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10 de abr. de 2011

Capacite-se

Olá Amigos

Atualmente o mercado de trabalho no Brasil e no mundo está cada vez mais competitivo e exigindo profissionais cada vez mais preparados para atingir e superar os novos desafios que o mundo empresarial moderno exige.



Temos hoje no mercado de trabalho uma situação inusitada: sobram vagas e faltam profissionais capacitados para ocupá-las. Mas por quê?

Por que a escola e universidades focam o desenvolvimento acadêmico e não o profissional, e o mercado está ávido de profissionais cada vez mais capacitados e altamente qualificados para esse novo mercado de trabalho.

Ai a gente se pergunta como escolher um bom curso que faça a diferença?

Quais as melhores universidades/faculdades para se matricular?

Qual o melhor curso à distância?

Qual o melhor custos x benefícios?

São muitas perguntas sobre como encontrar boas opções de Cursos Programas Empresariais que podem abrir a porta desse novo mercado.

Sempre fui um eterno defensor dos cursos a distancia, pois vejo neles a oportunidade de levarmos a qualquer lugar ou pessoa a chance de mudar o seu futuro. Existem algumas diferenças entre um curso presencial e um curso ministrado a distância que precisam ser ditas.

No curso presencial, à presença física do aluno no local em que o curso está acontecendo é obrigatória, agora já no curso a distância não a necessidade de sua presença no local, esses encontros são quase sempre através da internet. Há também os cursos semi presenciais que mesclam encontros presenciais e virtuais.

Independente do tipo de modalidade que você for escolher o importante é que o curso traga o conhecimento que você está procurando, porém cada modalidade exigirá do aluno formas diferentes de dedicação.

Como tudo na vida não vá com tanta sede ao pote, procure sempre saber o máximo possível sobre a instituição de ensino que você pretende estudar, pois essa escolha vai definir quem é quem no mercado de trabalho. A qualidade do curso está ligada principalmente a qualidade dos profissionais de trabalham para ela, por isso converse com quem faz ou já fez e tire suas conclusões.

Um bom lugar para você buscar informações sobre isso é nas redes sociais, de entrar em contato com ex-alunos. Uma analise dos novos cursos e profissões, também é muito importante, pois ninguém vai fazer um curso para uma determinada profissão em que o mercado atualmente não tenha procura. Atene-se.

Os cursos a distância são excelentes opções, eles realmente não deixam nada a desejar a nenhum curso presencial, basta apenas você se dedicar e ser disciplinado, respeitando horários e cumprindo suas tarefas. Lembre-se o sucesso é 10% inspiração e 90% transpiração.

Capacite-se ou fique de fora da festa.

Sucesso!!!

Abraços

Robson Freire

22 de mar. de 2010

McLuhan: “O MEIO É A MENSAGEM”

Com esta célebre frase , o canadense Herbert Marshall McLuhan (1911-1980) levantou uma discussão que aborda a relação entre a forma e o conteúdo na transmissão da informação.
A impressionante velocidade com que as inovações tecnológicas aparecem, colaboram, na mesma proporção, para a mudança nas relações de comunicação da sociedade.

Para relembrar:

Antigamente, tínhamos as cartas como forma preponderante de comunicação a distância. Hoje os e-mails predominam.

Antes, vídeo-cassete. Atualmente, DVDs players. Fitas-cassete versus mp3 e ipod, máquina fotográfica analógica x digital, máquina de escrever x computador, enfim, vários são os exemplos desta transformação e quebras de paradigmas.

Onde quero chegar com isso?

Uma série de fatores influenciam na recepção de uma mensagem. Palavras ditas através do telefone são diferentes das mesmas palavras ditas pessoalmente.

Quantas vezes nos pegamos duvidando do que foi dito ao telefone?  Estando frente a frente você pode avaliar o que foi dito através de sentidos que você não tem ao telefone como, por exemplo, gestos e olhares.

O estudo que proponho a seguir tem a finalidade de mostrar que a mudança do meio de comunicação altera a mensagem, ou seja, o sentimento causado ao receptor não é o mesmo quando transmitido por meios diferentes, mesmo que o texto seja idêntico.

Para exemplificar, peguemos o Jornal Zero Hora, versão digital e impressa.

zero-hora.jpg

Linearidade:Quando você pega o jornal impresso, você escolhe por onde vai começar a leitura através de uma editoria de seu interesse. Eu, particularmente, começo  pela capa, contra-capa e esportes, nesta ordem.

Na versão online, tem os links correspondentes às editorias, o que nos permite fazer esta mesma escolha. Ou seja, nós damos a linearidade que queremos na leitura. E assim é nas duas versões do jornal.

Concentração:Para ler a versão online você precisa estar disponível a frente do computador, o que, teoricamente, dá melhor poder de concentração e predisposição à leitura. Embora tenhamos que reconhecer que as vezes somos interrompidos pela curiosidade de ver e-mails ou pelo bonequinho do MSN avisando que novas mensagens chegaram.

O jornal impresso nos dá a opção de lermos  no ônibus, numa recepção de consultório ou rapidamente nas bancas. Isto tira a capacidade de atenção, pois temos que cuidar a parada pra descer, driblar os enjôos ou esperar pela chamada do médico.

Na versão online, temos comerciais que não são estáticos. Se movimentam de um lado para o outro ou aparecem repentinamente no meio da página, exigindo muitas vezes que você interrompa a leitura para fechar o arquivo. Os chamados popups. Eles também são objetos de dispersão.

Interação: o jornal da internet permite que você entre em murais, chats, fóruns e enquetes. você ainda tem a possibilidade de mandar a notícia para um amigo. Se quiser fazer isso pelo meio tradicional, também existe a possibilidade, mas terá que mandar cartas para a sessão do leitor. E sabe-se lá se vai ser recebida.

Hiperlink: a versão digital do jornal oferece a opção de navegar por outros sites através da existência dos hiperlinks. Se você tem uma dúvida ou desconhecimento sobre determinado assunto, pode se aprofundar nos links oferecidos. Ou até mesmo abrir um site e procurar sobre aquela palavra que você nunca ouviu falar.

