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3 de mar. de 2009

Watch-it

Olá Amigos

Encontrei esse vídeo intitulado Gone no blog My Latest Piece do Zeke Shore de quem tomei a liberdade de usar o mesmo título dessa postagem. Um filme feito na técnica de stop motion, com um projeto escrito, dirigido, animados e pontuado pelo próprio Zeke Shore. Ao assistir fiquei completamente estarrecido com a proposta do vídeo e a sua profundidade. Simplesmente demais.



Me lembrou umas pessoas que eu conheço que vivem exatamente dentro da proposta do vídeo. O que ainda me espanta e o poder que a mídia (TV) tem sobre as pessoas e suas influências (nem sempre boas) dentro do contexto comportamental. Agora me conta uma coisa:

Gostou?

Não Gostou?

Então diga alguma coisa.

Comente!

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

1 de mar. de 2009

Life 2.0

Olá Amigos

Encontrei esse vídeo muito legal intitulado Life 2.0, de quem tomei a liberdade de usar como título dessa postagem, que é uma investida satírica sobre um anúncio comentando a subida de serviços Web 2.0. Escrito, dirigido e produzido por Zeke Shore do blog My Latest Piece. Vamos ao vídeo.



Legal, né? Ele faz uma critica bem legal ao estilo de vida WEB 2.0. Me vi em muitas situações como aquelas descritas no vídeo. Mas uma coisa me chamou a atenção:

- Estamos prontos para esse estilo de vida?

- As relações humanas serão definidas com que profundidade?

Eu sinceramente não sei, mas se alguem souber que se manifeste.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

31 de jan. de 2009

Eu, Robô - Tecnologia X Humanidade

Ator-junto-com-varios-robos

Você entra no elevador e ele trava antes de chegar ao andar desejado. Durante vários minutos algumas pessoas ficam presas no elevador. Uma delas, claustrofóbica, começa a passar mal. Um dos ocupantes do elevador tem a idéia de tentar abrir a porta à força para conseguir uma brecha pela qual entre um pouco de ar fresco. Forçam os mecanismos e, depois de muito esforço, as portas se abrem. Estamos entre dois andares, devemos ou não sair?

As escadas rolantes do shopping center deixam de funcionar. A assistência técnica é convocada as pressas e se esforça ao máximo para consertar os mecanismos o mais rapidamente possível. Estranhamente nada parece estar quebrado, fora do lugar ou queimado. Os acionamentos eletrônicos são averiguados e chega-se a conclusão de que o problema pode ser algum erro na programação...

Os aparelhos de ar condicionado de um enorme prédio de escritórios no centro de uma das mais importantes cidades comerciais do mundo começam a funcionar por conta própria e, em alguns minutos praticamente congelam o prédio inteiro provocando a necessidade de uma evacuação das salas com o auxílio do corpo de bombeiros e da polícia.

O que está acontecendo? As máquinas parecem ter endoidecido e, ao invés de responderem aos comandos dos homens, estão agindo por contar própria, passando a funcionar em horários em que não são requisitadas, criando condições inóspitas ou inadequadas para o trabalho e a permanência de seres humanos numa determinada localidade, dando choques em pessoas que tentam consertar seus circuitos, mutilando técnicos que encaminham consertos...

A possibilidade de uma revolta das máquinas é um dos temas recorrentes da literatura e do cinema quando se trata de ficção científica. Não precisamos ir muito longe para lembrar do clássico “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, do genial Stanley Kubrick, de “A.I. – Inteligência Artificial”, do premiado Steven Spielberg ou ainda de “Blade Runner – O Caçador de Andróides”, do perfeccionista Ridley Scott (poderíamos ainda mencionar “O Exterminador do Futuro”, de James Cameron e “Westworld”, dirigido por Michael Crichton).

Isso para falar somente dos filmes, mas é impossível abordar tal perspectiva e assunto sem falar da literatura (de onde muitas dessas histórias contadas pelos filmes foram retiradas). Nesse aspecto vale destacar o trabalho de Phillip K. Dick (autor dos contos que inspiraram “Blade Runner” e “Inteligência Artificial”) e Issac Asimov, considerado pelos experts no assunto como um dos maiores autores e estudiosos do gênero.

