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5 de abr. de 2010

Recursos digitais: Banco Internacional de Objetos Educacionais

O Banco Internacional de Objetos Educacionais tem por objetivo principal localizar, catalogar, avaliar e disponibilizar objetos educacionais digitais elaborados em diversas mídias nas áreas de conhecimento previstas pela educação infantil, básica, profissional e superior.

O Banco Internacional de Objetos Educacionais teve início em 2007, sendo lançado nacionalmente em 2008.

Fonte:
Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia

Aproprie-se
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br

Abraços 

Equipe NTE Itaperuna

25 de out. de 2009

Guia de tecnologias educacionais do Ministério da educação

Quando o assunto é promover a tecnologia educacional em instituições de ensino, a maioria dos gestores e coordenadores dessas instituições se encontra com um pequeno problema nas mãos; qual tecnologia ou projeto escolher? A quantidade de informações e sistemas desenvolvidos em diversas localidades, mesmo em língua portuguesa é muito grande. O que pode realmente atrapalhar na hora da escolha, sem falar na falta de experiência e vivência dos gestores com assuntos relacionados à tecnologia da informação, especialmente se for associada à sala de aula.

Como forma de promover e facilitar a pesquisa dos gestores das diversas instituições de ensino, o ministério da educação elaborou um guia de tecnologias educacionais, voltado de maneira clara para os gestores de instituições públicas, com tecnologias e recursos que podem ser usados como apoio em sala de aula. A maioria das tecnologias foi desenvolvida aqui no Brasil mesmo. O catálogo é de 2007, mas ainda é possível encontrar material interessante para os mais variados fins, desde o ensino das unidades básicas como matemática até o aperfeiçoamento de professores.

Para saber mais sobre o projeto, você pode visitar esse endereço que leva diretamente a página no web site do ministério da educação, com a descrição do guia. O documento pode ser copiado como um arquivo PDF de aproximadamente 60 MB no endereço indicado acima, para as pessoas interessadas em consultar a lista de tecnologias disponíveis é a maneira mais rápida de ter acesso a lista.

guia-tecnologia-educacao.jpg

Uma das coisas que senti falta no guia é um simples sumário com numeração de páginas, o que mostra que faltou um designer de informação para organizar o material! Se você quiser conhecer as tecnologias como um todo, precisa passar por todas as páginas. Até é possível achar alguns dos projetos no guia pelo sumário, mas para descobrir em que página ele está é necessário ir folhando o documento todo, ou então usar o localizar do leitor de arquivos PDF.

Deixando essa parte do sumário de lado, o guia se mostra muito bom na apresentação dos projetos que envolvem tecnologia educacional no Brasil. Os projetos de tecnologia educacional estão organizados nas seguintes categorias:

  • Gestão da educação
  • Ensino-aprendizagem
  • Formação de profissionais da educação
  • Educação inclusiva
  • Portais educacionais

Essa última opção não tem relação alguma com sistemas LMS, mas sim com portais que oferecem algum tipo de conteúdo de apoio a professores e educadores, como o excelente Portal Domínio Público que oferece material livre de direitos autorais que podem ser usados sem restrições na sala de aula.

Se você trabalha de alguma maneira com tecnologias voltadas à educação, recomendo o download e consulta ao material.

Fonte: http://www.colaborativo.org/blog/2009/02/25/guia-de-tecnologias-educacionais-do-ministerio-da-educacao/

8 de mai. de 2009

Quebra Tudo

Olá Amigos

Uma discussão iniciada na lista de discussão edublogosfera sobre a reportagem "MEC pretende acabar com a divisão por disciplinas no ensino médio público em 2010" gerou um debate bem legal acerca do tema.

http://www.colegiointerativa.com.br/netmanager/imagens/upload/ensino%20m%C3%A9dio%201%20-2007-2-05.jpg

Para quem não leu sobre o assunto aqui vai um pequeno resumo: "um projeto apresentado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) pretende mudar a organização curricular do ensino médio público do país. A partir das orientações que vão constar nesse projeto, cada rede de ensino vai definir o seu modelo de currículo e organização das escolas. Além da possibilidade de o aluno escolher as disciplinas complementares às básicas, está previsto que o atual modelo da grade curricular, dividido em 12 disciplinas tradicionais, seja dividido em eixos mais amplos como linguagens e ciências humanas. Outra mudança é o aumento da carga horária de 2,4 mil para 3 mil horas/ano e a inclusão de atividades práticas para complementar o aprendizado. O projeto, que está sendo chamado de "ensino médio inovador", pode começar a funcionar já em 2010. A mudança vale só para o ensino público. "

No texto há uma citação assim"- A escola deixa de ser um auditório da informação e passa a ser um laboratório de aprendizagem" numa colocação feita pelo conselheiro Francisco Aparecido Cordão, relator do projeto no CNE. Para ele, o atual modelo curricular aprisiona as escolas.

