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21 de ago. de 2009

C vc pd lr isso rápido, bm pra vc

SYDNEY (Reuters) - As abreviações e simplificações usadas em mensagens de texto para celulares não estão somente acabando com a nossa ortografia, mas exigindo mais tempo para serem lidas e compreendidas, afirma um estudo australiano publicado nesta quarta-feira.

Nenagh Kemp, conferencista da Universidade da Tasmânia, pediu para 55 alunos de graduação para escreverem e depois lerem em voz alta mensagens de texto em idioma correto e abreviado como o frequentemente usado em celulares.

Enquanto os estudantes foram significativamente mais rápidos ao escreverem abreviado, quase metade deles demorou o dobro do tempo para lerem essas mensagens em voz alta do que ao lerem em idioma correto.

Os estudantes também cometeram mais erros lendo as mensagens abreviadas do que aquelas escritas de modo convencional.

"É mais rápido escrever nesse tipo de linguagem, mas quando esse texto é lido, as pessoas demoram mais tempo. Como adultos que sabem ler, nós estamos acostumados a ler palavras inteiras e frases, então torna-se algo difícil de decifrar para nós", disse Kemp, conferencista de psicologia que se especializou em uso da linguagem.

Kemp disse que sua pesquisa mostrou que, apesar da crença popular de que o modo abreviado de escrita está arruinando a ortografia, este tipo de linguagem não reflete habilidades literárias, pelo menos não em adultos.

"Não há problemas em usar abreviações em um celular, porque economiza tempo, mas é preciso ter certeza de que o leitor entenderá o que você está escrevendo", acrescenta. "E não deixe isso impregnar seus emails, redações acadêmicas ou formulários. Mantenha as separações."

Fonte: http://br.tecnologia.yahoo.com/article/10122008/5/noticias-tecnologia-c-vc-pd-lr.html

20 de dez. de 2008

Uma verdade inconveniente - Rumo à extinção da vida na Terra

Cena-do-Filme-homem-fala-diante-de-imagem-do-globo-terrestre

“A era das protelações, das meia-medidas, das ações a curto-prazo, dos adiamentos, está terminando. Em seu lugar estamos entrando numa era de conseqüências.” (Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, na década de 1930, quando o país passou por um estado de emergência causado por questões ambientais).

Icebergs descongelando. Furacões e enchentes em diferentes partes do mundo. Florestas ameaçadas por incêndios. Fábricas soltando toneladas de fumaça na atmosfera. Muitas pessoas acreditam que, tendo em vista as dimensões de nosso planeta, desastres ambientais de grande intensidade, por maiores que venham a ser, não são capazes de tornar impossível a continuidade da vida no planeta. A essas pessoas é dirigida a mensagem de Al Gore, senador norte-americano, candidato derrotado por George Bush à presidência da república e que se tornou, nos últimos anos, um dos maiores e mais destacados líderes em favor da luta contra o aquecimento global de que se tem notícia.

E para atingir públicos ainda maiores, de preferência obtendo repercussão nos quatro cantos do mundo, Gore protagonizou palestras em várias instituições, criou materiais através dos quais apresenta e discute o tema do aquecimento global e, para dar maior impacto a sua cruzada mundial, produziu o filme “Uma verdade Inconveniente”.

Para ilustrar com clareza a tese de que estamos cada vez mais desprotegidos e também para comprovar que somos todos cúmplices no movimento que está levando o Planeta a derrocada final, em uma de suas falas iniciais no filme, Al Gore nos lembra o pensamento de Carl Sagan, renomado e reputado astrônomo norte-americano, mundialmente famoso.

Segundo Gore, Sagan comparava a atmosfera terrestre a uma fina camada de verniz utilizada para proteger, dar brilho e manter por período mais prolongado de vida um globo terrestre. Trata-se, portanto a atmosfera, de uma camada que, sendo assim tão reduzida, e tendo pela frente toda a ação humana que alterou completamente o equilíbrio da vida na Terra, fragilizou-se de tal maneira, que já não atua como antes o fazia na redução dos efeitos da radiação solar sobre o planeta e os seres que aqui vivem.

Mas o que realmente aconteceu?