“Eu, Robô” baseia-se numa história criada e contada com maestria por Asimov. Nela ficamos conhecendo as leis que regem a relação entre os homens e os robôs. Legislação essa que nos tempos atuais tem entrado em discussão a partir do exame das relações entre os homens e os computadores (e a internet). Código de leis que ainda não existem, mas que tacitamente estão inseridos na cabeça de cada um de nós quando parecemos exigir que todas as nossas máquinas funcionem dentro de conformes que estabelecemos ou ainda de exigências que criamos, mas nem sempre isso acontece, não é?

O Filme

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Andar nas ruas e se deparar com robôs é a situação mais normal do mundo, pelo menos no ano de 2035. As pessoas convivem com essa situação como hoje o fazemos ao ligar nossos computadores ou ao acessarmos a internet. Não há grandes novidades, tudo parece parte do cotidiano, tudo é corriqueiro. Para todas as pessoas, menos para o detetive Del Spooner (Will Smith, à vontade no papel), que não consegue relaxar na presença desses seres cibernéticos.

Nem mesmo a existência de leis que regem a convivência entre seres humanos e robôs, que teoricamente constituem os primeiros registros instalados na memória dessas máquinas, deixa Spooner tranqüilo. E o pior é que ele parece sozinho nessa angústia, ninguém sequer sonha com a possibilidade de uma rebelião dos robôs, ou mesmo com panes nos sistemas que controlam seus cérebros eletrônicos e que ocasionem disfunções que podem causar problemas à humanidade.

Afinal de contas as regras são bem simples e, como qualquer criança consegue memorizá-las com a maior facilidade, todos passam a acreditar que os avanços tecnológicos constantes e acelerados garantem, a cada nova geração de andróides, uma maior proximidade da infalibilidade por parte desses equipamentos.

Mas será isso possível em se tratando de máquinas e sistemas criados por seres humanos, dotados de grandes habilidades e conhecimentos, mas também passíveis de erros e comportamentos instáveis? Quando ocorre um crime em que as evidências apontam para a ação de um robô, ninguém parece disposto a apoiar tal tese, mesmo que as pistas apontem nessa direção. Ninguém exceto o detetive Spooner...

Quem disse que um filme de ação não pode ser, ao mesmo tempo, inteligente e instigante? Assistam e confiram.

Obs. É evidente que a obra de Issac Asimov tem muito mais detalhes e possibilidades, por esse motivo o ideal é a leitura da mesma antes que se assista ao filme.

Aos Professores

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1- O primeiro e mais importante passo a ser dado para realizar um trabalho com filmes de ficção científica é vencer as barreiras e preconceitos em relação a eles. Muito daquilo que hoje parece apenas fruto da imaginação de escritores e roteiristas provavelmente fará parte do amanhã da humanidade. E esse é o primeiro passo a ser dado ao se utilizar um filme como “Eu, Robô” com seus alunos. Inicie uma atividade em que os alunos se programem para assistir alguns clássicos da ficção científica dos anos 1950, 1960, 1970 ou 1980 e tentem verificar o que naquelas películas era apenas projeção para o futuro e o que se tornou realidade nas décadas seguintes...

2- Ler Issac Asimov é tão importante quanto ler os maiores expoentes da literatura brasileira e mundial. Pode parecer um exagero para alguns puristas que ainda restringem o estudo da literatura a Machado de Assis ou William Shakespeare, entretanto, é de fundamental importância que sejam inseridos nos programas escolares de leitura uma nova bibliografia, sintonizada com as modificações pelas quais o mundo passou, atualizada com o desenvolvimento tecnológico e propositora de uma análise das novas relações que regem o planeta. Proponha a leitura do livro “Eu, Robô” e, a partir da mesma, comparações entre o que foi lido e o que foi assistido, análises das leis da robótica, revisões da história (com a conseqüente criação de outros encaminhamentos),...

3- Que tal fazer um levantamento quanto às pesquisas que estão sendo feitas mundo afora (em especial nos maiores e mais importantes laboratórios mundiais, localizados no Japão e nos Estados Unidos) quanto ao aperfeiçoamento da robótica? Como serão os robôs com os quais poderemos estar convivendo em 2035? Será que eles realmente passarão a fazer parte do cotidiano das pessoas? Procurem informações em revistas científicas, internet, centros de pesquisa que trabalhem nessa área em nosso país,...

