Surge então o conceito de uma informação viral, ou seja, que se reproduz além de uma intenção ou controle, que se reproduz de forma autônoma, espontânea. Um bom viral é aquele que move alguma emoção, que toca em algum ponto da formação do ser, mesmo que seja o de considerar o diferente como um bárbaro.

O fenômeno de dissipação destes conteúdos é às vezes batizado de “meme”, uma analogia ao conceito criado pelo zoólogo Richard Dawkins para explicar a disseminação de pensamentos, idéias e produtos culturais. Segundo Dawkins, algumas informações são transmitidas da mesma forma que os genes, replicando-se automaticamente e tornando-se parte da cultura universal.

A internet é o veículo ideal para a transmissão desses “memes”. E, com o advento de sites que permitem a criação e a divulgação de conteúdo produzido pelos próprios internautas, os memes ganharam um novo aspecto: a possibilidade de estas unidades de informação não apenas serem retransmitidas, mas ganharem novas leituras.

E tudo isso ao alcance de um clique. Não precisamos mais esculpir em pedra a nossa visão de mundo. E com a facilidade vem também o alcance exponencial.

O professor pode se colocar como receptor e requisitar aos seus alunos, por exemplo, que indiquem conteúdo relativo a um tema. A pesquisa estimulada na web movimentará a comunidade de alunos e, conseqüentemente seu interesse. Ou, ainda, analisar algum conteúdo online junto a seus alunos, estimulando desta forma a busca por similares.

Conteúdo é a chave do negócio, sempre foi e sempre vai ser.

O que você tem a dizer é muito mais importante do que a forma.


Nota importante: este artigo foi originalmente escrito como uma linha geral de uma palestra para professores e não tem a pretensão de ser nada além de um apanhado de dicas sobre alguns dos usos possíveis da internet como instrumento didático. Este não é um whitepaper e a autora é especializada em internet e não em pedagogia.


Carolina Vigna-Marú é a editora do Aguarrás, além de ilustradora, designer e diretora de arte.

Fonte: http://aguarras.com.br/2009/05/18/alguns-usos-pedagogicos-da-internet/

29 de dez. de 2008

Eu sou um guerrilheiro e faço parte da revolução

Obrigamos jornais e revistas a liberar grátis seu conteúdo, antes só acessível sob pagamento. Computadores são cada vez mais baratos, em breve serão gratuitos e não haverá discriminação no acesso à informação.

Por Marco Gomes

Eu sou um revolucionário, faço parte da revolução digital.

Estamos mudando a forma como as pessoas se relacionam e se comunicam, destruindo monopólios e inventando maneiras de interagir.

Nós fazemos com que músicos não precisem assinar com gravadoras para ter seu trabalho divulgado, sequer precisam ir a programas de TV domingo à tarde. Bandas de incrível sucesso mundial liberam suas criações num sistema “pague o quanto quiser pelo álbum”. Centenas de milhares de músicas são armazenadas num espaço físico que antes não caberia uma única faixa de LP. Essas músicas são facilmente filtradas, classificadas, buscadas, e, o mais importante: compartilhadas com outras pessoas.

Aparelhos móveis inteligentes nos ajudam a acabar com prisões ilegais. Apresentam mapas com detalhamento que, nos anos 70, seriam considerados problema de segurança. Com um smartphone conectado à internet posso fazer mais que todos os computadores de 20 anos atrás juntos. Trocando mensagens de texto rapidamente conseguimos organizar eventos que aparentam não ter objetivo claro, mas têm: mostrar que podemos.

Propagandas em horário nobre concorrem com anúncios de texto espalhados em milhões de sites pessoais. Empresas resolvem entregar seus produtos a consumidores influentes sem exigir nada em troca, apenas pela oportunidade de criar uma experiência. Anúncios publicitários criados por nós têm mais impacto que muitos anúncios profissionais. O conteúdo que criamos mete o pé na porta dos canais de televisão, o mainstream deu lugar ao underground.