A atmosfera, que até recentemente era fina o suficiente para deixar os raios ultravioleta emitidos pelo Sol e direcionados ao planeta Terra, aqui entrar e depois sair, conservando dentro dos limites de nossa nave-mãe uma parte dos mesmos, praticamente a medida exata de nossas necessidades (para que sejamos capazes de sobreviver ao frio extremo que existiria caso esse mecanismo não fosse assim ou ainda, para que não sejamos literalmente “cozidos” ou “fritos” se as doses de radiação que aqui permanecessem fossem excessivas), está passando por um processo de “engorda”, ou melhor dizendo, está sendo engrossada.

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A poluição do ar, do solo e das águas ocasiona e acelera o efeito estufa.

E o que está ocasionando isso? O chamado “Efeito Estufa”, ou seja, a emissão de gases, fumaça, poluentes, resíduos químicos ou ainda de qualquer tipo de detrito produzido pela humanidade a partir de sua ação na crosta terrestre. Isso inclui, também, os oceanos e toda e qualquer ação que altere a harmonia ali reinante e que esteja sendo produzida pelos homens através de seus processos produtivos (e destrutivos). Esse fenômeno, em sua totalidade, “aprisiona” mais calor na Terra, em virtude da excessiva emissão de dióxido de carbono na atmosfera, e promove o que conhecemos como aquecimento global.

A quantidade de dióxido de carbono que estamos lançando no ar, no solo e na água é tão elevada que as estimativas científicas para os próximos 50 anos indicam que estaremos tendo, ano após ano, recordes sucessivos de altas temperaturas. E isso já é claramente visível se levarmos em conta o que ocorreu ao longo dos últimos 50 anos nas regiões geladas da Terra, em suas diversas localidades: no Himalaia, nas Rochosas norte-americanas, nos Andes, nos Alpes, no Alasca, na Groenlândia, ou ainda nos pólos Norte e Sul. É uma mensagem muito clara e evidente para todos nós, ou seja, se não fizermos alguma coisa, todo o planeta será seriamente afetado, a ponto de não sermos mais capazes de sobreviver, de resistir.

Faltará água potável. Alimentos escassearão em virtude da diminuição das áreas de plantio. A desertificação aumentará de proporção em todos os continentes. Espécies vegetais e animais sucumbirão e se tornarão extintas em tempo recorde. A humanidade terá muitas dificuldades para sobreviver, se lograr isso...

A preocupação com as mudanças climáticas atinge as pessoas como deveria? Não. Ficamos sabendo e nos mostramos sensibilizados em relação a isso. Notícias de desastres ambientais provocados pelas mudanças climáticas tornam-se a cada dia mais freqüentes e não ocorrem de forma isolada, afetando apenas algumas localidades ou continentes. Adentramos a era das conseqüências, como previu Winston Churchill, ainda na década de 1930, como destacado no início desse texto e no filme “Uma verdade inconveniente”, de Al Gore.

Apesar disso, parecemos sempre muito mais preocupados com o que acontece num contexto muito imediato e particular. Desastres ambientais ocorridos na China ou na Índia, tufões que causam enorme destruição nos Estados Unidos ou no Japão, desertificação crescente que afeta os países africanos ou ainda enchentes e ondas de calor acentuadas que aumentam os índices de mortalidade na Europa são realidades muito distantes.

Só parecemos realmente nos importar quando esses inconvenientes ocorrem diretamente conosco. As imagens da televisão e as notícias dos desastres na internet são rapidamente esquecidas e tudo fica para trás por conta de nossos compromissos pessoais. E que mundo estamos deixando para nossos herdeiros?

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O degelo das montanhas e das regiões geladas do planeta aumenta o nível dos oceanos.

Somos já, enquanto geração que está nesse momento escrevendo a história do planeta, atuando na linha de frente dos processos produtivos que caracterizam o fenômeno da globalização, pessoas que receberam um legado comprometedor, com a Terra já bastante devastada em virtude da ambição desmedida, do não comprometimento com a saúde do ambiente e da necessidade de cavar cada vez mais fundo, em busca das últimas gotas de petróleo ou ainda de crescentes quantidades de ferro, manganês, cobre ou qualquer outro tipo de minério.