4- Caminhando na direção contrária de toda essa proposição tecnológica e futurista, proponha aos estudantes que descubram como era a vida antes do advento da maior parte dos equipamentos com os quais estão acostumados a viver. Dos computadores as geladeiras, da televisão aos CD players, da comida instantânea aos antibióticos, entre tantos outros recursos, estamos acostumados com muitas facilidades. Como era a vida de nossos avós e bisavós, que na maior parte dos casos jamais chegaram a pensar na existência dessa tal de internet?

Ficha Técnica

Eu, Robô
(I, Robot)

País/Ano de produção: Estados Unidos, 2004
Duração/Gênero: 115 min., Aventura/Ficção Científica
Direção de Alex Proyas
Roteiro de Akiva Goldsman e Jeff Vintar, baseado na obra de Issac Asimov
Elenco: Will Smith, Bridget Monayhan, Bruce Greenwood, Chi McBride,
Alan Tudyk, James Cromwell, Emily Tennant, Peter Chinkoda.

Links
- http://www.adorocinema.com.br/filmes/eu-robo/eu-robo.asp
-http://www.cinemaemcena.com.br/FORUM/forum_posts.asp?TID=14025
- http://cineclick.virgula.terra.com.br/criticas/index_texto.php?id_critica=8863

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João Luís de Almeida Machado Editor do Portal Planeta Educação; Doutorando em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).

Fonte:
http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=314

25 de out. de 2008

Na Natureza Selvagem - Em busca da liberdade que não temos...

Imagem-de-homem-com-mochilas-andando-em-trilha-de-aguas

Somos cativos e nem ao menos nos damos conta disso. Vivemos atados a compromissos das mais variadas naturezas que nos fazem ir e vir (teoricamente livres) de um lado para o outro a todo o momento. Podemos abdicar de tudo isso a qualquer momento, mas quem, em sã consciência, abre mão dos laços que os unem à família, trabalho, escola, compromissos financeiros, religião, política?

Liberdade, de acordo com o poema clássico de Cecília Meirelles, é uma palavra que “o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda”. Até mesmo por isso, a saga do personagem Chris McCandless (Emile Hirsch), apresentada no filme “Na Natureza Selvagem”, do diretor Sean Penn, acaba por nos provocar sentimentos contraditórios e gerar posicionamentos dúbios quanto ao filme e a história de vida do protagonista.

Baseado em fatos reais, “Na Natureza Selvagem” mostra um jovem que resolveu desafiar a lógica estabelecida para sua vida e a de tantos outros promissores rapazes e moças que completam seu curso universitário.

Ao invés de se lançar no mercado e buscar avidamente o tão sonhado emprego numa empresa que lhe garantisse bons proventos e uma vida material para lá de confortável, McCandless – o melhor aluno de sua turma – resolve partir numa longa e imprevisível jornada, com destino conhecido (o Alasca), sem dinheiro no bolso, cortando contatos e relações com o mundo previamente conhecido por ele (inclusive com os familiares) e esperando para ver o que iria lhe acontecer durante o trajeto...

Imagem-de-moca-segurando-cachorrinho-conversando-com-rapaz-sorrindo

Chris McCandless adota o princípio de seus escritores de cabeceira – Jack Kerouac, Jack London e Henry David Thoreau – e passa a viver um dia de cada vez. Cada emoção – boa ou má – a ser descoberta a partir do nascer do sol, sem qualquer idéia previamente concebida a orientar os passos, as palavras, os olhares, as idéias...

O jovem resgata a tônica da contracultura, do modo de vida Hippie (sem que, com isso, se torne um hippie) – despojado, desvinculado do materialismo, disposto a encontrar-se no mundo, crendo mais no ser do que no ter ou possuir.

Há, evidentemente, outros fatores na história de vida do jovem que o compelem a assumir essa postura libertária radical. São aspectos relacionados à vida em família e ao modo como temos que a todo o momento “aparentar” normalidade, felicidade, cidadania, valores éticos e comportamento exemplar.

A farsa com a qual convive em sua casa – percebida na relação entre seu pai e sua mãe – o mobilizam a essa aventura, a uma autêntica fuga. Os estereótipos sociais o cansaram, esgotaram suas energias. O falsete da normalidade o afastou do sonho de vida padrão, do norte-americano médio - que é o mesmo de praticamente todos aqueles que vivem sob a égide da economia de mercado – e o compeliram a buscar o infinito, a liberdade, ou ainda Deus, na natureza, naquilo que é puro, simples, singelo, constante...