Produtos que vendem pouquíssimo passam a ter importância no faturamento de grandes lojas; a massa de itens que vende pouco pode continuar disponível para venda, alimentando um renascimento da cultura heterogênea. Conseguimos músicas, séries de TV, jogos e todo tipo de entretenimento sem pagar por isso. O próximo passo serão as viagens de avião gratuitas. Nós importamos sem ficar presos a legalidades fronteiriças, não por má fé, mas como forma de protesto. Queremos um mundo sem barreiras comerciais (as culturais nós já derrubamos).

Nós fazemos muitos hiperlinks, recriamos conteúdo já existente, misturamos animê japonês com música infantil norte-americana, colocamos contrabaixo no duo guitarra-bateria vermelho e branco, misturamos o álbum preto com o álbum branco. Recriamos nosso idioma, inventamos novos e mantemos os antigos vivos. Remixamos cultura. É como Larry Lessig disse: “Vocês nos aceitam ou nos criminalizam. Nos mostram para o mundo ou nos mandam para o underground. Vocês só não conseguem nos parar”.

Terremotos imprevistos são anunciados ao mundo no momento em que estão acontecendo. Em menos de 140 caracteres surgem amores, amizades, intrigas, piadas, eventos, histórias. As pessoas passam a se conhecer pelo que falam, levamos a amizade a uma escala global, ignorando limites traçados no solo, não há solo.

Obrigamos jornais e revistas a liberar grátis seu conteúdo, antes só acessível sob pagamento. Fizemos com que milhões de vídeos caseiros tenham valor comparável à reservas infinitas de minério. Nossos jogos movimentam mais dinheiro que o cinema.

Nós destruímos a formalização do ensino. Desprezamos títulos e valorizamos ações. Não nos reconhecemos pelos nossos PhDs, mas pela energia que agregamos à comunidade. Por nossa causa o governo fechou cybercafés próximos a escolas. Preferimos usar a internet a ficar trancados numa cela seguindo um modelo de ensino milenar. Nós aprendemos idiomas, linguagens de programação, história, ciência e qualquer coisa que nos interesse sem ajuda de instituições de ensino. Nós não precisamos de autorização para nada.

Muitas das coisas que fazemos não são inéditas, mas nós estamos agindo numa escala global. Computadores são cada vez mais baratos, em breve serão gratuitos e não haverá discriminação no acesso à informação.

Eu sou guerrilheiro nessa revolução. E você?

Sobre o autor

Marco Gomes (eu@marcogomes.com) projeta produtos para internet, é designer e programador de interfaces, empreendedor profissional, diretor de tecnologia da boo-box e mantém um blog pessoal.

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/12/01/eu-sou-um-guerrilheiro-e-faco-parte-da-revolucao/

12 de dez. de 2008

Multimídia susbtitui livro na sala de aula

Programas substituem o material didático convencional e permitem maior interação do aluno com o conteúdo

Por Karla Spotorno


Crianças reagem bem às mídias digitais e se tornam protagonistas de seu próprio aprendizado


Nada de carregar mochilas pesadas cheias de livros de todas as disciplinas. Na escola do futuro, o aluno terá de levar apenas seu caderno ou um pequeno laptop, como o modelo Classmate. As aulas serão dadas com material multimídia, exibido em telões ou lousas eletrônicas. Os exercícios de matemática poderão ser feitos no laboratório de informática da escola, se os alunos não tiverem cada um seu pequeno PC, ou até mesmo em folhas impressas diretamente do kit multimídia.


Essa descrição pode parecer coisa de um futuro distante. Mas não é. A substituição do livro didático em sala de aula é possível hoje mesmo. E num colégio do interior paulista, começará já no próximo ano letivo. “A opção de substituir o material impresso por outras mídias está de acordo com a necessidade da geração de crianças que estão agora na escola”, afirma a psicopedagoga Claudia Alvarenga da Escola Esfera de São José dos Campos (SP). A experiência começará nas turmas do primeiro e segundo anos do ensino fundamental. Nas aulas de matemática e de inglês, as professoras não utilizarão livro-texto ou de exercícios: apenas o software multimídia.


Sem papel


Substituir os livros seria um retorno à transmissão oral do conhecimento, à era pré-livro?


