15 de fev. de 2011
Professores Digitais
O que mudará é que o professor que despeja conteúdos automaticamente será mesmo dispensável
Quando encontra dificuldade para ajudar o filho na lição de casa, Bill Gates aciona o professor Salman Khan. "Tudo fica fácil", diz Gates, que, nos últimos anos, vem gastando dezenas de milhões de dólares em sua fundação para descobrir novos jeitos de educar.
Filho de família da Índia e de Bangladesh, Khan tem um currículo capaz de impressionar qualquer gênio: no MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts), fez matemática, engenharia elétrica e ciência da computação; em Harvard, administração. Mas o que impressiona mesmo Gates é o valor das aulas: são de graça e acessíveis a qualquer um -aliás, neste momento, se quiser, você também pode entrar na internet e receber as mesmas aulas.
Khan foi um dos personagens que influenciaram Gates a escrever um texto em que sugere a substituição dos professores convencionais por aulas, acompanhadas de exercícios, gravadas com recursos multimeios por professores como Khan e distribuídas para todos. "É melhor uma boa aula desse tipo do que as dadas por professores medíocres", provoca o criador da Microsoft.
Muita gente está levando a sério a possibilidade de as novas tecnologias exterminarem o professor como o conhecemos. Haveria uma radicalização do ensino a distância. Já há recursos para que um curso seja dado sem interferência humana. As aulas são gravadas e todos os debates, exercícios e notas são feitos por um programa de computador.
Autor da ideia de um computador por criança, Nicholas Negroponte me disse que está preparando uma experiência para ser lançada em comunidades da África e da Ásia que têm alto índice de analfabetismo. Quer deixar num lugar público computadores conectados à internet para ver como e se as crianças conseguem aprender a ler e a escrever sozinhas. "Cada vez mais o conhecimento vai ser transmitido fora da sala de aula", comentou.
Esse tipo de recurso pode ajudar muito os alunos, especialmente os mais pobres, mas duvido que possa atingir a excelência sem que se viva num ambiente criativo, estimulante, com trocas entre alunos e professores motivados. Qualquer um pode acessar aulas do MIT ou de Harvard, entre outros grandes centros de ensino. Outra coisa é entrar num laboratório e acompanhar, por exemplo, o nascimento de um carro capaz de estacionar sozinho. Esse projeto é desenvolvido no AgeLab, que se dedica a criar produtos e serviços para idosos. Já está criando roupas e acessórios para os mais velhos evitarem acidentes.
Estou aqui em Harvard experimentando uma poderosa combinação do virtual com o presencial, num curso sobre experiências educativas internacionais. Cada aula se transforma num fórum na internet entre os estudantes, conduzido por três monitores. Daí surgem outros fóruns autônomos para cada comentário. Para aprofundar as questões, a classe, separada em três grupos, reúne-se presencialmente.
O professor mistura as aulas expositivas com depoimentos de convidados do mundo inteiro, que, a distância, ilustram os textos curriculares. Um explica como usa a tecnologia para melhorar o ensino em áreas rurais da Índia, outro conta como cria bibliotecas em remotas vilas da Ásia ou da África. Depois da exposição, os convidados respondem às questões dos estudantes. Tudo é gravado e postado na rede.
Tecnologia alguma, porém, supera o entusiasmo de um professor como Fernando Reimers. Ele viaja pelo mundo para conhecer experiências educacionais e participa de algumas delas. Não há software capaz de competir com essa paixão.
O que veio para ficar foi o fato de as informações circularem, criando a possibilidade de que o mundo se converta numa imensa comunidade de aprendizagem. Existem sinais por todos os lados.
Um dos negócios que prosperam no mundo digital são páginas abertas a perguntas que são respondidas por leitores. A diferença agora é que empresas estão contratando especialistas para dar respostas quase imediatamente. Há redes sociais em que se podem aprender todas as línguas importantes. Em outras páginas, são ensinadas expressões e gírias que acabam de surgir. Aprende-se espanhol com alguém que está na Argentina ou na China.
O que vai mudar é que o professor que despeja automaticamente os conteúdos será mesmo dispensável, pois será mais caro e menos eficiente do que uma tela de computador.
Conteúdo compartilhado pelo Blog Conteúdo Livre publicado originalmente na Folha de São Paulo no dia 13/02/2011. O blog colocou no www.catracalivre.com.br os links desta coluna: o AgeLab, o MIT, o ensino de línguas, as aulas do professor Khan, as redes sociais para o aprendizado dos idiomas e os cursos gratuitos de universidades.
Abraços
Robson Freire
20 de jun. de 2010
Oral, escrita e digital: as três eras cognitivas
As eras cognitivas são fruto da forma como armazenamos o conhecimento. A tecnologia é neutra por fora, mas agente por dentro. Já cabe um novo campo de estudo, a filosofia da tecnologia.As novas possibilidades de criação coletiva distribuída, aprendizagem cooperativa e colaboração em rede oferecidas pelo ciberespaço colocam novamente em questão o funcionamento das instituições e os modos habituais de divisão do trabalho, tanto nas empresas como nas escolas.
Pierre Lévy, da minha coleção de frases.
O problema básico da humanidade sempre foi repassar o conhecimento da geração atual e passada para as futuras.
Cada pessoa que nasce precisa chegar ao mundo e receber a “óstia do conhecimento” para ir daqui em diante e não voltarmos para trás.
Ou seja, a humanidade é dependente da forma que essa passagem é feita para sobreviver e resolver os problemas que cada vez mais gente na terra provocam.
Começamos com a memória, passamos ao papel (e adjacências) e depois para o suporte digital.
Cada uma dessa passagens mudou a maneira de produzir e receber conhecimento. Fez com que nossos cérebros se adaptassem a esse suporte. Assim, a tecnologia cognitiva é aparentemente neutra por fora, mas modeladora por dentro.
Essas passagens nos obrigam a mudar o jeito que organizamos internamente esse ato de conhecer e produzir conhecimento, marcando eras distintas da Civilização.
Tudo começa com uma tecnologia, que molda nosso cérebro que, por sua vez, a partir desse novo molde, molda a sociedade. (Pela primeira vez, li sobre o termo “Filosofia da Tecnologia”, que estuda como pensamos sobre elas. Isso é importante, pois vai nos dar a possibilidade de entender tudo isso melhor. Aguardem, falarei mais sobre isso.)
Tivemos, portanto, três grandes eras cognitivas, nas quais nossos cérebros foram radicalmente mudados:
- oral, com suporte na memória;
- escrita, com suporte em papel e adjacências;
- digital, com suporte no computador.
Cada passagem, guarda características em comum:
- explosão informacional;
- aumento de velocidade do fluxo de informação;
- mais facilidade de acesso ao conhecimento acumulado.
A meu ver essas passagens se tornam maduras em função do aumento da população, que cria a cama na qual a nova era vai deitar. E, quando vêm, gera consequências profundas em nossos cérebros. E têm particularidades específicas, que temos que estudar, pois são elas que criam as novidades pelas quais iremos moldar a nova sociedade.