“Na Natureza Selvagem” é um libelo. Filme baseado em fatos reais que não tem medo de ser e se mostrar panfletário, que não quer se esconder sob falsas aparências, bem no espírito do protagonista...

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O Filme

“Na Natureza Selvagem” intriga e inebria os espectadores. Desafia a lógica e a sensatez com a história real de um jovem que resolve abandonar tudo e viver como os personagens dos livros de Thoreau, Kerouac e London, que leu durante a sua formação universitária.

A vida marginal, com o pé na estrada, perambulando de um canto a outro do país, sem dinheiro no bolso, dá ao jovem Chris a sensação de liberdade por ele tanto desejada. Despojar-se dos luxos, dormir a céu aberto, alimentar-se do que a natureza lhe oferece, conhecer as pessoas sem que esses relacionamentos sejam direcionados por qualquer interesse específico (como dinheiro, família, emprego…) e explorar o mundo natural eram seus sonhos.

Emile Hirsch (que protagonizou Speed Racer, versão cinematográfica do desenho japonês dirigida pelos irmãos Andy e Larry Wachowsky, da trilogia Matrix) está impecável e mereceria prêmios por sua memorável interpretação como Alexander Supertramp, o codinome do jovem Christopher McCandless.

O elenco de apoio, com Marcia Gay Harden, William Hurt e o veterano Hal Holbrook em comovente atuação (entre outros) é também fator de brilho dessa discreta e soberba produção e direção do talentosíssimo Sean Penn. Um filme para incomodar e provocar a todos! Obrigatório!

Imagem-de-rapaz-andando-na-neve

Para Refletir

1- O que é liberdade? Que tal buscar o conceito a partir de áreas do conhecimento tão diferentes quanto a filosofia, a história, a política, a religião, o direito ou as ciências sociais? Como as pessoas entenderam o conceito de liberdade ao longo da história? De que forma a literatura registra, em seus expoentes (como a mencionada escritora brasileira Cecília Meireles), a idéia desse vocábulo que encerra em si tantos sonhos dos seres humanos? Liberdade é compreendida da mesma forma no Ocidente e no Oriente, no Hemisfério Sul e no Norte? Sendo tão essencial a todos e a cada um, entender o que é liberdade torna-se um exercício de fundamental importância, não acham?

2- Destacados escritores norte-americanos - Jack Kerouac, Jack London e Henry David Thoreau – são desconhecidos da maioria dos brasileiros. Suas obras – ricas, vastas, geniais, incompreendidas e, em alguns casos, até mesmo consideradas malditas - compelem os leitores a emancipar-se, a sorver o universo (cada uma de suas gotas, de suas partículas), desafiam de forma constante o ser humano a uma constante e necessária revisão, reconstrução e análise. Não preciso dizer mais nada, não é? Que tal colocar esses autores na lista de livros a serem lidos em sua escola?

3- A natureza, soberba e embevecedora, a todo o momento nos brinda com algum espetáculo maravilhoso. E o que fazemos? Ignoramos. Fechamos nossos olhos. Passamos ao largo. Reagimos com pouco caso. E, se não bastasse isso, cerceamos seus espaços, limitamos suas maravilhas. Sensibilizar crianças, adolescentes e jovens quanto à natureza é tarefa básica e elementar da educação. Projetos interdisciplinares que prevejam e estimulem visitas a parques nacionais e áreas silvestres – com o intuito de reconhecer, identificar, mapear e criar um espírito preservacionista são essenciais práticas para toda e qualquer escola. Chega de discurso, é hora da prática!

4- O protagonista do filme “Na Natureza Selvagem”, Chris McCandless (Emile Hirsch), em sua jornada pelos Estados Unidos, passa por diversas localidades e paisagens naturais. Exercício bastante interessante seria mapear seu rumo e fazer um levantamento dos ecossistemas e paisagens com os quais ele teve contato.

5- A sociedade e suas “aparências”, ou seja, as pessoas agindo para vender imagens política e socialmente corretas, como é o caso da família de Chris McCandless no filme “Na Natureza Selvagem” é tema forte e relevante da referida produção. Será que algum dia poderemos realmente falar o que pensamos, sem usar as máscaras que muitas vezes ocultam nossos reais pensamentos? Quando emergirá a verdade, a sinceridade, a honestidade em nossas práticas e relações sociais? Será que tudo ao nosso redor é mascarado e encerra – atrás de encenações – leituras muito diferentes daquilo que realmente ouvimos e vemos? Exercício bastante interessante para a compreensão dessa premissa é a análise do comportamento de pessoas públicas, como políticos, artistas, empresários, atletas ou músicos...