“Definitivamente, não”, responde a coordenadora de ensino fundamental da Escola Esfera. O uso de material multimídia permite maior interatividade do aluno como conteúdo. “Ele se torna protagonista de seu próprio aprendizado”, diz Claudia. O estudante é estimulado constantemente a refletir sobre o conteúdo, percebendo se apreendeu adequadamente ou não. A forma de ensino diferencia-se muito da tradicional, em que o professor fala, o aluno escuta e repete, além de copiar, muitas vezes, o que foi escrito na lousa.


Além disso, ao trabalhar com uma mídia muito semelhante à dos videogames, o aluno tende a se frustrar menos com seus erros e aceita mais facilmente refazer exercícios. “Assim como nos jogos eletrônicos, toda vez que erra, a criança lê a mensagem tente novamente, faça mais uma vez”, diz Claudia. Nos games, a criança repete a mesma fase do jogo diversas vezes a fim de avançar por várias etapas e chegar ao final.


Livros x Multimídia?


O fato de a mídia eletrônica ter condições de substituir o meio impresso não significa que o fim dos livros se aproxima. “Não consideramos os livros obsoletos. Pelo contrário, eles precisam ser mantidos”, diz Claudia.


Conteúdo digital: aluno se frustra menos com erros
A Saraiva, uma das editoras que produz e comercializa material multimídia, defende que os meios impresso e digital não são excludentes. “O livro e a sua portabilidade são essenciais ao aluno”, diz Maurício Fanganiello, diretor de Planejamento e de Educação Multimídia da Editora Saraiva. Na editora, cujo faturamento depende majoritariamente do produto impresso, os produtos das duas mídias sequer competem por clientes. “A missão da editora é prover conteúdo, independentemente da mídia”, afirma o diretor.


Barreiras


A aceitação desse tipo de mídia por escolas ainda não pode ser considerada fácil. Especialmente quando a proposta é substituir o livro didático pelo material digital, a resistência chega em razão de dúvidas e perguntas dos professores diante de uma nova forma de transmitir o conhecimento. A venda do produto pela Editora Saraiva é feita por uma equipe multidisciplinar. “A venda começa com a visita de uma consultora pedagógica à escola”, afirma Fanganiello.



Junto com a direção, a consultora ajudará a identificar as necessidades da escola, de acordo com a proposta do corpo docente. Um analista em informática entra para auxiliar no diagnóstico da melhor forma de apresentação do conteúdo ao aluno. Só depois dessas duas fases é que começa a negociação comercial. “A venda desse tipo de produto leva meses. É muito diferente da venda de livros, uma mídia que o professor já conhece muito bem”, diz o diretor.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG85464-16628,00.html

19 de nov. de 2008

Utilização pedagógica dos blogs

O termo web log Jorn Barger cunhou-se em 97 de remeter para um jornal online que o seu autor ou autores atualizada constantemente. Mais tarde, as duas palavras "Web" e "log", foram compactados em um único, "Weblog" e, em seguida, os mais velhos, ele se tornou um muito curto: "Blog". Em suma, um blogue é um Web site que facilitou a publicação instantânea de bilhetes (postos) e permite que o leitor para dar feedback ao autor, sob a forma de comentários. As inscrições estão dispostas em ordem cronológica começando com o mais recente. Um blog requer pouco ou nenhum conhecimento do HTML codificação, e muitos sites usam livre (sem custo) permite-lhe criar e hospedar blogs. Alguns dos mais populares incluem: WordPress, Blogger, Livejournal, Xanga e Edublogs.

Nesse documento, vamos concentrar-se em WordPress, as vantagens oferecidas pela sua utilização pedagógica, suas características, um guia prático para se registar gratuitamente com uma seção de comentários e as suas principais características.

Benefícios educacionais

Blogs oferecem muitas possibilidades para utilização em processos educativos. Por exemplo, para incentivar os alunos a: escrever, compartilhar idéias, trabalho em equipe, design, exibir um instantâneo do que eles produzem, e assim por diante. A criação de blogues pelos alunos dos professores dá a opção de exigir processos de síntese, pois escrito na Internet devem ser oportunas e precisas, os tópicos abordados.