O projeto do MEC sugere ainda que programas de incentivo à leitura estejam previstos na nova organização pedagógica. Outra orientação é valorizar as atividades artísticas e culturais dentro do currículo. Ai eu me lembrei dos vídeos do Sir Ken Robinson que a Suzana Gutierrez indicou sobre criatividade intitulada "A escola mata a criatividade? " onde ele coloca por que não ensinar dança na mesma proporção de matemática ou português.

Ensinar o professorado "das antigas" a saltar de Bumping Jumping (pois vai ser assim que eles vão se sentir) vai ser difícil, mas que essa transformação vai gerar muita confusão e vai encontrar muita resistência, ah meus amigos não duvidem, mas na minha humilde opinião esse é o único caminho para a redenção do ensino médio. Aqui tem uma reportagem intitulada "Mudança no ensino médio é elogiada, porém proposta deve ser aperfeiçoada, dizem especialistas" onde vários especialistas elogiam a proposta mas apenas acham que ela precisa de ajustes

Espero ver os frutos dessa ruptura num prazo curto de tempo. E você ta esperando oque sobre essa mudança ou pensando sobre isso tudo?

Faz então assim: Comente.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

19 de fev. de 2009

Ele Chegou - Linux Educacional 3.0

Olá Amigos

O MEC acaba de lançar a versão 3.0 do sistema operacional Linux Educacional. Este é baseado na distribuição KUbuntu 8.04 e traz diversas novidades em relação a distribuição anterior. Podemos destacar além das atualizações de software: o novo Desktop, EduBar, Ferramenta de Busca, Repositório Debian de Conteúdos e o Live-CD.

Confira algumas das novidades do Linux Educacional 3.0

Desktop:

Veja como ficou a Área de Trabalho da versão 3.0 do Linux Educacional:

area de trabalho le

EduBar

Nesta versão do Linux Educacional foi desenvolvida uma aplicação java de nome Edubar, cujo o objetivo é facilitar o acesso aos conteúdos educacionais. A aplicação abre uma barra localizada na parte superior da Área de Trabalho, composta por cinco botões, dentre eles o botão Domínio Público e o TV Escola.

EduBar

Ferramenta de Busca

Para facilitar ainda mais o acesso aos Conteúdos Educacionais, também se desenvolveu uma Ferramenta de Busca dos conteúdos. Ao clicar no botão Domínio Público ou no botão TV Escola da Edubar, a ferramenta de busca (FBEdu) será aberta, sendo possível pesquisar os conteúdos por tipo de Mídia (Texto, Som, Imagem e Vídeo), por Categoria (Ensino Médio, Salto para o Futuro, História, Língua Portuguesa, Educação Especial, Escola/Educação, Ciências, Ética, Matemática, Literatura, Geografia, Pluralidade Cultural, Arte, Saúde, Educação Física, Literatura Infantil, Recortes, Artes, Filosofia, Biologia Geral, Psicologia, Literatura de Cordel, Hinos, Teologia) por Autor e por Título.

Estes conteúdos não estão disponíveis no CD de instalação do Linux Educacional, uma vez que o conteúdo completo tem aproximadamente 20 GB de tamanho. Para facilitar o acesso a estes conteúdos criamos um repositório Debian, descrito no ítem a seguir.

Ferramenta de busca

Repositório Debian de Conteúdos

Um repositório Debian é um conjunto de pacotes disponível em um endereço da Internet. Para baixar estes pacotes será necessário um gerenciador de pacotes. No Linux Educacional, utilizamos o "Adept". Neste repositório temos 2583 Obras do Portal Domínio Público e 508 Vídeos da TV Escola. Também disponibilizamos uma solução de xadrez (Xadrez-Livre), Hinos, e papéis de parede com temas diversos.

Em brevAlinhar ao centroe disponibilizaremos um manual de utilização do Repositório de Conteúdos e de utilização da ferramenta de busca (FBEdu).

Live-CD

Este recurso permite que o Linux Educacional seja utilizado direto do CD, sem necessidade de instalação em disco.

Agora mais algumas imagens do Linux Educacional 3.0

teladelogin

Tela de Login

Inicializando o Linux Educacional 3.0

Inicializando o Linux Educacional 3.0

Menu Iniciar

Menu Iniciar

BrOffice.org Writer 2.4

BrOffice.org Writer 2.4

BrOffice.org Writer 2.4

BrOffice.org Writer 2.4



Mais Informações:

Download:

Fóruns:


Fontes: http://rafaelnink.com/blog/2009/02/11/linux-educacional-30/ e http://www.webeduc.mec.gov.br/linuxeducacional/index.php

3 de fev. de 2009

Agora Vai?

Olá Amigos

Vi essa noticia no blog Educação, sociedade e tecnologia da professora Maristela Mafort que acompanha o Caldeirão de Ideias , e a noticia me chamou a atenção pois sou um grande defensor de uma reforma estrutural não somente no ensino médio mas em toda educação brasileira quanto a aplicação conteúdo.