A chegada da era digital, numa grande rede de computadores conectados, nos traz de novo que as outras eras não permitiram, entre outros:
- A interação muito para muitos a distância. Exemplo: chats, comunidades do Orkut, listas de discussão.
- O registro destas interações, disponível a todos. Exemplo: texto do que acontece nas interações que ficam disponíveis;
- A alteração de registros de forma volátil a distância. Exemplo: Wikipédia.
- A complementação do registro no mesmo ambiente. Exemplo: comentários de um usuário em um post em determinado blog.
- E o registro da interação entre o usuário e a informação. Exemplo:
uma revista online pode saber quantos, como e quem acessou cada uma das páginas.
Esse conjunto de novas possibilidades de receber e produzir conhecimento é o que está permitindo a revolução da era digital e não a tecnologia, que é apenas a motivadora da passagem, uma ponte entre duas cidades que não se falavam.
Isso vai implicar na mudança geral da sociedade. Ou seja, como lidamos com o conhecimento do jeito “A” para o “B”. Uma civilização que vai também do “A” para o “B”.
Que dizes?
Diário de blog: o tema já existia no blog, mas o que avançou foi a ideia que as eras são fruto da forma como armazenamos o conhecimento, a mudança do suporte, que implica em várias passagens cognitivas.
É novo o conceito de que a tecnologia é neutra por fora, mas agente por dentro. E o novo campo de estudo “Filosofia da Tecnologia”. [Webinsider]
Sobre o autor
Carlos Nepomuceno (carlos@nepo.com.br) é professor, pesquisador e co-autor do livro Conhecimento em Rede (Editora Campus), diretor da Pontonet, editor do blog Nepo.com.br e também está no Twitter.
15 de set. de 2009
Novas tecnologias para o saudável hábito da leitura!
Quero começar esse texto com um parágrafo interessantíssimo:
“Não seria preciso maior indagação para se chegar a este resultado: “nossos moços lêem pouco e escolhem mal as obras que lêem”. (…) E as causas de tal defeito educativo podem ser apontadas por todos, também, sem grande esforço. Procurando evitar o verbalismo, custasse o que custasse, nossas escolas primárias tocaram o extremo oposto: condenaram o livro, sem remédio, com o que deixaram de inculcar o hábito necessário da leitura. Disse escolas primárias; poderia dizer também secundárias, onde o mal é o mesmo. Isso explicará, em parte, porque os nossos estudantes lêem tão pouco (…). Mas não explicará porque o pouco que se lê seja de medíocre qualidade.”
Esse parágrafo parece ter sido extraído de alguma publicação recente, mas foi escrito por Lourenço Filho, educador e pesquisador do início do século passado, em um artigo publicado na revista Educação em 1927. Deparei-me com esse texto há alguns semestres, quando fazia uma pesquisa sobre a tendência pedagógica chamada Escola Nova, muito influente nos anos 1920 e 1930 aqui no Brasil. Lourenço Filho foi um dos introdutores do pensamento escolanovista em nosso país, mas o que me chamou a atenção neste parágrafo foi a atualidade da crítica de Lourenço Filho.
Se ainda estivesse vivo nesses nossos tempos de internet, talvez ele se admirasse não apenas com as bobagens que o brasileiro médio lê (não apenas os jovens), mas também com as bobagens que escrevem em seus blogs, orkuts e twitters. A grande maioria do conteúdo que é publicado na “blogosfera, orkutsfera e twittersfera” é de uma irrelevância acachapante. Conteúdo irrelevante do ponto de vista científico, político e artístico. De toda forma, é preferível esse mar de bobagens escritas todos os dias do que voltarmos ao monopólio da palavra que vigorava na Era Pré-Internet.
A crítica de Lourenço Filho também é atual no que diz respeito à omissão da escola no estímulo à leitura. Aliás, as nossas escolas nem conseguem alfabetizar, quem dirá estimular a leitura? É como querer estimular uma pessoa sem os membros inferiores a pedalar.
O hábito da leitura é essencial para a competência da escrita. E mais, o hábito da leitura é essencial para o desenvolvimento da capacidade de separar o que vale a pena ser lido e o que é irrelevante, superficial ou enviesado para além do aceitável.
E como o saudável hábito de ler é algo que deverá nos acompanhar pelo resto da existência de nossa espécie, as tecnologias ligadas à leitura também acabam por se reinventar de tempos em tempos com o objetivo de trazer maior conforto e praticidade ao leitor. Foi assim com os tabletes de argila que deram lugar aos rolos de papiro, que deram lugar aos livros de papel que, hoje, competem com os meios digitais.
Confesso que migrar do livro de papel para os e-books foi uma tarefa difícil. Fomos educados utilizando a tecnologia dos livros, então adotar uma nova tecnologia para a leitura sempre pede um tempo de adaptação. Ficar sentada na frente do computador para ler era muito desconfortável, sem falar naquelas telas de CRT que parecem um farol ligado em frente ao rosto. Com o advento das telas de cristal líquido, a fadiga visual diminuiu, e quando tomei vergonha e comprei um notebook, o desconforto de ter que ficar sentada em frete ao PC também desapareceu. Hoje, eu gosto de ler no computador portátil tanto quanto gosto de ler em livros. É uma delícia poder deitar no sofá ou na cama e ler e-books, artigos, colunas, posts… é tudo muito confortável, prático e praticamente de graça, pois só pago a energia e a mensalidade da internet. Mas já existem outros aparelhos que, ao contrário do computador portátil, estão sendo desenvolvidos exclusivamente para a leitura e prometem muito mais conforto e praticidade. A mais badalada dessas novas geringonças é o Kindle da Amazon, embora a Sony também tenha lançado um concorrente de peso, o Reader.
Esses leitores de livros eletrônicos são muito leves, finos e tem as altura e largura de um livro de tamanho médio ou, no máximo, de uma revista. A tecnologia de suas telas simula com perfeição a aparência de um livro de papel, graças à chamada “tinta eletrônica”. Eu ainda não tive a oportunidade de ver um desses aparelhos pessoalmente, mas quem já viu garante que é muito semelhante a um livro. As telas não emitem luz, então a maioria desses leitores digitais só pode ser utilizada em lugares bem iluminados, como se fosse um livro de verdade. Mas o Reader, da Sony, vem com um sistema de iluminação embutido (como o dos celulares) que permite ao usuário ler em ambientes com pouca luz ou mesmo no escuro. Outras funcionalidades desses aparelhinhos são as baterias de longa duração (dias sem precisar recarregar), a leitura (em voz eletrônica) dos textos, capacidade de armazenar audiobooks e até música em mp3. Você ainda pode fazer anotações nas páginas do livro eletrônico usando o teclado virtual e imprimir tudo (inclusive suas notas) através do PC.
A Amazon fez um convênio com grandes editoras, seis universidades e alguns jornais, como o The New York Times, para que o Kindle permita acesso wireless a uma infinidade de conteúdos, parte deles gratuito, parte pago, como a assinatura do jornal citado. O bom e velho PDF também é suportado, mas acessar conteúdo via internet sem fio é só para quem mora nos EUA, por enquanto.
Já a Sony, uniu-se à Google e oferece acesso a mais de cinco mil livros de domínio público, tanto pelo Reader quanto pelo computador pessoal, desde que seja instalado no PC o software da Sony que vem com o Reader.