Cartaz-do-filme

Ficha Técnica

NA NATUREZA SELVAGEM
(Into the Wild)

País/Ano de produção: EUA, 2007
Duração/Gênero: 140 min., Drama
Indicação Etária:12 anos
Direção de Sean Penn
Roteiro de Sean Penn baseado em livro de Jon Krakauer
Elenco: Emile Hirsch, Marcia Gay Harden, William Hurt, Hal Holbrook, Jena Malone, Brian Dierker, Catherine Keener, Kristen Stewart, Zack Kalifianakis, Robin Matthews.

Links
http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=18282
http://www.adorocinema.com/filmes/na-natureza-selvagem/na-natureza-selvagem.asphttp://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_critica=7034&id_filme=5119&aba=critica

Videos-Relacionados

João Luís de Almeida Machado Editor do Portal Planeta Educação; Doutorando em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=1255

22 de out. de 2008

Respire… enquanto pode

Mickey 3D não é uma animação do Mickey. Muito menos alguma brincadeira criada para o Mickey feio. É uma banda francesa que criou uma animação para o hit de março de 2003, Respire. Dirigido por Jerôme Combe, Stéphane Hamache e André Bessy.

Uma história bem bonitinha, mas que ao mesmo tempo serve como uma denúncia do que estamos fazendo com o meio ambiente, levando-o para sua destruição. Além disso. se você for reparar nas cenas, vai achar que já a viu antes. Isso porque o videoclipe se utiliza de diversas cenas “padrões” de filmes e outros desenhos animados. Mas tudo isso tem um motivo, assista até o final e descubra…

Dica do João Bernardo.

Envie também sua dica de animação para o email@smellycat.com.br




Fonte: http://smellycat.com.br/2008/10/17/respire-enquanto-pode/

17 de out. de 2008

Mundos paralelos: tecnologia e educação



O incrível vídeo acima, da banda Radiohead intitulado All I Need que eu assisti no blog do meu amigo José Antônio Klaes Roig, editor do Letra Viva do Roig pela primeira vez ontem é uma paulada.

É simplesmente visceral o videoclipe. O vídeo que mostra a vida de duas crianças e seus mundos paralelos, tão diferentes, tão opostos. Como o José Roig cita é "um vídeo para refletir sobre a vida e os dois mundos distantes que existem no planeta Terra: dos que consomem e dos que são consumidos...

Hoje todos nós, ao nascermos estamos sujeitos a viver em um desses mundos, dependendo do lar que nos acolha, do poder aquisitivo dos pais que nos geram ou nos criam... Podemos ser o menino loiro ou o oriental, dependendo da roleta-russa que é nascer no Terceiro Planeta deste sistema solar - uma pequena bola de gude azul no céu tão escuro...

A letra, a música e as imagens são fantásticas, para serem vistas e revestidas. Penso, logo existo; penso logo insisto... Penso, logo resisto!

Hoje, existem dois mundos paralelos também no que tange a tecnologia: os que possuem condições de uso dos multimeios (computador e internet, principalmente) e os que são considerados "analfabetos digitais". Há ainda muitas pessoas, em analogia com o livro, que sabem ler mas não sabem interpretar um texto; ou sabem usar um computador e internet, mas não conseguem dar a eles um significado e uma significância educacional - inclusive muitos professores. Para isso, tentar mudar essa visão, é que existe a tecnologia educacional. Mostrar como "podemos humanizar a máquina e não robotizar as pessoas".
"

Hoje há claramente a questão dos dois mundos que existem atualmente: o tecnológico e o sem a tecnologia. Hoje, o celular, a TV a cabo, internet se incorporaram na vida cotidiana de muitos, enquanto que para milhares e milhões de pessoas, isso é um mundo distante e desconhecido.