Formar sem levar em conta o que o jovem quer ser, ensinando a ele coisas totalmente sem utilidades na sua formação acadêmica ou profissional é uma tremenda perda de tempo e de recursos. Deixar o aluno ter a chance de formatar a sua própria grade de estudos, escolher quais disciplinas ele quer e deixar para trás o método único de aprendizado imposto a todos, que não leva em conta características e aptidões individuais e fantástico.

A idéia de contemplar as necessidades reais dos alunos e não somente a preparação para o vestibular. Para isso, uma das primeiras providências é deixar os estudantes mais tempo nas salas de aula. Isso gente na minha opinião é o caminho para a retomada para uma melhora significativa da educação brasileira no ensino médio.

Lembrando que para isso os profissionais de educação devam estar capacitados, motivados e valorizados decentemente como deve ser sempre. Agora uma coisa me deixa muito intrigado, eu acho que agora vai, mas e você?

Opine e comente

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Ensino Médio: MEC quer implodir a escola quadrada

O Brasil será apresentado, esta semana, a um novo modelo de escola pública. A proposta é criar um ambiente capaz de articular conhecimento, ciência e cultura e aproximar a linguagem dos livros do cotidiano. O novo formato do ensino médio será apresentado, depois de amanhã, por uma comissão da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) e da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo aos ministros Fernando Haddad (Educação) e Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos), em Brasília.

Pelo projeto, o aluno terá a chance de formatar a própria grade de estudos, escolher disciplinas e deixar para trás o método único de aprendizado imposto a todos, que não leva em conta características e aptidões individuais. A idéia é contemplar as necessidades reais dos estudantes e não somente a preparação para o vestibular. Para isso, uma das primeiras providências é deixar os estudantes mais tempo nas salas de aula.

As novas diretrizes curriculares nacionais promoverão, em primeiro lugar, a ampliação da carga horária para além das quatro horas diárias atuais. O ensino em tempo integral é uma das alternativas. A segunda conseqüência é a flexibilização do currículo. A exemplo de outros países, haverá uma base obrigatória, composta por português, matemática, história e literatura, mas será permitido aos alunos escolher o restante das matérias, de acordo com o perfil e as aspirações profissionais, considerando as normas definidas pelos estados, que têm autonomia para estabelecer as próprias bases.

O terceiro ponto, segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, é uma provocação ao país: os deputados não poderão mais aprovar disciplinas obrigatórias à revelia, como foi feito recentemente com música e educação sexual. “Cada sistema deve ter uma base nacional comum, mas, cada vez que o Congresso Nacional torna obrigatória nova matéria na grade, agrega algo mais no ensino médio e, com certeza, o conhecimento fica mais superficial”, afirma.

Experiências com o novo modelo já estão em curso em Pernambuco, Paraná e Tocantins. A implantação em todo o país deve ocorrer gradativamente. O objetivo do ministério é superar as duas vertentes atuais do nível médio. A primeira tem enfoque na formação geral e é considerada um degrau para o curso superior, uma espécie de preparatório para o vestibular. A outra tem ênfase na capacitação profissional e visa à formação técnica no nível médio para o ingresso imediato no mercado de trabalho.

A medida em estudo propõe que as últimas séries da educação básica sejam integradas: formar profissionais a partir de uma carga horária ampliada, articulando conhecimentos voltados para os aspectos generalistas. Assim, o estudante terá assegurada uma base clássica para o vestibular e, ao mesmo tempo, conhecimento direcionado a uma prática profissional à sua escolha. O aluno garantirá a conclusão de uma etapa e avaliará qual é a sua necessidade: continuar os estudos na universidade ou entrar no mercado de trabalho. Maria do Pilar ressalta a importância de não cair na armadilha de fazer uma escola profissional para jovens pobres e a outra para a classe média.

O RAP DO ENSINO

Para ela, também não se pode perder de vista a relação do contexto do aluno com outras áreas do conhecimento. “Se o menino só ouve rap, ele deve continuar escutando (a música) e a escola deve respeitar isso. Deve explicar a origem da música, a ligação dela com o movimento negro nos Estados Unidos, que é um movimento chamado ritmo e poesia e uma expressão de jovens. O rap tem a ver com a cultura urbana e com o protesto. Se o aluno entende isso, o professor pode ensinar sobre outros movimentos de protesto, como a tropicália nos anos 1960 e a luta contra a ditadura”, diz. “Ampliar o universo cultural significa entender o que ele trouxe, saber as raízes, aí a aula de história faz sentido. Eu não consigo trabalhar rap sem trabalhar literatura, que se envolve com o português, nem discutir urbanização sem entrar no conceito de geografia. E, nesse sentido, se a escola for fragmentada por disciplinas que não conversam, a gente não pode fazer esse trabalho com outras áreas”, ressalta.

Fonte: http://www.uai.com.br/em.html