O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, já comunicou um plano para substituir todos os livros das escolas de ensino médio por versões digitais que serão lidas pelos alunos em notebooks, desktops e nesses leitores de livros eletrônicos. Isso representa uma economia enorme para o governo. Imaginem quanto dinheiro poderia ser economizado todos os anos, no Brasil, se todos os livros didáticos das nossas escolas públicas fossem digitalizados. E que maravilha seria se todo o acervo de livros da UFPE fosse digitalizado e os alunos não precisassem mais tirar xerox e brigar à tapa por exemplares nas bibliotecas. Cenário fantasioso? Hoje, certamente. Mas talvez não o seja em um futuro próximo.
Na minha visão, e pela minha experiência como estudante e como designer instrucional, esses leitores de livros eletrônicos precisam ainda evoluir um pouquinho para que se tornem de fato uma opção 100% melhor que os livros de papel e o notebook. Pelo menos três funcionalidades precisam ser acrescentadas:
- Telas coloridas - atualmente as telas são monocromáticas, deixando a desejar quando se quer ler uma revista ou um livro com imagens em cores.
- Suporte a PDF’s multimídia - hoje, os PDF’s suportam aplicações interativas em Adobe Flash embutidas, vídeo e até manipulação de objetos em 3D. Para quem trabalha com produção de objetos de aprendizagem (material didático multimídia) os novos PDF’s são tudo!
- Pelo menos mais duas telas retráteis - a tela única dos aparelhos só permite visualizar uma publicação de cada vez, mas quem freqüenta biblioteca sabe que não é raro ficarmos com três ou mais livros abertos ao mesmo tempo quando estudamos ou redigimos um texto. Se esses leitores eletrônicos oferecessem mais duas telas retráteis, seria possível consultar três publicações simultaneamente, facilitando o estudo.
Amanda Costa é designer instrucional e graduanda em Pedagogia pela UFPE
Fonte: postado em http://eimidia.com/blog/?p=48
7 de ago. de 2009
A tecnologia e a educação de mãos dadas
Para implementar os Programas Educacionais, a Microsoft tem realizado parcerias com universidades e instituições que se destacam no estudo e aplicabilidade do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para intensificar a inclusão digital e social.
Agora, essa experiência acumulada está à disposição de escolas e professores interessados em renovar sua prática pedagógica. Todos os conteúdos dos Programas Educacionais Microsoft (apostilas, livretos, vídeos, sites, cursos e produtos voltados à educação) estão reunidos em um mesmo espaço: o site Conteúdos Educacionais - www.conteudoseducacionais.com.br
Os conteúdos estão disponibilizados gratuitamente, bastando apenas se cadastrar para fazer download dos Programas que mais interessarem.
Esses materiais estão distribuídos por áreas de interesse:
Escolas Inovadoras
- Alfabetização Digital
- Comunidade Conectada
- Programa Escolas de Tecnologia Inovadora
- Programa Escolas Inovadoras – Lumiar
- Segurança na Web
- Programa Escola Digital
- Alfabetização Digital
- Currículo Educacional
- Objetos de Aprendizagem
- Office Online
- Princípios de Aprendizagem
- Programa Aprender em Parceria
- Programa de Acessibilidade
- Programa Desafio Digital
- Programa Gestão Escolar e Tecnologias
- Segurança na Web
- Software Microsoft® Matemática
- Alfabetização Digital
- Office Online
- Princípios de Aprendizagem
- Programa Aluno Monitor
- Segurança na Web
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
19 de fev. de 2009
Debate sobre as mudanças do século XXI
Navegando por ai na internet encontrei esse vídeo da Peabirus: Videos da Comunidade Comunidades de Colaboração e Conhecimento - C5 onde após assistir me lembrou que pode acrescentar mais alguns questionamentos bem interessantes ao nosso debate. Assista ao vídeo e depois vamos ao debate.
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Agora que você assistiu ao vídeo, aqui estão os questionamentos gerados pelo vídeo. São eles:
1 - Como está o mundo hoje com o uso da mídia digital?
2 - Que transformações estão por vir?
3 - Como devemos preparar nossos estudantes para o século 21?
4 - A escola esta preparada para toda essa revolução?
5 - Como "desengessar" a escola?
6 - Se não há mais separações entre material\imaterial, real\ideal, virtual\atual como a escola e os profissionais atuarão?
As respostas geradas são o inicio para o entendimento de uma necessidade de mudança urgente na pratica pedagógica e na formação inicial dos professores alem de uma reformulação PROFUNDA no modelo de escola e sua relação com o aprendizado.
Então caro amigo leitor: Inicie esse debate.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
5 de fev. de 2009
Biblioteca Digital Camões disponibiliza 1.200 Documentos Online
Com o lançamento de Biblioteca Digital Camões, o Instituto Camões (IC) disponibiliza online cerca de 1.200 documentos da cultura portuguesa dos últimos cinco séculos. A partir de agora estarão disponíveis online textos literários, pautas musicais e ensaios e estudos científicos, entre outros, perfazendo um conjunto de mais de 1.200 documentos referentes aos últimos cinco séculos da história de Portugal, que antes eram de acesso condicionado. Outra novidade é que os documentos podem ser descarregados para o computador ou para dispositivos móveis, sendo possível, desde já, descarregar "Os Lusíadas" para o celular.
A seção aprender tem uns livro narrados e animados bem legais, olhe aqui neste link ( http://cvc.instituto-camoes.pt/aprender-portugues/a-ler/era-uma-vez-um-rei.html) e vejam se não tenho razão.
A Jenny e a Tati vão amar.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
15 de jan. de 2009
O mito do apartheid digital
"A tecnologia da informação começa a ser o caminho mais econômico para o estudante pobre, que não tem dinheiro para comprar livro, e por isso procura ler na tela do computador"
Quando falamos da "brecha digital", separando os pobres dos ricos, é preciso cautela para não generalizar. Há logo um contra-exemplo. Na telefonia é o contrário. O rico tem telefone fixo, que é analógico. O pobre tem o celular, que é digital.
Mas está aparecendo outra inversão que, além de surpreender, é crítica para o futuro da educação. Visitei um curso de tecnólogo em administração na periferia de São Paulo. Dificilmente se encontraria no Brasil um curso superior cuja clientela tenha uma origem social mais modesta.
Em uma sala de aula, com mais de trinta alunos, perguntei quantos não tinham acesso a computador, fosse em casa ou no trabalho. A resposta surpreendeu, pois apenas um não tinha.
| Ilustração Ale Setti |
Discutindo a resposta, os estudantes enfaticamente mencionaram sua importância. Insisti na pergunta: por que o computador seria tão importante? A nova resposta foi ainda mais inesperada. Afirmaram que o computador era vital, pois, sendo eles muito pobres, não podiam comprar livros. As obras requeridas para fazer o curso estavam acima de sua capacidade financeira. Se tirassem cópias dos capítulos que necessitam, fariam alguma economia, mas não tanta.