Em outra parte da postagem do José Roig, ele cita que há "também dois mundos paralelos: o de cursista (aluno) e o de multiplicador (professor). O que me faz ter sempre essa visão abrangente das coisas é justamente conviver periodicamente entre dois mundos, me colocando na posição do outro, para a partir dessas observações, trazer as visões de cada mundo para o seu paralelo, e isso me auxilia e muito na minha prática pedagógica e vida. Sou um eterno aprendiz. Quem dera todos os professores, vez em quando reciclassem não apenas o lixo, mas também algumas idéias e ideais descartados pela vida, procurando ser aluno novamente, e/ou colocar-se na posição de aluno, avaliando e se auto-avaliando inclusive. Eu faço isso, dia sim, dia também, e isso me ajuda e muito a superar desafios, obstáculos e estabelecer parcerias com professores e alunos: dois mundos paralelos que precisam se aproximar mais e mais sempre, pois ambos têm na esocla a sua intersecção..."

O título da postagem é referencia a postagem original do José Roig, editor do Letra Viva do Roig intitulada Mundos paralelos: tecnologia e educação que eu recomendo a leitura na integra.

Abaixo a letra traduzida da musica do vídeoclip.

Tudo Que Necessito


Eu sou o ato seguinte
Esperando nas asas
Eu sou um animal
Prendido em seu carro quente
Eu sou todos os dias
Que você escolhe ignorar

Você é tudo que eu necessito
Você é tudo que eu necessito
Eu estou no meio de seu retrato
Deitado na grama

Eu sou uma mariposa
Quem quer apenas compartilhar de sua luz
Eu sou apenas um inseto
Tentando sair da noite

Eu só fico com você
Porque não há nenhuma outra

Você é tudo que eu necessito
Você é tudo que eu necessito
Eu estou no meio de seu retrato
Deitado na grama

Está tudo errado
Está tudo certo
Está tudo errado


Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Fonte: http://www.lyricstime.com/radiohead-all-i-need-tradu-o-lyrics.html e Letra Viva do Roig

16 de out. de 2008

A História das Coisas: um vídeo para entender o mundo em que vivemos

Olá Amigos

Por indicação do meu amigo José Antônio Klaes Roig, editor do Letra Viva do Roig assisti a 2 vídeos maravilhosos intitulado A História das Coisas (The Story of Stuff), de Annie Leonard, que está dividido em duas partes abaixo.


Cap. 1-4


Cap. 5-7



Versão dublada

Os vídeos são muito bons para se conhecer melhor como funciona a engrenagem do mundo em que vivemos, pós-Segunda Guerra Mundial e de como estamos produzindo, consumindo e destruindo de forma voraz o nosso planeta. Uma dos temas que eu e o José Roig temos abordado em nossas conversas, e que tem deixado a ele e a mim preocupados é com o lixo tecnológico.

Eu mesmo quase "pari um porco espinho" para descartar corretamente um celular velho que estava à anos habitando o fundo de uma gaveta. Nenhuma operadora ou loja queria ficar com o ele pois eles disseram que eu podia joga-lo no lixo "sem problemas". Depois de muito reclamar a operadora Claro se prontificou a descarta-lo corretamente.

Nesses tempos de pouca informação sobre o destino do lixo tecnológico o vídeo "A História das Coisas" como diz o José Roig "é um vídeo imperdível, necessário, contundente, didático, entre outras coisas, que merece ser repassado a professores e alunos, para uma reflexão sobre nossos padrões de consumo e o consumismo que nos fazem ser consumidores antes que cidadãos, pelo mundo afora.". A postagem original do José Roig esta disponível no Letra Viva do Roig.

Abraços e Bom vídeo

Equipe NTE Itaperuna

14 de out. de 2008

Vídeo sobre aquecimento global - Impressionante

Olá Amigos

Um pequeno, mas impressionante vídeo de sensibilização sobre o aquecimento global realizado pela agência portuguesa brasileira Seagulls Fly para a associação Quercus. O vídeo é um soco na barriga, ele usa e abusa de imagens fortes para alertar as pessoas que se não mudarmos nossa postura com relação ao clima e a cuidar melhor do planeta o fim de todos será bem parecido com o do vídeo.

Global Warming

Global Warming
, o novo filme da McCann Erickson de Portugal para a empresa Quercus ganhou hoje a indicação "VIDEO OF THE DAY" do site FWA Theater!

Confira o vídeo, produzido inteiramente em CG pela Seagulls Fly, através do link ou abaixo.



Abraços

Equipe NTE Itaperuna