Bem, aí estão apenas alguns exemplos de que o meio interfere na mensagem final. Por isso McLuhan dizia que o meio é a própria mensagem.

Portanto, é importante compreendermos que quando se passa de uma mídia para a outra é preciso uma reciclagem. É importante saber reconhecer a potencialidades, as deficiências e os limites de cada uma delas.

Quando você coloca uma gravação televisiva na internet ela passa a ser qualquer outra coisa, menos televisão.

Há uma remediação, ou seja, transformação do meio. Há uma nova linguagem, há um novo público, novos conceitos.  O tempo, as interferências externas, as técnicas de produção são outras e precisam ser respeitadas.

Não há um meio melhor que outro. Há sim, um diferente do outro.

Fonte: http://lucianogasparini.wordpress.com/2007/05/03/macluhan-o-meio-e-a-mensagem

5 de nov. de 2009

O Twitter na nova Educação

Texto Luciana Maria Allan

Um olhar crítico sobre os recursos tecnológicos disponíveis deve ser uma prática permanente na nova Educação


Foto: O @colband segue especialistas e repassa para os alunos as últimas tendências

O @colband segue especialistas e repassa para os alunos as últimas tendências

O Twitter é uma ferramenta de microblogging que permite a troca de mensagens, com até 140 caracteres. Provavelmente, você já leu esta definição em dezenas e dezenas de artigos. Muitos deles ensinando como redigir o conteúdo a ser compartilhado; outros questionando as funcionalidades desta rede social.

A nova Educação, calcada principalmente nos elementos humanos e na real troca de experiência, exige um planejamento preciso. Dessa forma, um olhar crítico sobre os recursos tecnológicos disponíveis deve ser uma prática permanente. Portanto, entender as funcionalidades e sua essência é requisito básico. Caso contrário, não se tem eficácia. Parece óbvio, mas poucos fazem desta forma!

Na maioria das vezes, no Twitter, mensagens sem propósitos povoam as páginas; usuários seguem outros sem qualquer critério; e links são postados sem acrescentar conteúdo. Na área de Educação, por exemplo, é comum lermos mensagens questionando a qualidade do ensino ("O ensino no Brasil tem qualidade?") ou defendendo a sua importância ("Educação é fundamental"). Mas poucas apresentam soluções ou caminhos a serem seguidos para obter resultados significativos. Talvez isso ocorra porque poucos conhecem a verdadeira utilidade das ferramentas sociais: propagar discussões e, ao mesmo tempo, oferecer elementos para o aprimoramento contínuo.

Neste contexto, as poucas ações sérias e de qualidade merecem destaque. O Colégio Bandeirantes, por exemplo, utiliza o Twitter para divulgar informações dos departamentos, curiosidades e convites. Com mais de 500 seguidores, o @colband, além de noticiar informações institucionais, segue especialistas e repassa para os alunos as últimas tendências.

Com uma proposta clara ("o nosso propósito de formação integrada valoriza o desenvolvimento de potencialidades intelectuais e afetivas dos nossos alunos"), o Twitter do Colégio Bandeirantes foi estruturado após muito planejamento e é decorrência de uma ampla pesquisa da instituição para a escolha do conteúdo a ser propagado. O resultado: alunos seguem, propagam as informações divulgadas pelo @colband e têm a oportunidade de enviar mensagens diretas para o Twitter, tirando dúvidas e fazendo considerações.

Outras instituições de ensino também estão se relacionando de forma efetiva no Twitter – embora com mais timidez do que o @colband: Parthenon (@tparthenon), com 157 seguidores; Bilac (@colegiobilac), com 90 seguidores; e Dante Alighieri (@colegiodante), com 270 seguidores.

No Brasil, ações eficazes como estas e do Colégio Bandeirantes são muito limitadas. Já no exterior, são mais evidentes. Além dos colégios aderirem à ferramenta para propagar informações, os próprios alunos estão sendo incentivados a utilizá-la. O The Guardian noticiou, recentemente, que ensinamentos relacionados ao Twitter farão parte do currículo das escolas primárias do Reino Unido.

No Brasil, essa revolução deve demorar para acontecer. Por aqui, começou, recentemente, o debate de estudos antigos, como, por exemplo, o "Can we use Twitter for educational activities?" ("Podemos usar o Twitter para atividades educacionais?", em português). Detalhe: o documento foi lançado pelas pesquisadoras Gabriela Grosseck e Carmen Holotescu em 2008, atestando, de certa forma, a falta de agilidade brasileira.

O estudo defende, por exemplo, a necessidade de se twittar dentro das salas de aulas, promovendo a rápida discussão de temas, e reforça a necessidade do Twitter ser utilizado como ferramenta educacional. Outras dicas interessantes: compartilhamento de vídeos de aprendizagem; reenvio de tweets interessantes e divulgação de mensagens com os links do site, blog ou podcast da instituição de ensino.

Não esqueça: faça enquetes, abra discussões, troque experiências com os alunos e aproveite a oportunidade para despertar o senso crítico e o poder de síntese dos discentes – uma das competências mais privilegiadas hoje no mercado de trabalho.

Mais importante do que divulgar informações é fazer com que a mensagem seja compreendida de forma clara, simples e sintética! No próximo artigo, falaremos sobre as outras ferramentas que discutem as novas tecnologias aplicadas à Educação. Enquanto isso, explore o NING. Lá, há comunidades interessantes sobre Educação, novas tecnologia e inclusão digital. Aproveite!

(*) Luciana Maria Allan é diretora do Instituto Crescer Para a Cidadania e doutoranda na Faculdade de Educação da USP. E-mail: luciana@institutocrescer.org.br

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/twitter-educacao-507544.shtml

1 de jul. de 2009

As Tecnologias de Informação e Comunicação na escola e os Centros de Recursos Educativos. Algumas reflexões.


Leonel Melo Rosa (Universidade Aberta)

Comunicação apresentada no painel “Centro de Recursos: um espaço de aprendizagens múltiplas”, II Encontro de Nacional de Centros de Recursos Educativos, Escola Secundária Emídio Navarro,

Almada, 28 de Outubro de 1999.