Em outras palavras, com a disponibilidade crescente de leituras na internet ou em bibliotecas virtuais, o computador está se tornando uma forma de acesso mais viável do que os materiais impressos (além de ter outros usos). Note-se que, segundo o Exame Nacional de Avaliação de Desempenho dos Estudantes (Enade), 92% dos alunos do ensino superior têm acesso a computador (mas só dois terços o possuem).
Os estudantes de maiores posses compram livros e podem tirar fotocópias. Mas os mais modestos não podem se permitir tais luxos. Se tiverem acesso a impressoras, poderão imprimir o que encontram na internet. Entretanto, os cartuchos das impressoras são caros, e eles acabarão gastando o mesmo que em livros ou xerox. Portanto, a solução mais econômica é ler na tela do monitor.
Cada vez mais, torna-se possível encontrar no mundo labiríntico da internet leituras requeridas nos cursos superiores com menor risco de chafurdar e se perder na babel de informações pouco filtradas e de qualidade duvidosa.
Do lado do papel, há um círculo vicioso. Os livros do ensino superior têm tiragens limitadas. Pior: alguns são enormes, grandes demais para ser estudados de ponta a ponta. Por tais razões, os livros são caros. Sendo caros, poucos os compram – nem sequer as bibliotecas possuem recursos para escapar da mediocridade de seus acervos e oferecer um número suficiente de exemplares.
E não há mais de um exemplar na biblioteca dos artigos de periódicos indicados na bibliografia. A solução é a cópia do artigo pelo aluno. Mas é caro. E, para evitar pecados contra os direitos de propriedade intelectual, o leitor tem de ser o próprio copista.
Para os que podem, o papel é o luxo de consumo. Para os que só conseguem acesso a um computador, a solução digital é a mais barata. É a nova brecha, deixando o rico com a solução analógica (papel) e o pobre com a digital. Espontaneamente, a tecnologia da informação começa a ser o caminho mais econômico. Pobre tem de ler na tela. Muitos não acham confortável. Mas é como o transporte coletivo: chega lá, embora seja menos conveniente.
Haveria como baratear os livros. O governo poderia subsidiar sua compra ou negociar preços melhores. Mas, na prática, nem os livros do ensino médio são oferecidos pelo Estado.
Alunos de faculdade, se têm recursos, gastam por ano o mesmo que custa um computador usado (entre 500 e 800 reais). Portanto, uma linha mais imediata e promissora é barateá-los ainda mais, diante do novo desafio da eqüidade. A nova brecha digital é entre os menos ricos que têm computador e os que não o têm. Os mais ricos não precisam de computador, pois podem comprar livros.
Mas talvez a providência mais urgente seja dar acesso aos estudantes às versões digitais de tudo o que precisam ler na faculdade. Hoje se compra na internet, baratinho, música para o iPod. Por que não se podem comprar, também baratinho, capítulos dos livros indicados?
Cláudio de Moura Castro é economista
(claudiodmc@attglobal.net)
29 de dez. de 2008
Eu sou um guerrilheiro e faço parte da revolução
Por Marco Gomes
Eu sou um revolucionário, faço parte da revolução digital.
Estamos mudando a forma como as pessoas se relacionam e se comunicam, destruindo monopólios e inventando maneiras de interagir.
Nós fazemos com que músicos não precisem assinar com gravadoras para ter seu trabalho divulgado, sequer precisam ir a programas de TV domingo à tarde. Bandas de incrível sucesso mundial liberam suas criações num sistema “pague o quanto quiser pelo álbum”. Centenas de milhares de músicas são armazenadas num espaço físico que antes não caberia uma única faixa de LP. Essas músicas são facilmente filtradas, classificadas, buscadas, e, o mais importante: compartilhadas com outras pessoas.
Aparelhos móveis inteligentes nos ajudam a acabar com prisões ilegais. Apresentam mapas com detalhamento que, nos anos 70, seriam considerados problema de segurança. Com um smartphone conectado à internet posso fazer mais que todos os computadores de 20 anos atrás juntos. Trocando mensagens de texto rapidamente conseguimos organizar eventos que aparentam não ter objetivo claro, mas têm: mostrar que podemos.
Propagandas em horário nobre concorrem com anúncios de texto espalhados em milhões de sites pessoais. Empresas resolvem entregar seus produtos a consumidores influentes sem exigir nada em troca, apenas pela oportunidade de criar uma experiência. Anúncios publicitários criados por nós têm mais impacto que muitos anúncios profissionais. O conteúdo que criamos mete o pé na porta dos canais de televisão, o mainstream deu lugar ao underground.
Produtos que vendem pouquíssimo passam a ter importância no faturamento de grandes lojas; a massa de itens que vende pouco pode continuar disponível para venda, alimentando um renascimento da cultura heterogênea. Conseguimos músicas, séries de TV, jogos e todo tipo de entretenimento sem pagar por isso. O próximo passo serão as viagens de avião gratuitas. Nós importamos sem ficar presos a legalidades fronteiriças, não por má fé, mas como forma de protesto. Queremos um mundo sem barreiras comerciais (as culturais nós já derrubamos).
Nós fazemos muitos hiperlinks, recriamos conteúdo já existente, misturamos animê japonês com música infantil norte-americana, colocamos contrabaixo no duo guitarra-bateria vermelho e branco, misturamos o álbum preto com o álbum branco. Recriamos nosso idioma, inventamos novos e mantemos os antigos vivos. Remixamos cultura. É como Larry Lessig disse: “Vocês nos aceitam ou nos criminalizam. Nos mostram para o mundo ou nos mandam para o underground. Vocês só não conseguem nos parar”.
Terremotos imprevistos são anunciados ao mundo no momento em que estão acontecendo. Em menos de 140 caracteres surgem amores, amizades, intrigas, piadas, eventos, histórias. As pessoas passam a se conhecer pelo que falam, levamos a amizade a uma escala global, ignorando limites traçados no solo, não há solo.
Obrigamos jornais e revistas a liberar grátis seu conteúdo, antes só acessível sob pagamento. Fizemos com que milhões de vídeos caseiros tenham valor comparável à reservas infinitas de minério. Nossos jogos movimentam mais dinheiro que o cinema.
Nós destruímos a formalização do ensino. Desprezamos títulos e valorizamos ações. Não nos reconhecemos pelos nossos PhDs, mas pela energia que agregamos à comunidade. Por nossa causa o governo fechou cybercafés próximos a escolas. Preferimos usar a internet a ficar trancados numa cela seguindo um modelo de ensino milenar. Nós aprendemos idiomas, linguagens de programação, história, ciência e qualquer coisa que nos interesse sem ajuda de instituições de ensino. Nós não precisamos de autorização para nada.
Muitas das coisas que fazemos não são inéditas, mas nós estamos agindo numa escala global. Computadores são cada vez mais baratos, em breve serão gratuitos e não haverá discriminação no acesso à informação.
Eu sou guerrilheiro nessa revolução. E você?Sobre o autor
Marco Gomes (eu@marcogomes.com) projeta produtos para internet, é designer e programador de interfaces, empreendedor profissional, diretor de tecnologia da boo-box e mantém um blog pessoal.
