Olá Amigos
Esse conto abaixo foi uma indicação da minha amiga Suely professora e editora do blog Ufa! Bloguei! lá de Uruguaiana - RS. Ela fez uma postagem imperdível intitulada Escolas de Vidro? falando sobre esse conto da Ruth Rocha abaixo.
Como sempre a Ruth Rocha é fantástica na elaboração dos seus contos, mas ela se superou neste. Não sei se ele vem de encontro ao que estamos debatendo por aqui, mas que é pertinente ah isso ele é. Estamos vivendo como no conto da Ruth Rocha, em nossas escolas de vidro e que precisamos urgentemente do Firuli, um menino pobre, para quem não há vidro que o impeça de ser quem ele é.
Espero que o prazer da leitura eleve ainda mais a discussão. Não deixem de ler as postagem da Jenny Horta, do Sergio Lima, da Elisângela Zampieri . Estou esperando o retorno de mais postagens para indicarmos aqui.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
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22 de abr. de 2009
Quando a escola é de vidro
![[292160g[5].gif]](http://lh6.ggpht.com/_iau_agITVwY/SdoODatyBCI/AAAAAAAAAWA/EMMM9mza_mk/s1600/292160g%5B5%5D.gif)
Ruth Rocha
Naquele tempo eu até que achava natural que as coisas fossem daquele jeito.
Eu nem desconfiava que existissem lugares muito diferentes...
Eu ia pra escola todos os dias de manhã e quando chegava, logo, logo, eu tinha que me meter no vidro.
É, no vidro!
Cada menino ou menina tinha um vidro e o vidro não dependia do tamanho de cada um, não!
O vidro dependia da classe em que a gente estudava.
Se você estava no primeiro ano ganhava um vidro de um tamanho.
Se você fosse do segundo ano seu vidro era um pouquinho maior.
E assim, os vidros iam crescendo á medida em que você ia passando de ano.
Se não passasse de ano era um horror.
Você tinha que usar o mesmo vidro do ano passado.
Coubesse ou não coubesse.
Aliás nunca ninguém se preocupou em saber se a gente cabia nos vidros.
E pra falar a verdade, ninguém cabia direito.
Uns eram muito gordos, outros eram muito grandes, uns eram pequenos e ficavam afundados no vidro, nem assim era confortável.
Os muitos altos de repente se esticavam e as tampas dos vidros saltavam longe, ás vezes até batiam no professor.
Ele ficava louco da vida e atarrachava a tampa com força, que era pra não sair mais.
A gente não escutava direito o que os professores diziam, os professores não entendiam o que a gente falava...
As meninas ganhavam uns vidros menores que os meninos.
Ninguém queria saber se elas estavam crescendo depressa, se não cabia nos vidros, se respiravam direito...
A gente só podia respirar direito na hora do recreio ou na aula de educação física.
Mas aí a gente já estava desesperado, de tanto ficar preso e começava a correr, a gritar, a bater uns nos outros.
As meninas, coitadas, nem tiravam os vidros no recreio. e na aula de educação física elas ficavam atrapalhadas, não estavam acostumadas a ficarem livres, não tinha jeito nenhum para Educação Física.
Dizem, nem sei se é verdade, que muitas meninas usavam vidros até em casa.
E alguns meninos também.
Estes eram os mais tristes de todos.
Nunca sabiam inventar brincadeiras, não davam risada á toa, uma tristeza!
Se agente reclamava?
Alguns reclamavam.
E então os grandes diziam que sempre tinha sido assim; ia ser assim o resto da vida.
Uma professora, que eu tinha, dizia que ela sempre tinha usado vidro, até pra dormir, por isso que ela tinha boa postura.
Uma vez um colega meu disse pra professora que existem lugares onde as escolas não usam vidro nenhum, e as crianças podem crescer a vontade.
Então a professora respondeu que era mentira, que isso era conversa de comunistas. Ou até coisa pior...
Tinha menino que tinha até de sair da escola porque não havia jeito de se acomodar nos vidros. E tinha uns que mesmo quando saíam dos vidros ficavam do mesmo jeitinho, meio encolhidos, como se estivessem tão acostumados que até estranhavam sair dos vidros.
Mas uma vez, veio para minha escola um menino, que parece que era favelado, carente, essas coisas que as pessoas dizem pra não dizer que é pobre.
Aí não tinha vidro pra botar esse menino.
Então os professores acharam que não fazia mal não, já que ele não pagava a escola mesmo...
Então o Firuli, ele se chamava Firuli, começou a assistir as aulas sem estar dentro do vidro.