1- Introdução

Com a enorme influência das TIC sobre os meios de produção e comunicação, a escola precisa absolutamente de as integrar se não quer ficar definitivamente isolada. Porém, não podemos ser ingénuos ao ponto de pensar que as TIC poderão ser a panaceia para uma escola em crise, pois elas não passam de ferramentas de ensino e, como tal, tanto podem ser usadas para novas práticas pedagógicas baseadas nas pedagogias activas, centradas no aluno, como podem servir apenas para transmitir conhecimentos, seguindo um modelo tradicional, em que o professor e os conteúdos programáticos ocupam o centro do processo educativo.

Como diz Jacques Tardif, “o desenvolvimento exponencial das TIC, assim como a sua força, impedirão que a escola as trate com ligeireza e duma maneira superficial, exigindo reflexões sérias sobre as modalidades e o grau de integração (Tardif, 1998)” (1) .

2- As TIC e a “Educação para os Media”

Sou dos que acreditam que a “educação para os media” está intimamente ligada à integração das TIC na educação, pelo que gostaria de partilhar algumas reflexões.

Como diz René de la Borderie “saber informar-se e compreender os mecanismos de produção e de difusão da informação exige uma formação específica a que se convencionou chamar educação para os media”. Esta consiste na “aprendizagem dos mecanismos de funcionamento dos media, sobretudo aquele que mais influencia os jovens - a televisão - e deveria constituir uma das prioridades da nossa prática pedagógica (Borderie, 1997)” (2) .

Em todas as disciplinas, deveria ser implementada uma prática transversal da educação para os media, duma forma planeada, ampla e sistemática, do mesmo modo que deveria haver uma prática transversal da educação para o ambiente e da educação para a cidadania.

Todos os alunos de todos os níveis de ensino deveriam ser abrangidos por uma educação para os media pois, “se acreditamos que a educação para os media constitui uma das condições para a formação do espírito crítico e para o desenvolvimento da autonomia no mundo da comunicação, então é preciso que ela comece a ser realizada desde os primeiros anos de escolaridade (Borderie, 1997) (3) ”.

O mesmo se passa em relação às TIC. A sua integração deve ser feita logo no ensino pré-escolar. Para as crianças destas idades, o CD-ROM, por exemplo, pode contribuir decisivamente para o desenvolvimento das capacidades de observação e reflexão, de coordenação psico-motora ou para o despertar dos sentidos. As potencialidades do multimédia tornam-no um instrumento quase insuperável já que reúne em simultâneo a imagem, a cor, o som e ainda todos os efeitos visuais e sonoros que conseguem prender a atenção da criança. Porém, há que ter cuidado com “as ambiguidades do ludo-educativo” (Carrier, 1997) (4) , etiqueta frequentemente usada pelo marketing para atrair as crianças (ludo) e os pais (educativo) e que muitas vezes tem muito do primeiro e pouco do segundo.

Para uma maior eficácia da educação para os media, deverá haver uma coordenação entre os centros de recursos educativos, centros de documentação, bibliotecas, mediatecas (caso não estejam todos reunidos em apenas um centro de recursos), clubes, todos devidamente articulados com as estruturas directivas da escola (sobretudo na sua vertente pedagógica) de modo a que todas as acções desenvolvidas estejam devidamente integradas no Projecto Educativo da Escola.

3- Novas aprendizagens – novas práticas pedagógicas

3-1. As potencialidades pedagógicas das TIC

As práticas pedagógicas que utilizam as TIC duma forma planeada e sistemática permitem:

- o desenvolvimento de uma competência de trabalho em autonomia (fundamental ao longo da vida), já que os alunos podem dispor, desde muito novos, de uma enorme variedade de ferramentas de investigação. “Se é verdade que nenhuma tecnologia poderá jamais transformar a realidade do sistema educativo, as tecnologias de informação e comunicação trazem dentro de si uma nova possibilidade: a de poder confiar realmente a todos os alunos a responsabilidade das suas aprendizagens (Carrier, J.-P., 1998)” (5) .

- um acesso à informação com rapidez e facilidade (um dos seus principais trunfos);

- uma prática de confrontação, verificação, organização, selecção e estruturação, já que as informações não estão apenas numa fonte. As inúmeras informações disponíveis não significarão nada se o utilizador não for capaz de as verificar e de as confrontar para depois as seleccionar. A recolha de informações sem limite pode muito bem provocar apenas uma simples acumulação de saberes.

- o desenvolvimento das competências de análise e de reflexão.

- a abertura ao mundo e disponibilidade para conhecer e compreender outras culturas;

- a organização do seu pensamento;

- o trabalho em simultâneo com um ou mais colegas situados em diferentes pontos do planeta.

- a criação de sites (em colaboração com os colegas e professores da sua ou de outras escolas), a qual vai permitir que os alunos realizem:

- um trabalho de estruturação das suas ideias;

- uma organização espacial;

- uma apresentação com cuidados estéticos;

- um trabalho de descrição e apresentação que proporcionará uma pesquisa histórica, geográfica e cultural sobre a escola, o local e a região onde habitam e estudam;

- um registo de sons e imagens (fotografia e vídeo);

- uma tradução em várias línguas.

Todas estas actividades pressupõem um profundo trabalho de interdisciplinaridade cujo espaço de realização pode ser o CRE.

3-2. O papel dos CRE

Do que ficou dito atrás sobre as potencialidades pedagógicas das TIC, é fácil concluir que os CRE podem criar as condições para proporcionar que as TIC se tornem de facto numa ferramenta que contribua para práticas pedagógicas inovadoras.