Demos continuidade a ampliação desmedida das áreas de plantio e, em contrapartida, diminuímos sensivelmente a cada ano os espaços destinados as florestas. Tornamos maiores também os índices de produção e produtividade de nossas indústrias, desesperados por nos mostrar sempre mais “musculosos” e prontos para vencer na cada vez mais árdua disputa por mercados mundiais.

Mas, ainda assim, não nos demos conta do maior de nossos pecados. E o mais mortal de todos. Aquele que pode ocasionar não apenas a nossa purgação eterna, mas que, caso não seja detido, pode gerar milhões de mortes e comprometer para sempre o futuro de todos os seres vivos desse planeta.

E saibam, nossas crianças não estão alheias a tudo isso. Na verdade, estão muito mais ligadas do que os adultos. E temerosas do que pode lhes acontecer em virtude de nosso descaso com o meio-ambiente. O aquecimento global os faz perder o sono e supera, em muitos casos, os piores vilões dos desenhos animados, dos filmes de ação, suspense ou terror que conhecem.

Meu filho de 11 anos é prova disso. Tem acompanhado as notícias e, de tantos infortúnios apresentados na televisão, comprovando a força da natureza em sua revolta contra a humanidade, constantemente se pergunta sobre nossas possibilidades reais de sobrevivência. Numa dessas ocasiões, sentou-se ao meu lado na cama e começou a chorar, assustado com o que lhe parece ser inevitável.

Perguntou-me então, se eu achava que existia uma saída real para o aquecimento global que nos ameaça tão fortemente. Contei que cientistas e pesquisadores de várias partes do mundo estavam nesse momento debruçados sobre a questão, analisando alternativas e propondo idéias que poderiam reverter o quadro, tão desolador.

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A incidência de furacões, tornados, enchentes, secas e do fenômeno da desertificação tornou-se muito maior ao longo dos últimos 30 anos.

Lembrei-lhe então de um filme que havíamos assistido, uma versão recente de “Peter Pan” levada as telas. Pedi a ele que se recordasse do momento em que a fada Sininho estava enfraquecida e prestes a morrer, pois as crianças pareciam não mais acreditar nela ou em qualquer tipo de ser encantado. Para que isso não acontecesse, Peter Pan disse a Wendy e as crianças que estavam na Terra do Nunca, que deveriam crer e dizer, em alto e bom som, que acreditavam na existência de seres mágicos como fadas, gnomos, ogros ou duendes. E as crianças do mundo todo começaram então a entoar em altos brados: “Eu acredito, eu acredito, eu acredito...”.

E a partir de então, sempre que lê ou escuta algo sobre aquecimento global, e se sente ameaçado pela devastação que estamos provocando na Terra, ele olha para mim e diz: “Eu acredito! Eu acredito!”, referindo-se no caso, a possibilidade que temos de conseguirmos salvar o planeta...

“Uma verdade inconveniente” é um filme obrigatório e certamente uma das mais importantes produções dos últimos 30 ou 40 anos. Por quê? Pois é justamente a partir de então que aumentamos e aceleramos ainda mais o ritmo de devastação que está provocando o efeito estufa e o aquecimento global... Ou agimos rapidamente ou comprometeremos para sempre a vida no planeta... Senão por nós, pelo menos pelas próximas gerações e por todos os sere vivos que estamos sacrificando...

Ficha Técnica

Cartaz do Filme

Uma verdade inconveniente
(An inconvenient truth)

País/Ano de produção: Estados Unidos, 2006
Duração/Gênero: 100 min., Documentário
Direção de Davis Guggenheim
Roteiro de Al Gore

Links
Site official: http://www.climatecrisis.net
http://www.cinepop.com.br/especial/verdadeincoveniente.htm
http://www.omelete.com.br/cine/100003331/Uma_verdade_inconveniente.aspx
http://www.adorocinema.com/filmes/verdade-inconveniente/verdade-inconveniente.asp

Videos-Relacionados

João Luís de Almeida Machado Editor do Portal Planeta Educação; Doutorando em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=974

11 de nov. de 2008

Estamos chegando perto do ‘Minority Report’

Olá, leitores.