O engraçado é que o Firuli desenhava melhor que qualquer um, o Firuli respondia perguntas mais depressa que os outros, o Firuli era muito mais engraçado...
E os professores não gostavam nada disso...
Afinal, o Firuli podia ser um mal exemplo pra nós...
E nós morríamos de inveja dele, que ficava no bem-bom, de perna esticada, quando queria ele espreguiçava, e até mesmo que gozava a cara da gente que vivia preso.
Então um dia um menino da minha classe falou que também não ia entrar no vidro.
Dona Demência ficou furiosa, deu um coque nele e ele acabou tendo que se meter no vidro, como qualquer um.
Mas no dia seguinte duas meninas resolveram que não iam entrar no vidro também:
- Se o Firuli pode por que é que nós não podemos?
Mas Dona Demência não era sopa.
Deu um coque em cada uma, e lá se foram elas, cada uma pro seu vidro...
Já no outro dia a coisa tinha engrossado.
Já tinha oito meninos que não queriam saber de entrar nos vidros.
Dona Demência perdeu a paciência e mandou chamar seu Hermenegildo que era o diretor lá da escola.
Seu Hermenegildo chegou muito desconfiado:
- Aposto que essa rebelião foi fomentada pelo Firuli. É um perigo esse tipo de gente aqui na escola. Um perigo!
A gente não sabia o que é que queria dizer fomentada, mas entendeu muito bem que ele estava falando mal do Firuli.
E seu Hermenegildo não conversou mais. Começou a pegar as meninos um por um e enfiar á força dentro dos vidros.
Mas nós estávamos loucos para sair também, e pra cada um que ele conseguia enfiar dentro do vidro - já tinha dois fora.
E todo mundo começou a correr do seu Hermenegildo, que era pra ele não pegar a gente, e na correria começamos a derrubar os vidros.
E quebramos um vidro, depois quebramos outro e outro mais dona Demência já estava na janela gritando - SOCORRO! VÂNDALOS! BÀRBAROS!
(pra ela bárbaro era xingação).
Chamem o Bombeiro, o exército da Salvação, a Polícia Feminina...
Os professores das outras classes mandaram cada um, um aluno para ver o que estava acontecendo.
E quando os alunos voltaram e contaram a farra que estava na 6° série todo mundo ficou assanhado e começou a sair dos vidros.
Na pressa de sair começaram a esbarrar uns nos outros e os vidros começaram a cair e a quebrar.
Foi um custo botar ordem na escola e o diretor achou melhor mandar todo mundo pra casa, que era pra pensar num castigo bem grande, pro dia seguinte.
Então eles descobriram que a maior parte dos vidros estava quebrada e que ia ficar muito caro comprar aquela vidraria tudo de novo.
Então diante disso seu Hermenegildo pensou um pocadinho, e começou a contar pra todo mundo que em outros lugares tinha umas escolas que não usavam vidro nem nada, e que dava bem certo, as crianças gostavam muito mais.
E que de agora em diante ia ser assim: nada de vidro, cada um podia se esticar um bocadinho, não precisava ficar duro nem nada, e que a escola agora ia se chamar Escola Experimental.
Dona Demência, que apesar do nome não era louca nem nada, ainda disse timidamente:
- Mas seu Hermenegildo, Escola Experimental não é bem isso...
Seu Hermenegildo não se perturbou:
- Não tem importância. Agente começa experimentando isso. Depois a gente experimenta outras coisas...
E foi assim que na minha terra começaram a aparecer as Escolas Experimentais.
Depois aconteceram muitas coisas, que um dia eu ainda vou contar...
Obs.: O terceiro conto de Este admirável mundo louco, de Ruth Rocha que pode ser lido aqui
21 de abr. de 2009
Blogagem Coletiva - Escola forma gente para futuro ou para o passado?
Olá Amigos
Fazendo a minha parte nesta proposta de blogagem coletiva que eu propus nas listas Edublogosfera e Blogs_educativos baseada na pergunta da postagem abaixo intitulada "A Escola forma gente para futuro ou para o passado?" .
O meu amigo Sergio Lima do blog Blog e Física escreveu uma postagem fantástica e reveladora. Além de um email fantástico do amigo Franz do blog Este blog é a Minha Rua ( que alias espero já ter sido transposto para o seu blog) que estão trazendo mais luz ou será pimenta a discussão.
A Escola muda bem devagar e isso é uma afirmação incontestável. Essa é a sensação que se fica quando procuramos as mudanças introduzidas pelos computadores colocados nas escolas públicas do País. A escola é obsoleta e inadequada para a formação dos nossos jovens sim. Mas essa afirmação trás algumas outras questões que saltam aos olhos e geram um monte de outros questionamentos.