A ausência de um programa escolar limitador e de momentos periódicos de avaliação e a possibilidade de uma relação mais informal entre o professor responsável pelo CRE e o aluno constituem algumas das vantagens dos CRE. Todas estas condições permitem pôr em prática com mais facilidade do que na sala de aula todas as actividades atrás indicadas. Para além das actividades já sugeridas, os CRE podem ainda desenvolver outras actividades:

É no CRE que estão reunidos, analisados e postos à disposição da comunidade escolar todos os documentos em suportes variados (verbais, icónicos, ou gráficos). Pôr estes recursos à disposição dos intervenientes no processo educativo implica que o aluno seja ajudado na sua utilização. ”Só temos boas razões para pensar que o CRE é, na escola, um laboratório de comunicação onde as imagens e os média constituem não só uma fonte pedagógica para os trabalhos na sala de aula mas também um objecto de estudo, condição essencial para uma utilização correcta como meio de ensino e de aprendizagem (Borderie, 1997) (6) ”.

1- É indispensável uma formação técnica nos campos a) das ferramentas de navegação; b) do tratamento de texto; c) da recolha de dados.

2- A formação do aluno para uma pesquisa documental multimédia implica também uma formação no campo da “construção de saberes” (Carrier; Lafage 1997) (7) . Para isso, o aluno deve aprender a:

- construir uma pesquisa a fim de obter documentos pertinentes;

- organizar e relacionar os documentos recolhidos;

- verificar a origem dos documentos;

- formular opiniões críticas;

- confrontar estas informações com as de outras fontes;

- realizar um documento de síntese.

É claro que neste trabalho de formação do aluno, o professor tem um papel decisivo. No CRE, mas também na sala de aula equipada com as TIC, cabe ao professor:

- orientar o aluno, dando-lhe pistas e objectivos concretos;

- estabelecer com o aluno uma relação baseada na confiança, no conselho e no acompanhamento;

- propor o reforço de certas noções abordadas nas aulas;

- propor a realização de projectos de investigação documental informatizada, para desenvolver a sua motivação, associar o domínio de ferramentas informáticas à procura de informações precisas, e finalmente, melhorar a sua competência de leitura.

- abordar projectos baseados na análise crítica e comparativa dos media (televisão, imprensa e Internet) de parceria com os professores de cada disciplina.

A confrontação de suportes diversos, tais como os documentos obtidos na Internet, artigos da imprensa, livros e outros documentos, permite ao aluno escolher em função da sua pesquisa, o documento que lhe parece mais adaptado. Porém, a tarefa do aluno torna-se cada vez mais complexa, com tanta variedade de fontes de informação. Por isso, uma ideia é propor-lhe a comparação dos vários suportes tendo em conta critérios de rapidez de acesso à informação, riqueza do conteúdo e validade das informações, o que lhe permitirá desenvolver o seu espírito crítico.


Além de contribuir para formação dos alunos, o CRE também pode (e deve) ser um espaço privilegiado para a formação de professores. Para que os professores deixem de “ter vergonha” (8) de utilizar as TIC, devem aproveitar os CRE para efectuarem a sua formação quer em acções de formação quer com uma prática sistemática, que poderá ser apoiada pelo(s) professor(es) responsável(eis) pelo CRE e, porque não, pelos próprios alunos.

Conclusão

Como ficou claro, a integração das TIC nos processos de aprendizagem pode constituir um factor de inovação pedagógica, proporcionando novas modalidades de trabalho na escola. Porém, a escola tem de acompanhar as transformações sociais. A escola, por natureza lenta, analítica e virada para o passado, tem de ser capaz de se tornar mais atraente, diminuindo o fosso que a separa do mundo exterior onde o aluno vai absorver grande parte das informações que lhe interessam. Cabe à escola transformar-se de simples transmissora de conhecimentos em organizadora de aprendizagens e reconhecer que já não detém o monopólio da transmissão dos saberes, proporcionando ao aluno os meios necessários para aprender a obter a informação, para construir o conhecimento e adquirir competências, desenvolvendo simultaneamente o espírito crítico.

Para possibilitar um acesso igual à informação, a escola tem de conseguir combater as desigualdades existentes à partida, dando a todos os alunos “a possibilidade de recolherem, seleccionarem, ordenarem, gerirem e utilizarem essa mesma informação” (9) .

O simples fornecimento de equipamento informático às escolas não contribui automaticamente para atingir este objectivo.

Tal como aconteceu, em muitos casos, com a utilização pedagógica do audiovisual, se não forem preenchidas certas condições, a integração das TIC no sistema educativo poderá mesmo contribuir para agravar as desigualdades sociais. E, entre outras, essas condições são:

- uma correcta e actualizada formação dos professores;

- uma utilização das TIC devidamente planeada, inserida numa ampla estratégia educativa centrada no aluno;

- uma transformação da atitude da escola (e dos professores).

Esta transformação vai exigir que os professores reconheçam que já não são os detentores da transmissão de saberes e aceitem que as novas gerações têm outros modos de aprendizagem, baseados em estruturas não lineares, completamente diferentes da estrutura sequencial em que assentam os saberes livrescos tradicionais.

Além desta inevitável mudança de atitude da parte da escola (e dos professores), termino com as palavras de Geneviève Jacquinot: “Os media só podem servir de fonte de acesso ao conhecimento se forem integrados, dentro ou fora da escola, no quadro de um projecto ou de uma metodologia. (…) É urgente definir uma nova função da escola na sociedade actual. A questão mais importante é a de saber como vamos fazer uma educação democrática para todos ou, pelo menos, para uma maioria. (…) Devemos construir um discurso sobre a nova função da escola na sociedade tecnológica e criar práticas novas. Uma “educação para os media” bem controlada, exigente, pode ajudar-nos muito nessa tarefa (Jacquinot, 1995)” (10) .

_____________________

Notas

(1) Tardif, Jacques (1998) Intégrer les nouvelles technologies de l'information. Quel cadre pédagogique?, Paris, ESF.

(2) Borderie, René de la (1997) Education à l’image et aux médias, Paris, Nathan.

(3) Borderie, René de la, op. cit.

(4) Carrier, Jean-Pierre (1997)”Les cédéroms dans le biberon : le multimédia et l’éveil des tous-petits.”, Apprendre avec le multimédia. Où en est-on?, Paris : Retz, CEMEA , p. 69.

(5) Carrier, Jean-Pierre (1998) “S’informer et communiquer”, Vers l’Education Nouvelle, nº 487, 7.