Este post é um passeio por idéias e devaneios sobre as tecnologias, do passado e do futuro. Creio que os leitores nunca me viram escrevendo desta forma, mas hoje será diferente. Espero que gostem.

Estava pensando que há pouco mais de 12 anos eu usava um pager, aparelho que permitia apenas receber mensagens curtas de texto. Na época,

já era uma evolução, pois os primeiros pagers apenas apitavam, e seus donos ligavam para uma central de atendimento para pegar o recado. Depois de um tempo eles evoluíram e você recebia um numero de telefone na tela, para poder discar para quem lhe procurava. Uma insanidade, não?

Então comprei meu primeiro celular, era novidade aqui no Brasil. Era da famosa ‘banda B’, um aparelho da Nokia que mais parecia um tijolo, com três baterias, uma mais grossa para viagens, uma “fina” que de fina não tinha nada e uma que vibrava quando o telefone tocava. Essa última era o máximo em tecnologia. O telefone ligava e armazenava contatos.

E eu era feliz com isso.

A tecnologia, e a dependência que temos dela no dia-a-dia cresceu vertiginosamente nos últimos 10 anos. Contei a história do pager e do meu primeiro celular para ilustrar o surgimento do dispositivo que nos tornamos dependentes e é o maior representante desta evolução: o celular.

Eu não gosto de falar de sua evolução, e sim dizer que ele é o dispositivo da convergência. Explico: é um aparelho que nasceu com o propósito simples, que é facilitar a comunicação entre as pessoas.

Só que a comunicação é muito mais do que simplesmente falar. É ler, ouvir, assistir, compartilhar, interagir e muito mais. E foi nesse “aglomerado” que os fabricantes o tornaram. Hoje, muitos celulares simples vêm com câmera digital, sendo possível gravar e enviar vídeos e fotos.

A tecnologia 3G está entrando com força no mercado, trazendo mais interatividade e possibilidades aos celulares, e de certa forma, nos deixando mais dependentes.
Outro ponto importante de ser mencionado é o barateamento dos smartphones, trazendo para qualquer pessoa a possibilidade de ter em suas mãos um equipamento com os principais recursos de um computador convencional, conectado em tempo integral com a internet.

Percebam o que um futuro super próximo nos aguarda: equipamentos portáteis e pessoais, conectados à grande rede, com capacidade de processamento caminhando para o patamar de computadores domésticos – alguns celulares atuais são mais poderosos que o PC que eu usava há oito anos. Com sistema de captação do sinal digital de televisão e podendo fazer uso dos recursos de interatividade que a TV digital oferece. Além de tudo isso, ele ainda faz ligações telefônicas…

As possibilidades são muitas, tantas quantas são as que esbarram em princípios de privacidade e de legalidade:

Por meio do número de identificação do aparelho, é possível conhecer seu dono. Com o recurso de GPS, é possível saber sua localização. Com o cruzamento de dados entre as empresas e as operadoras de telefonia, é possível enviar anúncios para os celulares, personalizados para aquele cliente, anunciando um produto ou serviço que está próximo a ele. Este é apenas um exemplo de aplicabilidade para esta integração.

Outra aplicação plausível seria usar o celular como leitor de códigos de barras – prática comum há anos no Japão - para coletar preços e detalhes dos produtos em um supermercado. O telefone conecta-se a um sistema de pesquisas, informando um comparativo de preços do produto em outros estabelecimentos. É possível até somar os produtos selecionados e ver no final da compra se o consumidor não poderia economizar se fizesse a compra no concorrente.

São apenas duas idéias bem básicas de como as coisas poderão ser dentro em breve, e isso pensando apenas nos celulares.

Saindo um pouco deste mundo, me chamou a atenção em um passado não muito distante, uma cena no filme Minority Report, estrelado pelo Tom Cruise, onde seu personagem manuseia uma tela enorme movendo os arquivos com as mãos, organizando e mesclando informações. Achei aquilo espetacular, e no meio do ano passado a Microsoft apresentou o Surface, que é justamente um sistema rudimentar do que apresentou a ficção de Steven Spielberg.