Os professores podem usar blogs para se aproximar mais dos alunos em novas formas, sem ter que limitar a sua interacção exclusivamente para a sala de aula. Por exemplo, a publicação de materiais e permitir um acesso imediato a informações ou recursos para realizar projetos e atividades para a sala de aula, otimizando o tempo. Ele também oferece aos alunos a oportunidade de melhorar o conteúdo acadêmico, enriquecendo-a com elementos multimédia, tais como vídeos, sons, imagens, animações e outros Web 2.0.

A facilidade com que são criados e alimentados Blog torna-os muito marcante, porque graças à assistentes e templates (modelos) predesigned, não devemos concentrar-se na execução técnica, mas sobre os conteúdos e materiais para publicar. Isso permite que qualquer professor ou aluno, independentemente da área acadêmica, pode gerar recursos e conteúdos de temas educativos, sem ter que instalar as aplicações ou ter conhecimento de programação.

map
Um mapa conceitual de Felipe Zayas sobre o uso de blogs na sala de aula, publicada no
http://tiscar.com/2006/12/01/presentacion-sobre-el-uso-educativo-de-los-blogs/


O trabalho colaborativo tem sido posicionamento como uma boa estratégia educativa. No entanto, este método tem a desvantagem de obrigar quase uma confluência do grupo no mesmo espaço. Blogs de superar esta dificuldade é como oferecer um espaço virtual, independentemente do local físico em que eles são, onde eles podem ser combinados em função da atividade ou classe projeto: Blogs gerada entre professores e alunos e os blogs criados apenas para os alunos. Isso permite que o professor atuando como facilitador da aprendizagem, os alunos guia constantemente. Neste contexto, é possível tirar proveito de outras tecnologias relacionadas com a Web 2.0: a sindicação de conteúdos ou RSS.

blog

Usando o RSS nos Blogs professores e alunos

Os alunos podem incluir nos seus blogues RSS Blog do professor e bem atualizado com as últimas entradas publicadas por este. Mesmo é a professora do RSS com Blogs de seus alunos, de modo que, logo uma entrada um problema pode acessá-lo a partir de seu blog. Isto torna mais fácil para os professores, acompanhamento e avaliação dos trabalhos atribuídos a estudantes que envolvem sua publicação em blogs.

Para um professor ou instituição educativa, os blogs podem se tornar a ferramenta para se comunicar com toda a comunidade educativa, a título gratuito. Por exemplo, para manter os pais e / ou Guardião das notícias sobre o aluno ou a instituição. Outro recurso é o aluno jornais digitais que podem ser executados em um blog, economizando custos de impressão e distribuição.

Os blogs também oferecem ensino facilidades para criar, visualizar, atualizar e compartilhar com outros seus próprios bancos de classe projectos e actividades.

A recomendação deve ser considerada pelos professores relativamente à utilização pedagógica dos blogs, é a clara definição dos objectivos de aprendizagem que pretendem atingir com atividades que envolvam sua utilização. Além disso, devem plano em pormenor as actividades a empreender.

DESTAQUES

WordPress

  • Entre os muitos sites que oferecem serviços gratuitos criação de blogs, WordPress (http://www.wordpress.com/) é um dos mais comumente utilizados, bem como publicar entradas (posts), também permite a criação de páginas Web, o que eleva polivalência e flexibilidade no desenho, por exemplo, podem gerar um menu ou um texto em uma página que as ligações através de hiperlinks, outras páginas do Blog. Isto faz com que seja possível ter uma página pessoal e outras secundárias.
  • Principais características do WordPress:
  • Criação de vários blogs com um único registro.
  • Adicionando usuários a publicar entradas (posts) nem gerenciar o Blog.
  • Capacidade de armazenamento de até 3GB livre.
  • Interface em vários idiomas sobre a forma como design blog.
  • Criação de Páginas Web.
  • Criação de categorias e subcategorias de entradas.
  • Os ingressos para as etiquetas.
  • Multimedia Library (tipo de arquivo jpg, jpeg, png, gif, pdf, doc, ppt e odt).
  • Importação automática entradas, comentários, páginas e arquivos, categorias e etiquetas de outros blogs.
  • Exportação automática de informações de um Blog (entradas, páginas e arquivos) em um arquivo XML.
  • Disponibilidade de dezenas de modelos prontos para uso.
  • Capacidade de adicionar Widgets para o blog com diversas funcionalidades.
  • A adição de comentários de leitores Ingressos e Pages.
  • As estatísticas sobre a actividade dos leitores do blog.
  • Outras melhorias que podem ser comprados por um ano, pagando uma certa quantia de dinheiro em dólares.
  • Fazer download de software livre WordPress (http://wordpress.org) para instalar em um serviço de hospedagem de sites (hosting). Esta opção não está disponível em outros blogs populares como o Blogger, só que existe a possibilidade de hospedagem de blogs no servidor blogspot.com.

Guia para se registar no WordPress

Para se registrar em WordPress, digite o endereço http://www.wordpress.com e faça o seguinte:

reg

1. Escolha o idioma no qual você irá ver o site interface.

2. Clique sobre o botão verde (Cadastre-se agora!) Para preencher o formulário de inscrição.

gui2

Após preencher o formulário, clique no botão "Avançar". Em seguida aparece na tela:

guia3


3. Digite o nome do blog (por exemplo, miweblog) e do endereço completo (miweblog.wordpress.com) pode acessar o blog criado.

4. Se você ativar a "privacidade", isto permite que o blogue com o seu conteúdo será exibido em vários motores de busca na Internet.

5. Para continuar com o processo, clique no botão "Register".

gui4

6. Neste e-mail (6) WordPress atingirá uma mensagem que contém um hyperlink para ativar a conta criada. Confirme a criação da conta é crucial, pois a partir deste hyperlink irá continuar com o processo.

7. Para guardar as informações, clique no botão "Salvar Perfil". Esta informação pode ser atualizado mais tarde ao entrar no Blog do modo "View of Design."

gia5

8. Para ativar a conta, clicando no link que aparece no e-mail de confirmação, solicitando o nome de usuário (username) e senha (password). Deverá entrar usuário e senha, conforme especificado no registro.

9. Clique em "Consultar o site criado para exibir o Blog (naturalmente, estar vazio).

wp

10. Para entrar no Blog criado no "View of Design", entre os dirigentes http://es.wordpress.com/ e digite na caixa (10), o nome de usuário e senha. Em seguida, clique em "Entrar".

Orientações para uso

Quando entrar em WordPress "View of Design", são as diferentes opções para gerir o Blog, dividido em duas partes principais:

  • Menu: Principais opções em que divide o Modo Design Blog
  • Sub: Opções que subdividir o Menu. Cada opção no menu tem várias opções para executar ações sobre os blogs.

guia7


A: ESCREVER

me

  • Entradas: Para este item do menu "Escrever" para criar o blog entrada (artigos, ensaios, oficinas, opiniões, etc.) A casa em que você escreve a entrada oferece opções básicas de qualquer processador de texto: negrito, itálico, sublinhado, texto justificação, e assim por diante. Além disso, como possíveis elementos multimédia para inserir imagens, áudio e vídeo.
  • Páginas: Este item do menu "Escrever" para criar a página do blog. A casa em que estão escritas as páginas oferece as mesmas opções e possibilidades das entradas.
  • Links: Com esta opção, é possível criar links ou hyperlinks para qualquer endereço Internet, incluindo as direções que correspondem a um do próprio blog.
B: CONTROLAR

guia8

  • As Entradas, páginas, links, categorias, tags, categorias de ligações: O "Administrar" menu permite editar e apagar entradas, páginas, links, categorias, tags e categorias de links.
  • Biblioteca Media: Esta opção permite-lhe gerir os seus ficheiros multimédia carregado para o blog (texto, imagens, vídeos, áudio).
  • Importação e Exportação: Com estas duas opções podem ser carregadas automaticamente em cadastros, comentários, páginas e arquivos, categorias e etiquetas de outros blogs, tais como armazenar todas as informações (entradas, páginas e arquivos) de um blog em um arquivo XML.
  • Bilhete Categorias: Categorias permitem que as entradas em ordem uma forma hierárquica, e isto uma mediados prevê o aumento do número de inscrições, a organização de uma tal estrutura simples de entender e simplifica a navegação do Blog (veja imagem abaixo) .
guia9

C: DESIGN

guia9

  • Tópicos: WordPress oferece um menu predesigned nesta série de modelos com cores e estilos, prontos para serem utilizados em um blog. Estes temas são os que dão os blogs quanto gráficos.
  • Widgets: Estes são pequenos programas que adicionam funcionalidades ao blog. Basta seleccionar a partir de uma lista geral dos Widgets, que pretende adicionar à barra lateral do blog e aceitá-los na ordem desejada. Alguns Widgets precisar de qualquer configuração.
guia01
  • Extras: Esta opção pode ativar ou desativar duas funções gerais do Blog. Por um lado, invisível para o fazer e de outros blogs, por outro lado, gerar uma pré-visualização da hiperlinks (Snap Shots).
  • Personalizar cabeçalho: Você pode inserir uma imagem que serve como o logotipo na parte superior do blog. Este recurso permite que você dê este blog uma imagem corporativa.
  • Edit CSS: Permite mudar o estilo e design dos blogs, utilizando a linguagem de programação CSS.
D. COMENTÁRIOS

com

  • Gerir comentários: É possível gerir os comentários que os leitores do blog na entrada. O autor pode aprovar, rejeitar, Suprimir e Marcar como Spam nenhum dos comentários recebidos.
  • Spam: O autor pode gerenciar os comentários que a marca como uma ferramenta Akismet Spam (apagar ou un).
E. MELHORIAS

mej

  • Inscrições: Algumas funções são adicionais a pagar, e deve cancelar uma assinatura anual de melhorias, como a personalização do CSS, criar usuários, aumento de capacidade no disco rígido e usar um nome do domínio de si mesmo.
  • Domínio: No caso de um nome de domínio propriamente dito, este pode ser substituído pela livre domínio que é criado quando você se cadastra no WordPress (miblog.wordpress.com). Para fazer isso, ele deve comprar 10 créditos (Presentes submenu). Esta opção é crítica quando você deseja publicar o site da instituição educacional através de um blog (custo zero-plataforma e design, economizando tempo e facilidade de manutenção e alimentação ele mesmo).
dom

F. OPÇÕES

op

  • Opções Gerais: WordPress para atualizar as informações gerais do Blog: título, descrição curta, a linguagem interface em modo de projeto de e-mail de contacto, e assim por diante. Você também pode escolher se deseja ou não ao blog será visível para os motores de busca. Adicionalmente, você pode restringir o acesso a apenas alguns utilizadores, isto é útil quando criar blogs com a única finalidade de utilizá-los na sala de aula e, por segurança, ele requer que só eles podem acessar o professor e seus alunos.
  • Leitura: Esta opção pode ser configurado como ler o conteúdo do blog ou página entrada e qual será exibido inicialmente para visitar o Blog (primeira página).
  • Discussão: Esta opção permite definir uma lista negra de palavras inadequadas, que os leitores do blogue podem não utilizadas nos comentários.
G. PAINEL

tab


  • Fórum: Esta opção fornece uma visão geral dos conteúdos e atividades do Blog. Vejamos um resumo do Pages, Entradas, comentários, links, o mais activo, e assim por diante.
  • Estatísticas: WordPress oferece estatísticas de visitas ao blog durante dias, semanas ou meses. Além disso, detalhado mais populares páginas de texto e palavras-chave utilizadas pelos leitores em motores de busca para acessar o blog e as referências para o blog de outros sites na Internet.

esta

H. VER SITE

sit


Esta opção permite que você abra o blog como leitores irão ver na Internet. Permanentemente disponível e é muito útil para saber como vamos ver o log.

O seguinte é um exemplo de como ele parece configurar um WordPress Blog:

edut
Imagem retirado do site http://www.edutecno.org

Neste exemplo, nós apreciamos os principais componentes de um blog: cabeçalho, menu Serviços, Pesquisa, Texto Widget, nuvem de etiquetas, categorias e as entradas de menu para a área. Observe, por exemplo, que as entradas estão organizadas hierarquicamente através de categorias e subcategorias, que facilita a entrada para o conteúdo do blog. Ele também contém páginas que fornecem informações e links para outras páginas no interior do mesmo blog.

Em relação às páginas no gráfico abaixo você pode ver a página inicial do documento "Lições mínimo", que por sua vez tem ligações para outras páginas que contêm as outras partes para concluir o documento. Desta forma um longo documento pode ser dividido em uma casa e vários subtipos, que entre eles para criar um menu de navegação, facilita a consulta e leitura.

edut2
http://edutecno.org/estandares/mec/

Como foi explicado neste documento, WordPress oferece inúmeras vantagens sobre outros sites para criar blogs livre, especialmente quando estes vierem a utilizar os professores ou alunos. No caso do primeiro, que os utilizam para publicar um metódico e sistemático em trabalhos acadêmicos, a classe projetos, experiências educacionais, atividades para os alunos, coleta de recursos da Web, e assim por diante. Na segunda, a publicar as suas produções acadêmicas e, desta forma, armando sua própria carteira digitais pessoais.

CRÉDITOS:
Artigo elaborado pela EDUTEKA.

Publicação da EDUTEKA este documento em: 01 setembro, 2008.
Última modificação deste documento: 01 de Setembro de 2008.


Fonte: http://www.eduteka.org/BlogsEducacion.php

12 de nov. de 2008

Oficina Cine-Escola

Olá Amigos

Você já foi a uma aula no cinema?

Conheça o Oficina Cine-Escola, programa educativo permanente do Grupo Estação, e descubra como sua aula pode ser transferida para uma sala de cinema. Atendemos escolas públicas e privadas, grupos comunitários, ONGs, bem como instituições de atendimento especial.

Passeios pelos bastidores das salas de exibição, sessões especiais para a terceira idade e aniversários no cinema são algumas de nossas atividades. Desde a sua inauguração, em 1985, o Grupo Estação mantém o programa permanente com o objetivo de desenvolver ações que explorem o cinema como instrumento educativo.

As sessões são realizadas nas várias salas do Circuito Estação com exibição de filmes e distribuição de textos de apoio pedagógico, seguidas de debate ou outra atividade complementar. O planejamento é totalmente flexível, apoiado sempre nas necessidades dos educadores.

Todas as atividades visam aproximar público e cinema, fortalecendo cinema-educação como ferramenta presente na prática pedagógica da sala de aula.

Objetivos da Oficina Cine-Escola

• Despertar o interesse pela arte cinematográfica e estimular a criação artística;
• Apresentar filmografias de diversas origens com diferentes linguagens, ampliando horizontes de informação sobre as ciências, artes e tecnologias;
• Promover o desenvolvimento do senso crítico e estético;
• Utilizar o cinema como veículo para a conscientização da cidadania, fomentando o debate de idéias e opiniões;
• Estimular o hábito de freqüentar o cinema como fonte de lazer e informação;
• Estimular a formação de novas platéias para o cinema, principalmente, o nacional.

Leve sua turma ao cinema!!!

Educação e cinema: faça parte desse filme!

Contato: Luiza Brettas - email- oce@grupoestacao.com.br ou por Telefone.: 21 2266-9900

5 de nov. de 2008

Domínio Público

Professor use sempre o material do Domínio Público em suas aulas



Domínio Público

O Maior Portal de Pesquisa - Aqui você encontra todos os vídeos da TV Escola abordando os mais diferentes temas. São super produções altamente didáticas.



Encontra os melhores textos abordando os mais diferentes assuntos

Você pode baixar os clássicos, literatura de cordel e ler na sua tela. Tudo gratuitamente.


Uma grande variedade de estilos musicais


Uma variedade imensa de imagens sendo através da fotografia, litografia, mapas, pinturas, xilogravuras, recortes, etc


Para que o uso do Portal Domínio Público seja contínuo disponibilizarei o link na barra à direita do blog.

E só clicar e navegar.

Fonte: Educar Já