Como me foi dito pela minha amiga Suzana Gutierrez do blog Gutierrez/Su "uma coisa que aprendi nestes mais de 10 anos de rede e quase 8 de blog: as coisas não são pão pão / queijo queijo. As pessoas tendem a ver um lado só. Por ex: NÃO é verdade que quase todo professor não quer mudar e que TODO o aluno transita bem na tecnologia."
Em cima disso outras questões estão surgindo:
Afirmar que a escola é conservadora por natureza não esclarece como ela muda. E a Escola muda muito e já mudou bastante. Para nos convencermos disso basta que nos lembremos do que ela era há 20 ou 30 anos atrás ou pensarmos que a Escola esteve na origem do deflagrar de revoluções sociais de nível global - os violentos acontecimentos de que foram protagonistas estudantes universitários em vários países que tiveram influencia nos comportamentos sociais em todo o Mundo.
Nos países menos desenvolvidos os estudantes são também um grupo social irrequieto e muitas vezes envolvidos, tal como alguns professores, em processos de mudança social, política e tecnológica. Fazendo um sinal em que direção devemos seguir.
As formas de como vamos tratar o problema da mudança precisam ser revistos, em particular, no que cabe ao campo educativo. Ao rever os conceitos tradicionalmente dominantes, assistimos a variadas reações ao predomínio da ideia de sistema escolar como sistema de reprodução social.
Não posso deixar de ser partidário da importância da tecnologia, sou tecnólogo de profissão e educador por opção, mas nem por isso me sinto incomodado pelo fato de sobrevalorizar o poder das TICs em sala de aula. Mais difícil tem sido encontrar formas de compreensão das mudanças, em contextos caracterizados pela presença de novas tecnologias de informação em ambientes carentes de mudanças. Ou como cita o Sergio Lima as pequenas "Contra-Hegemonias Locais das Práticas Escolares " sempre difíceis e dolorosas, alem de demoradas.
Eu acredito ser possível uma nova escola sim. Por que espera-se da escola mais do que uma rotina onde se aprende e ensina, mas uma rotina de transformação social. Uma escola como espaço onde nascem e se discutem novas ideias, onde todos aprendem e colaboram, onde é possível crescer e transformar não somente o seu espaço social, mas o mundo a sua volta.
Mas você não vê assim?
Por que?
Então Comente, Opine.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
Fazendo a minha parte nesta proposta de blogagem coletiva que eu propus nas listas Edublogosfera e Blogs_educativos baseada na pergunta da postagem abaixo intitulada "A Escola forma gente para futuro ou para o passado?" .
O meu amigo Sergio Lima do blog Blog e Física escreveu uma postagem fantástica e reveladora. Além de um email fantástico do amigo Franz do blog Este blog é a Minha Rua ( que alias espero já ter sido transposto para o seu blog) que estão trazendo mais luz ou será pimenta a discussão.
A Escola muda bem devagar e isso é uma afirmação incontestável. Essa é a sensação que se fica quando procuramos as mudanças introduzidas pelos computadores colocados nas escolas públicas do País. A escola é obsoleta e inadequada para a formação dos nossos jovens sim. Mas essa afirmação trás algumas outras questões que saltam aos olhos e geram um monte de outros questionamentos.
Como me foi dito pela minha amiga Suzana Gutierrez do blog Gutierrez/Su "uma coisa que aprendi nestes mais de 10 anos de rede e quase 8 de blog: as coisas não são pão pão / queijo queijo. As pessoas tendem a ver um lado só. Por ex: NÃO é verdade que quase todo professor não quer mudar e que TODO o aluno transita bem na tecnologia."
Em cima disso outras questões estão surgindo:
- Será que devemos concluir que a Escola é, por essência, conservadora e resistente à mudança?
- Devemos concluir que a tecnologia por si só não interfere nos hábitos humanos?
- Devemos mudar as formas metodológicas de abordagem do problema?
- Será que o problema é pertinente?
- Será que há muito discurso e pouca ação?
- Trabalhar por projetos seria uma solução viável?
- Há um comodismo generalizado por parte dos docentes?
- Não seria melhor derrubar tudo e começar do zero?
Afirmar que a escola é conservadora por natureza não esclarece como ela muda. E a Escola muda muito e já mudou bastante. Para nos convencermos disso basta que nos lembremos do que ela era há 20 ou 30 anos atrás ou pensarmos que a Escola esteve na origem do deflagrar de revoluções sociais de nível global - os violentos acontecimentos de que foram protagonistas estudantes universitários em vários países que tiveram influencia nos comportamentos sociais em todo o Mundo.
Nos países menos desenvolvidos os estudantes são também um grupo social irrequieto e muitas vezes envolvidos, tal como alguns professores, em processos de mudança social, política e tecnológica. Fazendo um sinal em que direção devemos seguir.
As formas de como vamos tratar o problema da mudança precisam ser revistos, em particular, no que cabe ao campo educativo. Ao rever os conceitos tradicionalmente dominantes, assistimos a variadas reações ao predomínio da ideia de sistema escolar como sistema de reprodução social.
Não posso deixar de ser partidário da importância da tecnologia, sou tecnólogo de profissão e educador por opção, mas nem por isso me sinto incomodado pelo fato de sobrevalorizar o poder das TICs em sala de aula. Mais difícil tem sido encontrar formas de compreensão das mudanças, em contextos caracterizados pela presença de novas tecnologias de informação em ambientes carentes de mudanças. Ou como cita o Sergio Lima as pequenas "Contra-Hegemonias Locais das Práticas Escolares " sempre difíceis e dolorosas, alem de demoradas.
Eu acredito ser possível uma nova escola sim. Por que espera-se da escola mais do que uma rotina onde se aprende e ensina, mas uma rotina de transformação social. Uma escola como espaço onde nascem e se discutem novas ideias, onde todos aprendem e colaboram, onde é possível crescer e transformar não somente o seu espaço social, mas o mundo a sua volta.
Mas você não vê assim?
Por que?
Então Comente, Opine.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
16 de out. de 2008
A História das Coisas: um vídeo para entender o mundo em que vivemos
Olá Amigos
Por indicação do meu amigo José Antônio Klaes Roig, editor do Letra Viva do Roig assisti a 2 vídeos maravilhosos intitulado A História das Coisas (The Story of Stuff), de Annie Leonard, que está dividido em duas partes abaixo.
Cap. 1-4
Cap. 5-7
Versão dublada
Os vídeos são muito bons para se conhecer melhor como funciona a engrenagem do mundo em que vivemos, pós-Segunda Guerra Mundial e de como estamos produzindo, consumindo e destruindo de forma voraz o nosso planeta. Uma dos temas que eu e o José Roig temos abordado em nossas conversas, e que tem deixado a ele e a mim preocupados é com o lixo tecnológico.
Eu mesmo quase "pari um porco espinho" para descartar corretamente um celular velho que estava à anos habitando o fundo de uma gaveta. Nenhuma operadora ou loja queria ficar com o ele pois eles disseram que eu podia joga-lo no lixo "sem problemas". Depois de muito reclamar a operadora Claro se prontificou a descarta-lo corretamente.
Nesses tempos de pouca informação sobre o destino do lixo tecnológico o vídeo "A História das Coisas" como diz o José Roig "é um vídeo imperdível, necessário, contundente, didático, entre outras coisas, que merece ser repassado a professores e alunos, para uma reflexão sobre nossos padrões de consumo e o consumismo que nos fazem ser consumidores antes que cidadãos, pelo mundo afora.". A postagem original do José Roig esta disponível no Letra Viva do Roig.
Abraços e Bom vídeo
Equipe NTE Itaperuna
Por indicação do meu amigo José Antônio Klaes Roig, editor do Letra Viva do Roig assisti a 2 vídeos maravilhosos intitulado A História das Coisas (The Story of Stuff), de Annie Leonard, que está dividido em duas partes abaixo.
Cap. 1-4
Cap. 5-7
Versão dublada
Os vídeos são muito bons para se conhecer melhor como funciona a engrenagem do mundo em que vivemos, pós-Segunda Guerra Mundial e de como estamos produzindo, consumindo e destruindo de forma voraz o nosso planeta. Uma dos temas que eu e o José Roig temos abordado em nossas conversas, e que tem deixado a ele e a mim preocupados é com o lixo tecnológico.
Eu mesmo quase "pari um porco espinho" para descartar corretamente um celular velho que estava à anos habitando o fundo de uma gaveta. Nenhuma operadora ou loja queria ficar com o ele pois eles disseram que eu podia joga-lo no lixo "sem problemas". Depois de muito reclamar a operadora Claro se prontificou a descarta-lo corretamente.
Nesses tempos de pouca informação sobre o destino do lixo tecnológico o vídeo "A História das Coisas" como diz o José Roig "é um vídeo imperdível, necessário, contundente, didático, entre outras coisas, que merece ser repassado a professores e alunos, para uma reflexão sobre nossos padrões de consumo e o consumismo que nos fazem ser consumidores antes que cidadãos, pelo mundo afora.". A postagem original do José Roig esta disponível no Letra Viva do Roig.
Abraços e Bom vídeo
Equipe NTE Itaperuna
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14 de out. de 2008
Vídeo sobre aquecimento global - Impressionante
Olá Amigos
Um pequeno, mas impressionante vídeo de sensibilização sobre o aquecimento global realizado pela agência portuguesa brasileira Seagulls Fly para a associação Quercus. O vídeo é um soco na barriga, ele usa e abusa de imagens fortes para alertar as pessoas que se não mudarmos nossa postura com relação ao clima e a cuidar melhor do planeta o fim de todos será bem parecido com o do vídeo.

Global Warming, o novo filme da McCann Erickson de Portugal para a empresa Quercus ganhou hoje a indicação "VIDEO OF THE DAY" do site FWA Theater!
Confira o vídeo, produzido inteiramente em CG pela Seagulls Fly, através do link ou abaixo.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
Um pequeno, mas impressionante vídeo de sensibilização sobre o aquecimento global realizado pela agência portuguesa brasileira Seagulls Fly para a associação Quercus. O vídeo é um soco na barriga, ele usa e abusa de imagens fortes para alertar as pessoas que se não mudarmos nossa postura com relação ao clima e a cuidar melhor do planeta o fim de todos será bem parecido com o do vídeo.
Global Warming, o novo filme da McCann Erickson de Portugal para a empresa Quercus ganhou hoje a indicação "VIDEO OF THE DAY" do site FWA Theater!
Confira o vídeo, produzido inteiramente em CG pela Seagulls Fly, através do link ou abaixo.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
11 de out. de 2008
Dando seqüencia ao Projeto Cinema no Caldeirão
Olá Amigos
Estamos novamente aqui postando outro filme fantástico para ser trabalhado na sala de aula. O filme em questão é Céu de Outubro, o filme além de mostrar a influencia de um bom professor na vida de um aluno, mostra que quantas vezes não vemos jovens abdicando de suas escolhas profissionais por conta de intervenções de seus pais.
Outro ponto legal do filme é o tal "elo social e familiar" que eu tenho falado aos meus alunos. Muitos de nossos alunos estão presos ao que eles chamam de destino ou carreira familiar: pai pedreiro, filho pedreiro, pai mecânico, filho mecânico, etc... e eu sempre pergunto a eles:
_ Pedreiro? hum... legal, mas por que não Engenheiro? Arquiteto?
Quantos não são os casos de garotos e garotas que escolheram uma determinada profissão por conta das possibilidades financeiras desse tipo de trabalho, abdicando da satisfação profissional de trabalhar numa área que lhes fosse mais interessante e prazerosa?
Que tipo de profissional surge numa situação em que a escolha profissional é orientada pelos pais ou por motivações como salários?
Eles acham que, ou perderam a capacidade de sonhar e isso no filme é bem legal ele sonhou construir foguetes e lutou por isso mesmo ficando contra o seu destino na mina de carvão.
Recomendo o filme com louvor, principalmente para, aqueles que assim como eu, os amante das exatas.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
Estamos novamente aqui postando outro filme fantástico para ser trabalhado na sala de aula. O filme em questão é Céu de Outubro, o filme além de mostrar a influencia de um bom professor na vida de um aluno, mostra que quantas vezes não vemos jovens abdicando de suas escolhas profissionais por conta de intervenções de seus pais.
Outro ponto legal do filme é o tal "elo social e familiar" que eu tenho falado aos meus alunos. Muitos de nossos alunos estão presos ao que eles chamam de destino ou carreira familiar: pai pedreiro, filho pedreiro, pai mecânico, filho mecânico, etc... e eu sempre pergunto a eles:
_ Pedreiro? hum... legal, mas por que não Engenheiro? Arquiteto?
Quantos não são os casos de garotos e garotas que escolheram uma determinada profissão por conta das possibilidades financeiras desse tipo de trabalho, abdicando da satisfação profissional de trabalhar numa área que lhes fosse mais interessante e prazerosa?
Que tipo de profissional surge numa situação em que a escolha profissional é orientada pelos pais ou por motivações como salários?
Eles acham que, ou perderam a capacidade de sonhar e isso no filme é bem legal ele sonhou construir foguetes e lutou por isso mesmo ficando contra o seu destino na mina de carvão.
Recomendo o filme com louvor, principalmente para, aqueles que assim como eu, os amante das exatas.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
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