Podemos observar este mesmo tipo de sistema nos celulares iPhone da Apple ou o LG Viewty, e parece ser uma tendência, eliminando teclados e botões.

O Surface é, de certa forma, tosco, pois o formato de mesa não é algo tão prático, mas o conceito de funcionamento - como manuseio de fotos, transferência automática de filmes e imagens de câmeras e celulares através de conexões Bluetooth - torna a tecnologia do dispositivo algo interessantíssimo para ser aplicado em outros tipos de dispositivos, como TVs de LCD e monitores. Uma aplicação real é demonstrada neste vídeo no Youtube, inclusive anterior ao surgimento do Surface.

Colocar a câmera sobre a mesa, as fotos serem descarregadas automaticamente, você escolhe um de seus álbuns, abre, e vai colocando as fotos nas páginas do álbum e depois mostra as imagens em um slide show diretamente em sua TV… Este cenário é totalmente possível e não me parece distante.

O conceito de fotos e vídeos digitais atualmente está muito atrelado a PCs, as pessoas tiram fotos e fazem filmes em suas câmeras ou celulares e logo pensam em conectá-las a um PC, descarregar,para colocar no Flickr, Orkut ou Youtube. Este cenário irá mudar com dispositivos semelhantes ao Surface.

Claro que por trás dele existe um computador, mas a evolução dos sistemas operacionais e dos conceitos de usabilidade vai fazer parecer que você não está sentado diante de um PC, como está agora neste momento que lê este post.

Até mesmo a forma de assistirmos TV vem mudando muito. Hoje não usamos uma das principais características da TV Digital, sua interatividade. A possibilidade de não sermos meros espectadores e efetivamente participarmos do que ocorre nos programas. Enquetes em tempo real, compra de produtos que aparecem nos programas entre outras serão realidade em breve também.

Falando em TV, existem pessoas pesquisando formas de termos sensação de 3D em TVs convencionais, ou seja, termos a percepção de 3 dimensões em um ambiente de duas. Vejam este vídeo de Johnny Chung Lee, publicado no YouTube há cerca de um ano, onde ele mostra este sistema.

Por fim, pensando em nossas residências, sistemas eletrônicos de controle da casa já são realidade para muitas famílias de classe alta. Controle de luminosidade, controle eletrônico de temperatura, integração com sistemas de segurança online, com a possibilidade de vigilância pela internet, dentre outras funcionalidades de casas realmente inteligentes.

Eu enxergo um futuro muito interessante, onde ficaremos cada vez mais cercados de tecnologias, provavelmente todas embarcadas neste “cara” que hoje chamamos de celular. Enxergo também uma reflexão nas questões éticas e de privacidade, sendo necessário um amplo debate da sociedade sobre os limites de invasão destas novas tecnologias e suas potenciais possibilidades.

E você leitor, o que pensa desta enxurrada de tecnologias, cada vez mais presentes em nossas vidas, Mudando nossa forma de viver e de conviver? Conte sua experiência, e o que pensa para o futuro. Comente agora!

Postado por Fernando Panissi em 15 de Julho de 2008 às 14:48

Fonte: http://colunas.g1.com.br/tiraduvidas/2008/07/15/estamos-chegando-perto-do-minority-report/

27 de out. de 2008

A identidade do professor

Maria Antonia Carballo Dominguez*

Os indivíduos são formados por um processo de identificação que acaba por projetar-se em suas identidades pessoais e culturais, tornando estas mais provisórias, variáveis e problemáticas. Em tempos passados, era visto como um sujeito unificado, com uma presença estável no meio social.

O indivíduo pós-moderno é composto não só de uma identidade unificada, mas de várias.

O indivíduo tenta descobrir suas potencialidades, dentro de situações construídas ou reconstruídas ao longo de sua trajetória enquanto ser que pensa e atua em uma sociedade também plena de transformações.

A percepção dos indivíduos quanto aos seus saberes, fazeres e ações é que estes se constroem a partir de contextos sócio-históricos e culturais, que por sua vez estão interligados a questões políticas, ideológicas e teóricas. Assim sendo, determinam dentro de valores e verdades quem pode falar em nome do outro e a quais interesses servem.