(6) Borderie, René de la, op. cit.

(7) Carrier, Claire; Lafage, Claire ”Le CDI à l’heure du multimédia”, Apprendre avec le multimédia. Où en est-on?, Paris, Retz, pp 39-41.

(8) Um estudo recente efectuado pela Universidade de Aveiro, revela que a principal dificuldade dos professores na utilização das TIC em ambiente escolar é a “vergonha”. Vergonha de demonstrar perante os alunos a escassa habilidade no uso de computadores e afins. A amostra deste estudo foram 101 professores no distrito de Aveiro, dos quais apenas um tinha usado o computador para “navegar “ na Internet, sendo que os restantes só usavam computadores para tarefas administrativas. (In Correio da Educação, nº 14, 18/10/99, p. 4.)

(9) Livro Verde da Sociedade da Informação , Ministério da Ciência e Tecnologia.

(10) Jacquinot, Geneviève (1995) “De la nécessité de rénover l’éducation aux médias”, revue Communication, 16, Québec, Univ. Laval.



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Fonte: http://www.univ-ab.pt/~porto/textos/Leonel/Pessoal/tic_cre.htm

19 de nov. de 2008

Utilização pedagógica dos blogs

O termo web log Jorn Barger cunhou-se em 97 de remeter para um jornal online que o seu autor ou autores atualizada constantemente. Mais tarde, as duas palavras "Web" e "log", foram compactados em um único, "Weblog" e, em seguida, os mais velhos, ele se tornou um muito curto: "Blog". Em suma, um blogue é um Web site que facilitou a publicação instantânea de bilhetes (postos) e permite que o leitor para dar feedback ao autor, sob a forma de comentários. As inscrições estão dispostas em ordem cronológica começando com o mais recente. Um blog requer pouco ou nenhum conhecimento do HTML codificação, e muitos sites usam livre (sem custo) permite-lhe criar e hospedar blogs. Alguns dos mais populares incluem: WordPress, Blogger, Livejournal, Xanga e Edublogs.

Nesse documento, vamos concentrar-se em WordPress, as vantagens oferecidas pela sua utilização pedagógica, suas características, um guia prático para se registar gratuitamente com uma seção de comentários e as suas principais características.

Benefícios educacionais

Blogs oferecem muitas possibilidades para utilização em processos educativos. Por exemplo, para incentivar os alunos a: escrever, compartilhar idéias, trabalho em equipe, design, exibir um instantâneo do que eles produzem, e assim por diante. A criação de blogues pelos alunos dos professores dá a opção de exigir processos de síntese, pois escrito na Internet devem ser oportunas e precisas, os tópicos abordados.

Os professores podem usar blogs para se aproximar mais dos alunos em novas formas, sem ter que limitar a sua interacção exclusivamente para a sala de aula. Por exemplo, a publicação de materiais e permitir um acesso imediato a informações ou recursos para realizar projetos e atividades para a sala de aula, otimizando o tempo. Ele também oferece aos alunos a oportunidade de melhorar o conteúdo acadêmico, enriquecendo-a com elementos multimédia, tais como vídeos, sons, imagens, animações e outros Web 2.0.

A facilidade com que são criados e alimentados Blog torna-os muito marcante, porque graças à assistentes e templates (modelos) predesigned, não devemos concentrar-se na execução técnica, mas sobre os conteúdos e materiais para publicar. Isso permite que qualquer professor ou aluno, independentemente da área acadêmica, pode gerar recursos e conteúdos de temas educativos, sem ter que instalar as aplicações ou ter conhecimento de programação.

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Um mapa conceitual de Felipe Zayas sobre o uso de blogs na sala de aula, publicada no
http://tiscar.com/2006/12/01/presentacion-sobre-el-uso-educativo-de-los-blogs/


O trabalho colaborativo tem sido posicionamento como uma boa estratégia educativa. No entanto, este método tem a desvantagem de obrigar quase uma confluência do grupo no mesmo espaço. Blogs de superar esta dificuldade é como oferecer um espaço virtual, independentemente do local físico em que eles são, onde eles podem ser combinados em função da atividade ou classe projeto: Blogs gerada entre professores e alunos e os blogs criados apenas para os alunos. Isso permite que o professor atuando como facilitador da aprendizagem, os alunos guia constantemente. Neste contexto, é possível tirar proveito de outras tecnologias relacionadas com a Web 2.0: a sindicação de conteúdos ou RSS.

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Usando o RSS nos Blogs professores e alunos

Os alunos podem incluir nos seus blogues RSS Blog do professor e bem atualizado com as últimas entradas publicadas por este. Mesmo é a professora do RSS com Blogs de seus alunos, de modo que, logo uma entrada um problema pode acessá-lo a partir de seu blog. Isto torna mais fácil para os professores, acompanhamento e avaliação dos trabalhos atribuídos a estudantes que envolvem sua publicação em blogs.

Para um professor ou instituição educativa, os blogs podem se tornar a ferramenta para se comunicar com toda a comunidade educativa, a título gratuito. Por exemplo, para manter os pais e / ou Guardião das notícias sobre o aluno ou a instituição. Outro recurso é o aluno jornais digitais que podem ser executados em um blog, economizando custos de impressão e distribuição.

Os blogs também oferecem ensino facilidades para criar, visualizar, atualizar e compartilhar com outros seus próprios bancos de classe projectos e actividades.

A recomendação deve ser considerada pelos professores relativamente à utilização pedagógica dos blogs, é a clara definição dos objectivos de aprendizagem que pretendem atingir com atividades que envolvam sua utilização. Além disso, devem plano em pormenor as actividades a empreender.

DESTAQUES

WordPress

  • Entre os muitos sites que oferecem serviços gratuitos criação de blogs, WordPress (http://www.wordpress.com/) é um dos mais comumente utilizados, bem como publicar entradas (posts), também permite a criação de páginas Web, o que eleva polivalência e flexibilidade no desenho, por exemplo, podem gerar um menu ou um texto em uma página que as ligações através de hiperlinks, outras páginas do Blog. Isto faz com que seja possível ter uma página pessoal e outras secundárias.
  • Principais características do WordPress:
  • Criação de vários blogs com um único registro.
  • Adicionando usuários a publicar entradas (posts) nem gerenciar o Blog.
  • Capacidade de armazenamento de até 3GB livre.
  • Interface em vários idiomas sobre a forma como design blog.
  • Criação de Páginas Web.
  • Criação de categorias e subcategorias de entradas.
  • Os ingressos para as etiquetas.
  • Multimedia Library (tipo de arquivo jpg, jpeg, png, gif, pdf, doc, ppt e odt).
  • Importação automática entradas, comentários, páginas e arquivos, categorias e etiquetas de outros blogs.
  • Exportação automática de informações de um Blog (entradas, páginas e arquivos) em um arquivo XML.
  • Disponibilidade de dezenas de modelos prontos para uso.
  • Capacidade de adicionar Widgets para o blog com diversas funcionalidades.
  • A adição de comentários de leitores Ingressos e Pages.
  • As estatísticas sobre a actividade dos leitores do blog.
  • Outras melhorias que podem ser comprados por um ano, pagando uma certa quantia de dinheiro em dólares.
  • Fazer download de software livre WordPress (http://wordpress.org) para instalar em um serviço de hospedagem de sites (hosting). Esta opção não está disponível em outros blogs populares como o Blogger, só que existe a possibilidade de hospedagem de blogs no servidor blogspot.com.

Guia para se registar no WordPress

Para se registrar em WordPress, digite o endereço http://www.wordpress.com e faça o seguinte:

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1. Escolha o idioma no qual você irá ver o site interface.

2. Clique sobre o botão verde (Cadastre-se agora!) Para preencher o formulário de inscrição.

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Após preencher o formulário, clique no botão "Avançar". Em seguida aparece na tela:

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3. Digite o nome do blog (por exemplo, miweblog) e do endereço completo (miweblog.wordpress.com) pode acessar o blog criado.

4. Se você ativar a "privacidade", isto permite que o blogue com o seu conteúdo será exibido em vários motores de busca na Internet.

5. Para continuar com o processo, clique no botão "Register".

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6. Neste e-mail (6) WordPress atingirá uma mensagem que contém um hyperlink para ativar a conta criada. Confirme a criação da conta é crucial, pois a partir deste hyperlink irá continuar com o processo.

7. Para guardar as informações, clique no botão "Salvar Perfil". Esta informação pode ser atualizado mais tarde ao entrar no Blog do modo "View of Design."

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8. Para ativar a conta, clicando no link que aparece no e-mail de confirmação, solicitando o nome de usuário (username) e senha (password). Deverá entrar usuário e senha, conforme especificado no registro.

9. Clique em "Consultar o site criado para exibir o Blog (naturalmente, estar vazio).

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10. Para entrar no Blog criado no "View of Design", entre os dirigentes http://es.wordpress.com/ e digite na caixa (10), o nome de usuário e senha. Em seguida, clique em "Entrar".

Orientações para uso

Quando entrar em WordPress "View of Design", são as diferentes opções para gerir o Blog, dividido em duas partes principais:

  • Menu: Principais opções em que divide o Modo Design Blog
  • Sub: Opções que subdividir o Menu. Cada opção no menu tem várias opções para executar ações sobre os blogs.

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A: ESCREVER

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  • Entradas: Para este item do menu "Escrever" para criar o blog entrada (artigos, ensaios, oficinas, opiniões, etc.) A casa em que você escreve a entrada oferece opções básicas de qualquer processador de texto: negrito, itálico, sublinhado, texto justificação, e assim por diante. Além disso, como possíveis elementos multimédia para inserir imagens, áudio e vídeo.
  • Páginas: Este item do menu "Escrever" para criar a página do blog. A casa em que estão escritas as páginas oferece as mesmas opções e possibilidades das entradas.
  • Links: Com esta opção, é possível criar links ou hyperlinks para qualquer endereço Internet, incluindo as direções que correspondem a um do próprio blog.
B: CONTROLAR

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  • As Entradas, páginas, links, categorias, tags, categorias de ligações: O "Administrar" menu permite editar e apagar entradas, páginas, links, categorias, tags e categorias de links.
  • Biblioteca Media: Esta opção permite-lhe gerir os seus ficheiros multimédia carregado para o blog (texto, imagens, vídeos, áudio).
  • Importação e Exportação: Com estas duas opções podem ser carregadas automaticamente em cadastros, comentários, páginas e arquivos, categorias e etiquetas de outros blogs, tais como armazenar todas as informações (entradas, páginas e arquivos) de um blog em um arquivo XML.
  • Bilhete Categorias: Categorias permitem que as entradas em ordem uma forma hierárquica, e isto uma mediados prevê o aumento do número de inscrições, a organização de uma tal estrutura simples de entender e simplifica a navegação do Blog (veja imagem abaixo) .
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C: DESIGN

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  • Tópicos: WordPress oferece um menu predesigned nesta série de modelos com cores e estilos, prontos para serem utilizados em um blog. Estes temas são os que dão os blogs quanto gráficos.
  • Widgets: Estes são pequenos programas que adicionam funcionalidades ao blog. Basta seleccionar a partir de uma lista geral dos Widgets, que pretende adicionar à barra lateral do blog e aceitá-los na ordem desejada. Alguns Widgets precisar de qualquer configuração.
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  • Extras: Esta opção pode ativar ou desativar duas funções gerais do Blog. Por um lado, invisível para o fazer e de outros blogs, por outro lado, gerar uma pré-visualização da hiperlinks (Snap Shots).
  • Personalizar cabeçalho: Você pode inserir uma imagem que serve como o logotipo na parte superior do blog. Este recurso permite que você dê este blog uma imagem corporativa.
  • Edit CSS: Permite mudar o estilo e design dos blogs, utilizando a linguagem de programação CSS.
D. COMENTÁRIOS

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  • Gerir comentários: É possível gerir os comentários que os leitores do blog na entrada. O autor pode aprovar, rejeitar, Suprimir e Marcar como Spam nenhum dos comentários recebidos.
  • Spam: O autor pode gerenciar os comentários que a marca como uma ferramenta Akismet Spam (apagar ou un).
E. MELHORIAS

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  • Inscrições: Algumas funções são adicionais a pagar, e deve cancelar uma assinatura anual de melhorias, como a personalização do CSS, criar usuários, aumento de capacidade no disco rígido e usar um nome do domínio de si mesmo.
  • Domínio: No caso de um nome de domínio propriamente dito, este pode ser substituído pela livre domínio que é criado quando você se cadastra no WordPress (miblog.wordpress.com). Para fazer isso, ele deve comprar 10 créditos (Presentes submenu). Esta opção é crítica quando você deseja publicar o site da instituição educacional através de um blog (custo zero-plataforma e design, economizando tempo e facilidade de manutenção e alimentação ele mesmo).
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F. OPÇÕES

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  • Opções Gerais: WordPress para atualizar as informações gerais do Blog: título, descrição curta, a linguagem interface em modo de projeto de e-mail de contacto, e assim por diante. Você também pode escolher se deseja ou não ao blog será visível para os motores de busca. Adicionalmente, você pode restringir o acesso a apenas alguns utilizadores, isto é útil quando criar blogs com a única finalidade de utilizá-los na sala de aula e, por segurança, ele requer que só eles podem acessar o professor e seus alunos.
  • Leitura: Esta opção pode ser configurado como ler o conteúdo do blog ou página entrada e qual será exibido inicialmente para visitar o Blog (primeira página).
  • Discussão: Esta opção permite definir uma lista negra de palavras inadequadas, que os leitores do blogue podem não utilizadas nos comentários.
G. PAINEL

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  • Fórum: Esta opção fornece uma visão geral dos conteúdos e atividades do Blog. Vejamos um resumo do Pages, Entradas, comentários, links, o mais activo, e assim por diante.
  • Estatísticas: WordPress oferece estatísticas de visitas ao blog durante dias, semanas ou meses. Além disso, detalhado mais populares páginas de texto e palavras-chave utilizadas pelos leitores em motores de busca para acessar o blog e as referências para o blog de outros sites na Internet.

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H. VER SITE

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Esta opção permite que você abra o blog como leitores irão ver na Internet. Permanentemente disponível e é muito útil para saber como vamos ver o log.

O seguinte é um exemplo de como ele parece configurar um WordPress Blog:

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Imagem retirado do site http://www.edutecno.org

Neste exemplo, nós apreciamos os principais componentes de um blog: cabeçalho, menu Serviços, Pesquisa, Texto Widget, nuvem de etiquetas, categorias e as entradas de menu para a área. Observe, por exemplo, que as entradas estão organizadas hierarquicamente através de categorias e subcategorias, que facilita a entrada para o conteúdo do blog. Ele também contém páginas que fornecem informações e links para outras páginas no interior do mesmo blog.

Em relação às páginas no gráfico abaixo você pode ver a página inicial do documento "Lições mínimo", que por sua vez tem ligações para outras páginas que contêm as outras partes para concluir o documento. Desta forma um longo documento pode ser dividido em uma casa e vários subtipos, que entre eles para criar um menu de navegação, facilita a consulta e leitura.

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http://edutecno.org/estandares/mec/

Como foi explicado neste documento, WordPress oferece inúmeras vantagens sobre outros sites para criar blogs livre, especialmente quando estes vierem a utilizar os professores ou alunos. No caso do primeiro, que os utilizam para publicar um metódico e sistemático em trabalhos acadêmicos, a classe projetos, experiências educacionais, atividades para os alunos, coleta de recursos da Web, e assim por diante. Na segunda, a publicar as suas produções acadêmicas e, desta forma, armando sua própria carteira digitais pessoais.

CRÉDITOS:
Artigo elaborado pela EDUTEKA.

Publicação da EDUTEKA este documento em: 01 setembro, 2008.
Última modificação deste documento: 01 de Setembro de 2008.


Fonte: http://www.eduteka.org/BlogsEducacion.php

13 de nov. de 2008

CINEAD promove II Encontro Internacional de Cinema e Educação

Coordenadoria de Comunicação da UFRJ

CAMILLA MUNIZ - OLHAR VIRTUAL

Nos dias 18 e 19 de novembro, o Salão Dourado do Fórum de Ciência e Cultura receberá o II Encontro Internacional de Cinema e Educação. Organizado pelo Projeto de Pesquisa e Extensão Cinema para Aprender e Desaprender (CINEAD) do Laboratório do Imaginário Social e Educação da Faculdade de Educação (LISE/FE/UFRJ) — em parceria com o Colégio de Aplicação (CAp/UFRJ) e a Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro —, o evento visa aprofundar o debate acerca da inserção do cinema nas práticas educacionais.

Durante o encontro, especialistas convidados irão falar sobre suas experiências estético-educativas com a sétima arte, além de discutir questões teóricas relacionadas à introdução do aprendizado cinematográfico no ambiente escolar. Também serão apresentados na ocasião os resultados do primeiro ano da Escola de Cinema do CAp/UFRJ, apadrinhada por Alain Bergala e Nelson Pereira dos Santos.

Para participar, basta se inscrever gratuitamente pelos e-mails cinead@fe.ufrj.br ou helen_cinead@yahoo.com.br. Confira abaixo a programação completa do evento.


18 de novembro

A ESCOLA FAZ CINEMA

8:00 às 8:45 - Credenciamento

8:45 às 9:15 – Mesa de abertura
Reitoria da UFRJ; Decania do CFCH; Direção da FE-UFRJ; Direção do CAp; Fórum de Ciência e Cultura; CINEAD; Embaixada da França; MAM-Rio

9:15 às 09:45 – Coral do CAp/UFRJ

9:45 às 10:45 – Conferência de Abertura
Fazer cinema na escola, a vez da infância - Núria Aidelman (Cinema em Curs -Universitat Pompeu Fabra - Barcelona)
Moderadora: Adriana Fresquet (CINEAD/UFRJ)

10:45 às 11:00 - Café

11:00 às 13:00 - Algumas experiências com cinema na UFRJ
Apresentação do CINEAD e dos resultados gerais da pesquisa em 2008 - Equipe de coordenação. Apresentação da Escola de Cinema do CAp UFRJ - Alunos.
CINEAD na Argentina: Alejandro Cobo (UNC)

13: 00 às 14:30 - Almoço

14: 30 às 15:30 – Cultura, Cinema, Ensino
Gustavo Fischman (Univ. de Arizona)
Moderador: Fabio Garcez (CINEAD/UFRJ)

15:30 às 17: 00 - A experiência da inclusão do cinema no currículo escolar na França
Alain Bergala (Paris III)
Moderadora: Janaína Pires Garcia (CINEAD/UFRJ)

17:00 - Café
Lançamento do livro de Alain Bergala: A hipótese cinema (tradução para o português da Coleção Cinema e Educação).
Lançamento do livro: Novas imagens do desaprender. Uma experiência de aprender cinema entre a cinemateca e a escola. (Coleção Cinema e Educação) Anais de pesquisa CINEAD 2008.


19 de Novembro

A ESCOLA FAZ CINEMA

8:45 às 10:00 – Leituras da Imagem - Uma leitura do cinema
Mesa redonda com Rosália Duarte (PUC-Rio) e Milene Silveira Gusmão (UESBA)
Moderadora: Ana Lucia de Almeida Soutto Mayor (CINEAD/UFRJ)

10:00 às 10:15 - Café

10:15 às 12:00 – Aprender Cinema na Cinemateca
Alain Bergala: A experiência na Cinémathèque Française (Professor de Paris III, Assessor do Ministério na experiência de levar o cinema às escolas francesas).
Moderadora: Janaína Pires Garcia (CINEAD/UFRJ)

12: 15 às 13:30 - Almoço

14:00 às 15:15 – Cinemateca e Experiência
Rafael de Luna (Coordenador do Setor de Documentação da Cinemateca MAM-Rio / UFF) e Hernani Heffner (Conservador e Pesquisador da Cinemateca do MAM-Rio/ PUC-Rio).
Moderadora: Márcia Xavier (CINEAD/UFRJ)

15:15 às 15:30 - Café

15:30 às 16:30 - Cinema e Educação
Por uma aproximação entre o cinema e a educação. José de Souza Miguel Lopes - Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR)
Moderador: Mário Fumanga (CINEAD/UFRJ)

16:30 às 17:00 – Homenagem a Nelson Pereira dos Santos (Padrinho da Escola de Cinema CAp da UFRJ)
Fechamento do encontro no Salão Dourado com concerto de piano

19:00 - Abertura da mostra Retrospectiva Kiarostami-Erice: Outras correspondências na Cinemateca do MAM-RIO

Fonte: http://www.ufrj.br/detalha_noticia.php?codnoticia=6721

12 de nov. de 2008

Oficina Cine-Escola

Olá Amigos

Você já foi a uma aula no cinema?

Conheça o Oficina Cine-Escola, programa educativo permanente do Grupo Estação, e descubra como sua aula pode ser transferida para uma sala de cinema. Atendemos escolas públicas e privadas, grupos comunitários, ONGs, bem como instituições de atendimento especial.

Passeios pelos bastidores das salas de exibição, sessões especiais para a terceira idade e aniversários no cinema são algumas de nossas atividades. Desde a sua inauguração, em 1985, o Grupo Estação mantém o programa permanente com o objetivo de desenvolver ações que explorem o cinema como instrumento educativo.

As sessões são realizadas nas várias salas do Circuito Estação com exibição de filmes e distribuição de textos de apoio pedagógico, seguidas de debate ou outra atividade complementar. O planejamento é totalmente flexível, apoiado sempre nas necessidades dos educadores.

Todas as atividades visam aproximar público e cinema, fortalecendo cinema-educação como ferramenta presente na prática pedagógica da sala de aula.

Objetivos da Oficina Cine-Escola

• Despertar o interesse pela arte cinematográfica e estimular a criação artística;
• Apresentar filmografias de diversas origens com diferentes linguagens, ampliando horizontes de informação sobre as ciências, artes e tecnologias;
• Promover o desenvolvimento do senso crítico e estético;
• Utilizar o cinema como veículo para a conscientização da cidadania, fomentando o debate de idéias e opiniões;
• Estimular o hábito de freqüentar o cinema como fonte de lazer e informação;
• Estimular a formação de novas platéias para o cinema, principalmente, o nacional.

Leve sua turma ao cinema!!!

Educação e cinema: faça parte desse filme!

Contato: Luiza Brettas - email- oce@grupoestacao.com.br ou por Telefone.: 21 2266-9900

31 de out. de 2008

Ressignificar a docência diante das tecnologias de informação e comunicação


Olá Amigos

Esta pesquisa, feita pelo Mestre Acácio Silveira França da PUC Campinas-SP, tem por finalidade fazer uma análise crítica sobre a atividade docente diante do uso das tecnologias de informação e comunicação e do contexto educacional atual. Para subsidiar o estudo foram realizadas entrevistas com o propósito de conhecermos a visão de pesquisadores que possuem publicações ou pesquisas relacionadas ao tema. Trata-se de um estudo que está inserido na linha de pesquisa “Universidade; Docência e Formação de Professores” do programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-Campinas.

A metodologia utilizada foi de uma abordagem qualitativa; e reuniu um estudo bibliográfico sobre o tema e a realização de entrevistas semi-estruturadas. Pretendeu-se; com as entrevistas; obter base para discutir as atividades docentes frente às tecnologias de informação e comunicação; tendo como objetivo identificar a necessidade de que os cursos de formação de professores devem propiciar um espaço de trabalho; de reflexão e de orientação aos futuros docentes com vistas à inserção das tecnologias de informação e comunicação na Educação; dentro de uma perspectiva de revalorizar e ressignificar a atividade docente; considerando o papel do professor como presença imprescindível no processo de ensino e de aprendizagem

Esse material encontra-se em domínio público no site do Dominio Público e na Biblioteca da PUC de Campinas para uso de todos.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=106810