12 de dez. de 2008
Multimídia susbtitui livro na sala de aula
Programas substituem o material didático convencional e permitem maior interação do aluno com o conteúdo
Por Karla Spotorno
| Crianças reagem bem às mídias digitais e se tornam protagonistas de seu próprio aprendizado |
Nada de carregar mochilas pesadas cheias de livros de todas as disciplinas. Na escola do futuro, o aluno terá de levar apenas seu caderno ou um pequeno laptop, como o modelo Classmate. As aulas serão dadas com material multimídia, exibido em telões ou lousas eletrônicas. Os exercícios de matemática poderão ser feitos no laboratório de informática da escola, se os alunos não tiverem cada um seu pequeno PC, ou até mesmo em folhas impressas diretamente do kit multimídia.
Essa descrição pode parecer coisa de um futuro distante. Mas não é. A substituição do livro didático em sala de aula é possível hoje mesmo. E num colégio do interior paulista, começará já no próximo ano letivo. “A opção de substituir o material impresso por outras mídias está de acordo com a necessidade da geração de crianças que estão agora na escola”, afirma a psicopedagoga Claudia Alvarenga da Escola Esfera de São José dos Campos (SP). A experiência começará nas turmas do primeiro e segundo anos do ensino fundamental. Nas aulas de matemática e de inglês, as professoras não utilizarão livro-texto ou de exercícios: apenas o software multimídia.
Sem papel
Substituir os livros seria um retorno à transmissão oral do conhecimento, à era pré-livro?
“Definitivamente, não”, responde a coordenadora de ensino fundamental da Escola Esfera. O uso de material multimídia permite maior interatividade do aluno como conteúdo. “Ele se torna protagonista de seu próprio aprendizado”, diz Claudia. O estudante é estimulado constantemente a refletir sobre o conteúdo, percebendo se apreendeu adequadamente ou não. A forma de ensino diferencia-se muito da tradicional, em que o professor fala, o aluno escuta e repete, além de copiar, muitas vezes, o que foi escrito na lousa.
Além disso, ao trabalhar com uma mídia muito semelhante à dos videogames, o aluno tende a se frustrar menos com seus erros e aceita mais facilmente refazer exercícios. “Assim como nos jogos eletrônicos, toda vez que erra, a criança lê a mensagem tente novamente, faça mais uma vez”, diz Claudia. Nos games, a criança repete a mesma fase do jogo diversas vezes a fim de avançar por várias etapas e chegar ao final.
Livros x Multimídia?
O fato de a mídia eletrônica ter condições de substituir o meio impresso não significa que o fim dos livros se aproxima. “Não consideramos os livros obsoletos. Pelo contrário, eles precisam ser mantidos”, diz Claudia.
A Saraiva, uma das editoras que produz e comercializa material multimídia, defende que os meios impresso e digital não são excludentes. “O livro e a sua portabilidade são essenciais ao aluno”, diz Maurício Fanganiello, diretor de Planejamento e de Educação Multimídia da Editora Saraiva. Na editora, cujo faturamento depende majoritariamente do produto impresso, os produtos das duas mídias sequer competem por clientes. “A missão da editora é prover conteúdo, independentemente da mídia”, afirma o diretor.
Conteúdo digital: aluno se frustra menos com erros
Barreiras
A aceitação desse tipo de mídia por escolas ainda não pode ser considerada fácil. Especialmente quando a proposta é substituir o livro didático pelo material digital, a resistência chega em razão de dúvidas e perguntas dos professores diante de uma nova forma de transmitir o conhecimento. A venda do produto pela Editora Saraiva é feita por uma equipe multidisciplinar. “A venda começa com a visita de uma consultora pedagógica à escola”, afirma Fanganiello.
Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG85464-16628,00.html
18 de nov. de 2008
Vídeo digital na sala de aula
O conhecido adágio "uma imagem vale por mil palavras," cada dia é mais válido na medida em que aquela imagem em movimento e tem também tem a capacidade de criar, não necessariamente com recursos tecnológicos sofisticados e dispendiosos e que faz hoje em nosso mãos. Tecnologia que permite que os alunos possam usar tanto multi-media materiais produzidos por outros, tais como produzir seus próprios vídeos. A produção de videoclipes em ensino suporta a maioria das matérias no currículo porque fornece estudantes com valiosas oportunidades de aprender e desenvolver as capacidades intelectuais no entendimento de ordem superior, o que favorece os alunos atuando como programadores e designers para alcançar um aprofundar os temas de estudo, enquanto que as ajudem a desenvolver, tanto no pensamento visual (gestão de espaço e de imagem), como na literatura mediática.
Mas para o vídeo digital tem um significado real na educação, a sua utilização em sala de aula deve estar vinculado ao currículo. Linguagem, por exemplo, pode combinar as imagens e clipes de vídeo de fundo para criar uma narrativa documentários que dão vida a uma história; actividades deste tipo, conhecido como Digital Storytelling, favorecendo a capacidade de concepção e de síntese, para além de contribuir para o desenvolvimento de competências em literacia mediática.
A gravação de um vídeo do movimento dos objetos, torna mais fácil para os professores de Ciências Naturais e Matemática incorporar na sala de aula uma verdadeira investigação para permitir que os alunos, com a ajuda de software especializado, tanto para melhorar a compreensão dos conceitos da física, como fazer gráficos, matemática e problemas numéricos e de dados do mundo real. Para um exemplo concreto dessa utilização, recomenda-se a ver o artigo "Análise de vídeo: Matemática exploração da realidade."
Também é desejável a utilização da questão a ser abordada quando não descrever em palavras, mas o que é mostrado através de um vídeo, que é ilustrado com fotografias e é acompanhada por um texto de apoio, tais como os experimentos de física e Química. Ou VideoPaper Builder 3, Ferramentas gratuita, permite que professores e alunos para uma captura de vídeo em ambos os experimentos ou como prática de ensino e descolamento de particionamento.
Artes educação é um tema sobre o qual você pode usar o vídeo como uma ferramenta de expressão, sobretudo se tivermos em conta que a mídia atual ambiente exige que as pessoas pensam e comunicar, designers e artistas. De acordo com Jason Olher, respeitado diretor de programas de Tecnologia Educacional da Universidade do Alasca, vídeo, imagens, música e animações são ferramentas poderosas para comunicar idéias de forma eficaz, e se esses elementos são apoiados pelas TIC, Arte torna-se uma ponte crucial para compreender tanto a mídia tradicional e as novas mídias digitais. Sob a abordagem proposta pela Educação Artes Dr. Ohler, quem vê-la como crucial quanto junto com redação, leitura e aritmética, que prepara os alunos para trabalhar em avaliar criticamente vídeo feito pelos outros, para expressar a mesma meia com suas idéias e emoções.
Além disso, os novos meios de comunicação oferecem e oferecem uma infindável número de postos de trabalho para os designers gráficos, operadores de câmara, músicos, coreógrafos, muitos consultores e outros profissionais das artes criativas e agora esta é uma realidade que terá mais forte no futuro e de tomar cuidado, o ensino primário e secundário deverão começar a agir imediatamente.
Por outro lado, no contexto de Alfabetização na mídia, para desenvolver um serviço de comunicação social, desenvolver uma campanha de marketing para uma atividade escolar ou documento boas ou más práticas cívicas do corpo discente são atividades que contribuam efetivamente para compreender como a utilização de técnicas comunicação visual (iluminação, composição, o ângulo câmara de vídeo, edição, utilização de acessórios, linguagem corporal, símbolos, etc.) influenciam os diferentes significados que podem roubar uma mensagem. Através da compreensão da gramática, sintaxe e metáforas usadas pelos meios de comunicação social, nomeadamente sobre a linguagem visual, os alunos não só irá ser menos suscetíveis à manipulação por aqueles, mas eles claramente aprecio o trabalho que está subjacente a sua construção [2] .
Nesse sentido, como as experiências de aprendizagem ao Fórum, com a presença de estudantes da Faculdades Bolivar Cali, Colombo e do Instituto Britânico de Nossa Senhora da Assunção (INSA), constituem áreas nas quais prática da democracia e também permitir verificar que, quando os estudantes realizar vídeos, de experiências sobre os desafios enfrentados um produtor de mídia e entender claramente a importância de trabalhar como um grupo. O professor Jonathan Wallis (Colombobritánico), que junto com Jane Harris (Bolívar) levou o Learning Fórum, acredita que não há melhor maneira de se preparar para interagir com os meios de comunicação que saber como construir estas e é precisamente isso que estabelece uma ligação com o entendimento da democracia. A utilização conjunta de câmeras de vídeo digital, com a edição de software, pode integrar facilmente em Media Literacy projetos que podem ir desde representando uma história, para criar um vídeo documental.
No que diz respeito às Ciências Sociais, cada dia aumenta o número de chances de receber vídeos considerados hoje como histórica. Exemplos disto são o serviço do Google Video e YouTube, e não apenas ferramentas para localizar vídeos, mas permitir a visualização no navegador sem exigir o download ou usar software especializado para fazê-lo. Uma atividade poderá ser o de localizar um vídeo histórico e estudantes presentes ao analisá-lo, então eles devem fazer os seus próprios vídeos, como estudar e construir uma narrativa histórica na natureza visual dessa revisão, em comparação com o tema escolhido, O conceito de mudança através do tempo. O vídeo serviços prestados pela Google e do YouTube são possíveis graças a uma tecnologia conhecida como "streaming" [1], que nasceu há 10 anos, em resposta a uma largura de banda suficiente para transmitir material multimídia através da Internet. Essa tecnologia se tornou, com o aumento da largura de banda, uma excelente opção para fornecer aos utilizadores da Internet partilham e utilizam materiais em vídeo.
Finalmente, temos uma lista do número de casos em que a disponibilidade e a utilização de uma câmara de vídeo enriquece várias atividades escolares:
- Para vídeo documento sobre os procedimentos que devem ser seguidos os alunos em situações de emergência (incêndios, terremotos, enchentes, etc.)
- Gravar apresentações na/da escola, passeios, eventos especiais, passeios, visitas de especialistas e assim por diante.
- Recolher situações reais de trabalho sites para analisá-las em sala de aula.
- Trocar experiências ou atividades levadas a cabo por especialistas, que são perigosas ou caro para os alunos da instituição.
- Mostrar que os estudantes adquiram as competências rapidamente para observação.
- Gravar e analisar apresentações por professores ou alunos.
A seguir, os principais características de uma câmara de vídeo digital, que devem ser tidos em conta na tomada de uma decisão de compra certa. Hoje existem centenas de possibilidades, muitas delas com a opção de tirar fotografias. Por isso, temos de avaliar muito bem qual é a alternativa que melhor corresponde aos objetivos prosseguidos pela Instituição Educacional para não pagar a câmara de vídeo para funções que não vão utilizar.
Formato do meio de gravação
Esse recurso refere-se ao ambiente físico em que a câmara de vídeo a gravação das imagens. É atualmente disponíveis no mercado três tipos de câmara de vídeo digital no intervalo amador: miniDV, DVD, HD e SD. É importante para saber a disponibilidade local e do custo de gravação, tais como media isso teria um impacto direto sobre a organização logística que as instituições educativas devem obedecer a fim de efetivamente utilizar o vídeo.
Um aspecto é o ambiente físico em que os vídeos gravados (MiniDV, DVD, SD) e um outro formato de arquivo em que estes são gravados no meio. Existem diversos formatos digitais para armazenar vídeos, entre os mais populares têm DV, AVI, MOV, MPEG, WMV e Flash Video [3]. No entanto, DV é o mais utilizado desde a miniDV filmadoras são as mais comuns no mercado e utilizar este formato.
Verificar o que é importante utilizar formatos de gravação ou o que uma câmara de vídeo digital como este incidente e posterior utilização que lhe querem dar o software a ser utilizado para editar.
A lente
Uma característica fundamental é a lente em filmadoras e, o ponto mais importante é o "zoom" óptico. O "zoom", é o recurso que facilita a aproximação entre uma imagem centrada, sem ter que mover ao redor do local. Mas não ser confundido, porque existem dois tipos de "zoom" ou aproximação: as ópticas e digitais. O "zoom" sobre a imagem óptica através de um movimento interno da lente, por isso esse tipo de abordagem é real e não está a diminuir a qualidade de vídeo. O poder do "zoom" mede-X (aumentos) e diz-nos quantas vezes nós podemos aproximar a imagem, por exemplo, quando nos aproximamos de uma casa que está localizada a uma distância de 4.000 metros com uma câmera de vídeo para "zoom" óptico 12x, a amplificar ao máximo a imagem que vemos como se estivéssemos a pé 333 metros da casa (4000m / 12x = 333m).
Por sua parte, o "zoom" digital consiste de uma reaproximação "artificial" da imagem que normalmente tem efeitos negativos sobre a qualidade deste. Quando nos aproximamos da mesma casa com uma câmara de vídeo digital 800x zoom, para amplificar o máximo que vemos a imagem como se estivéssemos a 5 metros da casa (4000m / 800x = 5m), mas por ser uma abordagem digital, a imagem perde nitidez .
A imagem da esquerda é uma tomada de vídeo a uma distância de 3,3 metros utilizando um "zoom" digital 100X; nota os pixels. A imagem à direita corresponde a uma tomada de vídeo com um "zoom" óptico 10X a partir de uma distância de 1,3 metros.
A partir do exposto, é evidente que o valor de "zoom" óptico (zoom óptico) é a única que realmente funciona como um ponto de comparação entre duas ou mais câmaras de vídeo digitais.
Sensor
O CCD é um chipset que reage à luz e é o responsável pela "capturar" as imagens que passam através da lente em forma de vídeo. Sua qualidade depende do estatuto final do vídeo. Sua estrutura é reticulada, e cada um dos seus pontos é um elemento sensível à luz. O maior número de pontos possível capturar o CCD, melhor será a qualidade do vídeo. A resolução, ou número de pontos que compõem cada quadro do vídeo, é calculado multiplicando o tamanho do CCD expressas em pixels, de acordo com o número de linhas de sensores lá.
A resolução que é utilizado no DVD é 720x480 pixels para NTSC [4] e 720 x 576 em PAL [5], onde o primeiro número indica a largura do vídeo e do segundo jogo. Quanto maior for a resolução, maior poderá ser a imagem sem perder qualidade. Por outro lado, e tão elucidativa, a resolução do sinal de TV é 640x480 pixels ea nova televisão de alta definição (DHTV) é 1280x720 pixels ou 1920x1080 [6].
Estabilização da imagem
Esse recurso impede que a imagem tiemble ou agitar. Para as pessoas com pulso forte ainda, é difícil conseguir imagens estáveis quando se usa o "zoom" ao máximo, a menos que a funcionalidade da câmara de vídeo tem imagem estabilização.
Sensibilidade à luz
Este é um elemento muito importante em uma câmera de vídeo como muitos tiros devem ser realizados em recinto fechado com má iluminação. Recomenda-se a ligar o maior número possível de luzes, para que a câmera pode se concentrar mais rapidamente. Uma boa idéia é testar a filmadora, no momento da compra, pelo menos esclarecidos lugar que você encontrar na loja para verificar seu desempenho em ambientes escuros.
DISPLAY LCD
Existem duas maneiras de exibir a imagem a ser gravada na câmara de vídeo: através do visor ea tela LCD. Este último é uma peça que serve duas finalidades básicas: para ver o que está indo para gravar e ler as gravações feitas. A maioria das telas LCD das câmeras agora estão autorizados a usá-las como tátil e painel de controle para operar determinadas funções da câmera.
Por um lado, o display LCD torna a visualização daquilo que está indo para queimar a fim de determinar a qualidade da imagem e da capacidade de alterar alguns parâmetros para melhorar a gravação, mas por outro lado, há que ter em mente que a sua utilização consumir um determinado carregamento completo, por isso, quando Amor é tributar, em seguida, tenho de proceder adaptações necessárias, é aconselhável fazer a abordagem de telespectadores. Uma vantagem clara para ver ou fazer que é tributado através do display LCD . É nesses casos a ser tributadas a partir de um ângulo diferente para uma linha de visão. Por exemplo, tributar um tumulto de pessoas acima de , visualizar o display. Você pode ver ou está a ser tributados, mesmo com uma câmara incorporada
MICROFONE
A maioria das filmadoras têm um padrão microfone. É altamente desejável que a câmara de vídeo é uma contribuição para microfone externo, o que reforça a qualidade do som em ocasiões especiais, tais como concertos, palestras, etc.
MICROPHONO
PESO / TAMANHO
Entre os mais pequenos e mais leves, mais portáteis será a câmara de vídeo. Este factor é considerado importante porque facilita ou dificulta a realização de gravações no exterior da Instituição Educacional. Embora seja verdade que a ótica da câmara tem especificações mais baixas do que nas pequenas câmaras em geral, mais pequenos e os modelos económicos funcionam muito bem para fins educacionais que foram procurados com a introdução desta tecnologia em escolas e colégios. Além disso, com muito pequenas câmeras de vídeo têm de ser cumpridas devido a considerações de segurança que são presas fáceis para ladrões.
DURAÇÃO DA BATERIA
A bateria é crítica a duração da carga é um aspecto fundamental a ter em conta. É importante perguntar se a duração indicada no catálogo inclui o consumo de energia através da manipulação da câmera (zoom, iniciar, parar, desligar, por sua vez, vêem gravações, etc.) Em geral, os fabricantes relatório, o tempo de duração da bateria em condições de gravação contínua e sobre um ponto fixo. Isto significa que muito provavelmente o tempo real de gravação é inferior a indicada.
Existem basicamente três tipos de baterias: níquel-cádmio (NiCad), níquel-metal (NiMH) e de íons de lítio (Li-Ion). Este último está se tornando a norma. Duas baterias de um mesmo tipo podem ter diferentes taxas de tempo determinado em miliamperes (mAh), entre o maior número de mAh, a bateria irá durar mais tempo. Na época das gravações, certifique-se que os estudantes que vão ter de usar a sua filmadora baterias de reserva e de ter cobrado anteriormente em mãos o cabo para conexão a uma tomada elétrica.
FOTOS
A maioria das filmadoras digitais permitem capturar imagens estáticas e armazená-los em formato fotografia. Esta função amplia as possibilidades da equipa, porque com apenas um dispositivo pode abranger tanto as possibilidades.
É importante assegurar que a câmara tem a possibilidade de ser ligado a um computador, quer através de uma porta USB, uma conexão chamado i.LINK (Firewire) ou qualquer outro compatível com o computador no qual estão a ser editado vídeos.
Entrada analógica
Formatos de vídeo Betamax, Super VHS e VHS são uma coisa do passado, o que hoje é o vídeo em formato digital. Vários fatores têm dado um forte impulso para o vídeo digital. Entre eles, destacando a qualidade das imagens resultantes (mais de 500 linhas de resolução, enquanto manipula uma VHS 250 linhas) e fácil de usar vídeos como um recurso multimídia em vários programas de computador (apresentador multimídia, processador de texto, VideoPaper touro , Etc.) .. Além disso, o vídeo digital pode ser jogado para trás, para frente ou para trás, sem os meios de se deteriorar, tal como acontece com fitas VHS. Outra vantagem é que, ao serem armazenadas na forma de arquivos, a sua transferência para o computador e fazer cópias dos mesmos, não significa perda na qualidade, por isso, se isso acontece quando você faz cópias de fitas VHS sucessivas.
Infelizmente, muitos materiais educativos em vídeo estão registradas nestes meios de comunicação para que apenas uma especialidade poucas lojas vendem flores. Segundo os peritos, até 2010, o VHS completamente desaparecem do mercado, como aconteceu com as músicas gravadas em discos de acetato. Para recuperar esses materiais e passo para abrir uma nova oportunidade para melhorar ambientes de aprendizagem, valeu a pena explorar a possibilidade de adquirir uma filmadora digital e executar atividades e projetos em diversas áreas para melhorar aprendizagem aluno especial em algumas disciplinas.
É vantajoso ter uma filmadora que tem entrada analógica que permite a conversão de uma gravação de uma fita VHS ou Hi-8 para um disco DVD ou de um cartão SD. Esta é uma boa opção para digitalizar gravações antigas e ser capaz de fazer edições para o computador. Basta ligar a saída de um computador VHS, Hi-8 ou uma camcorder analógica, que jogou uma fita em um desses formatos, a entrada analógica da câmara de vídeo digital, que será gravado em DVD ou miniDV Dependendo do tipo de câmera que você usa.
Esta opção salva o custo de aquisição de computadores e instalando em uma placa de captura de vídeo e do complexo processo de gravação de vídeo, o que exige tempo e conhecimento para o resultado a ser otimizado.
MODELO
Há várias características que devem ser tidas em conta na tomada de uma decisão de compra certa. Em um esforço para facilitar esse trabalho, nós oferecemos o seguinte modelo imprimível PDF (56KB) usada para comparar as diferentes marcas e referências (modelos) de filmadoras digitais.
http://www.eduteka.org/pdfdir/VideocamaraDigitalPlantilla.php
* A Sony
* Canon
* JVC
* Samsung
* Panasonic
Notas do Editor:
[1] streaming ", que remete para ver ou ouvir um arquivo diretamente em uma página da web sem ter de baixá-lo para seu computador ou instalar nenhum software especial. Fue concebido como una estrategia sobre demanda para la distribución de contenido multimedia a través del Internet. Apareceu em 1995 com o lançamento do RealAudio 1.0. Como os arquivos de vídeo tendem a ser grandes e fazer download como um pacote completo é lento se você não tiver uma conexão banda larga à Internet, esta tecnologia permitia conexões de 128 Kbps pode ser visto, aceitavelmente, especializada em sites de vídeos como o YouTube , Que fornece conteúdo com esta tecnologia. http://es.wikipedia.org/wiki/Streaming
[2] O Media Literacy é um quadro de referência para o acesso, analisar, avaliar e criar conteúdos multimédia, Siglo XXI, neste onipresente, por isso, é essencial que os estudantes, além de aprender a ler e escrever no sentido tradicional , "Ler" e "write" fluentemente a língua de imagens e sons de multimídia. Veja o módulo sobre o tema que são agrupados e ordenados recursos valiosos, tais como "25 Lições para a Classe Media Literacy", que atendem a todas as aulas grau níveis, abrangendo uma ampla variedade de conteúdos e temas, e permite examinar vários formatos recursos. http://www.eduteka.org/MediaLit.php
[3] Glossários de formatos de vídeo:
AVI: Sigla para Audio Video entrelaçado (Áudio e Vídeo Interleaved). É o formato padrão para vídeo digital para Windows. Indica como elas estão ligadas ao áudio e vídeo, sem especificar qual codificação foi usada.
MOVIMENTO: Arquivo extensão usa o formato Apple QuickTime.
MPEG: A sigla de Moving Picture Experts Group (Moving Picture Experts Group). Trata-se de um sistema de compressão de dados, usado com vídeos preferenciais, que oferece três principais vantagens: alto nível de compactação, a perda de baixa qualidade e compatibilidade com formatos de vídeo. Ela oferece três níveis de compressão, 1, 2, 3 e 4, quais são as diferenças na qualidade da imagem e largura de banda necessária para a transmissão.
[4] NTSC é um sistema de codificação e transmissão de televisão analógica cor desenvolvida nos Estados Unidos em 1940. Esse sistema é usado hoje nos Estados Unidos, o Japão ea maioria dos países da América Latina, entre outros países. O nome vem do comité de especialistas que desenvolveram a Televisão Nacional do Sistema (s) comité. http://es.wikipedia.org/wiki/NTSC
[5] PAL é a sigla para Phase Alternating Line (espanhol fase alterna-line). É o nome sob o qual designa o sistema de codificação utilizada na transmissão dos sinais de televisão analógica em cores na maior parte do mundo. É de origem alemã e é utilizada na maioria dos países Africano, Ásia e Europa, além da Austrália e alguns países da América Latina (Uruguai, Paraguai, Brasil e Argentina). http://es.wikipedia.org/wiki/PAL
[6] HDTV é a sigla em inglês para High Definition Television (HDTV). A tela HDTV usando uma relação de aspecto de 16:9. As imagens de alta resolução (1920 x 1080 pixels ou linhas de 720 linhas x 1280 pixels) podem mostrar muito mais detalhe em comparação com televisão analógica ou definição padrão (Standard Definition, 720 pixels x 576 linhas de acordo com a norma PAL). http://es.wikipedia.org/wiki/HDTV
CRÉDITOS:
Documento preparado pelo EDUTEKA com informações provenientes de:
* ENTER Magazine; Salvando as suas memórias; Ivan Luzardo;
* ColombiaAprende; Omar Rincon, 10 mandamentos para fazer televisão educativa;
* Terra, que ter em mente quando for comprar uma câmara de vídeo digital;
Microsoft *; Selecção da câmera adaptada às suas necessidades;
* Yahoo compras; Filmadoras digitais;
* Câmaras digitais;
* CamcorderInfo; Zoom Óptico vs. Zoom digital: Qualidade vs Quantidade;
* ENTER Magazine; Digitalize os seus filmes caseiros;
Publicação da EDUTEKA este documento em: 01 de Fevereiro de 2007.
Última modificação deste documento: 01 de Fevereiro de 2007.
Fonte: http://www.eduteka.org/VideoDigitalCamara.php
3 de nov. de 2008
Cinéfilos poderão agendar sessões pelo país
A MovieMobz, que lançou nesta segunda-feira, 7, seu site, tem um catálogo de 200 filmes digitais e uma rede de 159 salas de cinema espalhadas por 18 cidades brasileiras. O site tem parceria com uma grande distribuidora de conteúdo digital e promete resgatar o clima de cineclube para internautas, agendando salas de cinema para sessões de filmes raros ou fora de cartaz.
A página na web funciona como o Orkut ou MySpace. Os visitantes têm acesso às fichas dos filmes, com sinopses, trailers e críticas de outros usuários, além de poder contatar amigos e criar comunidades, chamadas de "Movieclubs".
As pessoas cadastradas podem participar da "mobilização", ou seja, fazer com que determinado filme seja exibido no cinema de sua cidade ou bairro. A quantidade mínima de pessoas para a sessão acontecer depende do tamanho da sala e do horário, que também vão determinar o preço do ingresso.
Por trás dessa novidade estão os dois sócios-fundadores da Rain, José Eduardo Ferrão e Fabio Lima, atual diretor-executivo da MovieMobz, e o veterano distribuidor Marco Aurélio Marcondes, diretor-geral da nova empresa.
"Uma mobilização pode ser de 10, 15 pessoas ou até 300 pessoas", explicou Fábio na festa de lançamento na noite de segunda-feira. "E pode interferir no preço do ingresso, quanto mais gente, menor o preço."
Como o site foi lançado na segunda-feira, ainda não há nenhum filme "mobilizado", agendado para uma sessão. Os diretores não souberam informar quanto tempo um agendamento pode demorar a ser feito, já que depende da procura dos usuários e da disponibilidade das salas.
Porém, no Rio de Janeiro, maior praça com 16 cinemas cadastrados, há 63 filmes "em mobilização". Uma Mulher Contra Hitler, por exemplo, já tem 10 usuários dispostos a vê-lo no Estação Vivo Gávea, embora os direitos do filme ainda estejam em negociação para projeção digital.
O site/distribuidora MovieMobz também possibilita que cidades fora do grande circuito de cinema recebam filmes atualmente em cartaz em outras regiões, fazendo com que produções independentes tenham um maior alcance, se houver demanda.
"É uma coisa inédita no Brasil e no mundo. É cinema sob demanda", afirmou Marco Aurélio, entusiasta dos cineclubes desde os anos 1970.
Ele completou que a empresa espera levar o MovieMobz para países da América Latina e Estados Unidos, onde a Rain possui salas de cinema com projeção digital.
O acervo da MovieMobz é composto por filmes nacionais e internacionais, a maioria produções independentes, com destaque para filmes de arte e clássicos. A empresa espera elevar seu catálogo de filmes para 600 até o final do ano.
Fonte: http://www.dreamdesign.com.br/portal/noticias.php?pk_not=65