A identidade do professor constrói-se a partir da relevância que cada profissional dá a sua própria atividade docente, através de valores, atuação no mundo, das representações de vida, saberes, sentimentos, expectativas presentes no seu cotidiano, com as relações estabelecidas enquanto seres como um todo, dentro das escolas, sindicatos e também as relações entre os próprios professores.

Além de todos os discursos, existe a experiência de vida que influi na formação da identidade. A realidade existente se mostra através de situações veiculadas na sociedade tais como: baixa remuneração, salas de aula com alunos turbulentos e em alguns casos falta de material didático.

É certo que variados problemas se aglomeram nas instituições de ensino, onde o embate se faz presente através das diversas manifestações onde impera um descontentamento por parte dos profissionais em educação de um modo geral. Por outro lado precisamos munir-nos de energia para poder enfrentar as adversidades que se apresentam.

Ser professor nos dias atuais é mais que uma profissão, é algo além do salário que se recebe no fim do mês, é ao menos tentar sentir-se motivado dia após dia para seguir adiante na certeza de poder estar fazendo o melhor possível dentro das possibilidades educacionais que fazem parte do nosso cotidiano escolar.

Faz-se necessário observar a nossa responsabilidade no desenvolvimento do educando, na sua formação e preparo do seu desempenho para atuar em um mundo que por vezes se apresenta contraditório nos mais variados aspectos seja de ordem social, política ou econômica.

Precisamos (re) pensar nossa prática todos os dias, pois é através da reflexão e do constante aprimoramento intelectual que poderemos melhorar cada vez mais tornando-nos uma das peças fundamentais na formação de jovens e adultos.

*Professora

Fonte: http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=27&noticia=56862

14 de out. de 2008

Vídeo sobre aquecimento global - Impressionante

Olá Amigos

Um pequeno, mas impressionante vídeo de sensibilização sobre o aquecimento global realizado pela agência portuguesa brasileira Seagulls Fly para a associação Quercus. O vídeo é um soco na barriga, ele usa e abusa de imagens fortes para alertar as pessoas que se não mudarmos nossa postura com relação ao clima e a cuidar melhor do planeta o fim de todos será bem parecido com o do vídeo.

Global Warming

Global Warming
, o novo filme da McCann Erickson de Portugal para a empresa Quercus ganhou hoje a indicação "VIDEO OF THE DAY" do site FWA Theater!

Confira o vídeo, produzido inteiramente em CG pela Seagulls Fly, através do link ou abaixo.



Abraços

Equipe NTE Itaperuna

9 de out. de 2008

Livro Quando eu voltar a ser criança de Janusz Korczak

Olá Amigos

Hoje visitando e lendo os sites e blogs que gosto, me deparei com um texto no site A Casa de Rubens Alves sobre o educador Janusz Korczak, que se tornou um símbolo pelo seu amor às crianças. O texto, que está abaixo desta postagem, foi escrito por Rafael F. Scharf - Vice-Presidente da Associação Internacional Janusz Korczak da Inglaterra e traduzido por Manoel Moraes.

Diretor de um orfanato em Varsóvia, foi morto pelos nazistas com suas crianças numa câmara de gás. Ele nunca abandonou suas "crianças" e morreu por elas mas deixou um legado maravilhoso com o Livro "Quando eu voltar a ser criança".

O livro que eu tenho foi a minha mãe quem me deu, na época do nascimento de minha filha para que eu nunca me esquecesse de como era ser criança num mundo adulto. Este livro estou guardando para dar de presente para ela quando ela tiver os seus filhos.

Há algumas coisas bem legais no livro, mas uma das melhores é que quando o autor termina o livro, contando que ele não tinha mais pais, não tinha se casado portanto não tinha filhos e era um simples professor.

Sentado em sua escrivaninha corrigindo provas ele se depara com uma prova escrito “meza”, ao invés de “s”, onde ele se conscientiza de que não importa nada disso. Risca o “z” coloca “S”, risca de novo “s” e coloca “Z”, e diz:

-É uma pena. Mas não quero voltar atrás.

Recomendo a leitura a todos educadores e principalmente pais.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna