17 de jan de 2009

Projeto Cinema no Caldeirão - 17/01

Olá Amigos

Hoje escolhemos para o Projeto Cinema no Caldeirão o filme "À Procura da Felicidade", que conta a história de Chris Gardner, é simplesmente imperdível e que se mostrou excelente para se trabalhar com as turma do EJA . Além da incrível e tocante interpretação de Will Smith, a mensagem do filme é excelente, e está em falta nesse país. Trata-se de um homem obstinado que luta para sobreviver e sustentar seu filho mesmo sob as mais árduas circunstâncias, sem que isso o faça ignorar os principais valores nem perder as esperanças. Gardner encontra-se nas mais desesperadas situações, sob constante pressão financeira, chegando a dormir no banheiro de uma estação de metrô e depois em abrigos. Nessa jornada angustiante, ainda é abandonado pela mulher, tendo que criar o filho sozinho. Mas nada disso o impede de manter o carinho e passar valiosas lições para seu filho, que depositara total confiança no pai. Os obstáculos parecem intransponíveis, mas a força de vontade de Gardner é ainda maior.
Resenha crítica do filme À procura da felicidade
O filme retrata o "sonho americano", onde o trabalho duro individual pode levar qualquer um longe na terra das oportunidades. Logo no começo do filme, aparece o então presidente Ronald Reagan fazendo um discurso na televisão, e não creio ser por acaso. Neste discurso, o presidente está culpando os excessivos gastos do governo pela situação delicada em que a economia do país se encontra. As reformas adotadas nesta época foram cruciais para resgatar o crescimento econômico do país. Menos intervenção estatal, mais iniciativa privada, uma receita infalível.
http://www.planetaeducacao.com.br/novo/imagens/artigos/cinema/procura_da_felicidade_01.jpg
Em uma determinada cena do filme, quando Gardner jogava basquete com seu filho, uma preciosa lição de vida foi passada aos espectadores. O próprio pai fala para o filho desistir do sonho de ser um campeão algum dia, e ao perceber o desânimo do garoto, lhe dá uma bronca, explicando que ele não deve jamais deixar outros - inclusive o próprio pai - colocá-lo para baixo, repetir que ele não é capaz de algo. A inveja faz com que outros tentem diminuir as habilidades alheias, desestimulando qualquer um que pareça um pouco mais capaz em determinada tarefa. O pai afirma então que o filho nunca deve ligar para isso, para o que os outros falam dele, e que nada deverá ficar entre seus sonhos e a realização deles. Proteja seus sonhos sempre! A responsabilidade é individual, e isso vale ainda mais em um país onde muitos esperam passivamente soluções milagrosas através do governo.
http://www.filmtotaal.nl/images/newscontent/45a32f1.jpg
A postura do próprio Chris Gardner enfatiza esse abismo que separa os eternos fracassados daqueles que chegam ao sucesso. Logo no começo do filme, Gardner avista um indivíduo saindo de uma Ferrari em frente a um prédio comercial. Todos à sua volta pareciam felizes. Ele pergunta ao desconhecido o que ele fazia para poder ter aquilo, e a resposta muda sua vida. O homem diz que era corretor de ações, e que para tanto bastava ser bom com números e com pessoas. Gardner coloca na sua mente então que chegará lá um dia, e parte para um processo obstinado de tentativa, superando os mais absurdos obstáculos. O grande diferencial que vejo é o fato dele olhar o sucesso alheio e admirá-lo, querendo buscar para si algo semelhante. Isso é oposto ao que vemos, infelizmente com boa freqüência, em pessoas invejando o sucesso alheio, e querendo destruí-lo ao invés de lutar para subir na vida por conta própria.

I´m a great believer in luck, and I find the harder I work the more I have of it."
(Thomas Jefferson)

A Declaração da Independência americana é bastante citada no filme, assim como a frase que Thomas Jefferson inseriu sobre o direito de todos à procura da felicidade. A mensagem do filme é bela, é uma mensagem de esperança, de liberdade, de valores pessoais e integridade. Mesmo sob a situação mais desesperadora que se pode imaginar, Gardner jamais deixou para trás seus valores. Isso serve de lição para muitos sociólogos e intelectuais que forçam uma associação de causalidade entre a pobreza e a criminalidade, como se a pequena conta bancária automaticamente criasse bandidos. A integridade das pessoas não depende do saldo no banco. Fora isso, o filme desmonta a crença do Estado paternalista, que irá cuidar dos pobres. Pelo contrário, o governo aparece para tirar na marra e sem aviso o dinheiro que Gardner conseguiu juntar com a venda de scanners para médicos, alegando impostos atrasados. Foi a gota d'água que jogou Gardner na rua da amargura. Esse é um retrato da realidade. O governo, para dar algo, antes precisa tirar, e normalmente o fardo recai sobre os mais pobres.
Cena o filme À procura da felicidade
Não deixem de assistir o filme. Em uma nação onde todos pensam somente no que o governo pode oferecer, o um relato de uma história verídica, de um sujeito que conhece bem de perto a completa miséria, e sai dela por conta própria, tornando-se um multimilionário. E lembrando ainda que o dinheiro aqui é apenas um subproduto, um indicador do sucesso que Gardner teve na vida. Pois seu valor mesmo, como homem íntegro que soube vencer barreiras inacreditáveis e educar seu filho sob tais circunstâncias, esse não pode ser mensurado pelos seus milhões de dólares.

Bom filme e Boa Diversão

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Um comentário:

Anônimo disse...

Tsc, Tsc, nenhum comment?!

pra ver como contar sobre um filme de maneira relevante, sugiro ler:

A Cavalaria não vai chegar! Você precisa se virar. Concentre-se no Trabalho, Trabalho, Trabalho. Seja Voluntário em tudo, todos os dias. Aqueles que ficam milionários são aqueles que não têm o dinheiro como fim.

Em "À Procura da Felicidade", Chris Gardner , vivido por Will Smith, investe todo o dinheiro da família na compra de um estoque imenso de scanners portáteis para ossos. "A máquina revolucionária" como ele descreve no início do filme, mica no estoque da sua casa. As dificuldades financeiras têm início. Em pouco tempo a esposa se vê obrigada a trabalhar dois a três turnos para dar conta do erro que o marido cometeu. A relação entre os dois começa a se deteriorar. A confiança que a esposa depositava em Chris vai para o ralo. Enquanto a esposa cobra resultados práticos, Chris batalha pelas vendas, nunca reclama da vida, das dificuldades do mercado, da concorrência, da falta de investimentos do fabricante em propaganda etc, pelo contrário, ele assume que o grande responsável pela falta das vendas é ele mesmo, “... eu não sabia que médicos e hospitais iriam considerá-los luxos desnecessários..." reconhece Chris. Fato raro hoje em dia. Eu não conheço nenhum vendedor que assume que a falta de vendas na sua região é resultado da falta de trabalho do próprio vendedor. A grande maioria joga a culpa nos outros, na empresa, no produto, no preço, nunca em si mesmo e no fato de não ter se preparado para trabalhar.

A mancada de Chris Gardner custa a ele o casamento e o apartamento. Em pouco tempo ele se vê sem teto e com um filho para criar.

"À Procura da Felicidade" foi o tema da palestra que eu fiz na semana passada no HollywoodCEO. A trama do filme é bastante simples, alguns dizem bastante previsível: cara pobre trabalha duro e vence na vida. Ponto final. Porém, por trás dessa história aparentemente simplória, existem várias lições filosóficas.

Por exemplo, o governo deveria dar dinheiro a Chris Gardner para evitar a sua falência financeira pessoal?

Nas últimas semanas, a crise do mercado financeiro americano tem sido a principal manchete nos jornais do mundo inteiro. Enquanto os especialistas ligados ao mercado financeiro botam medo no mundo pela televisão, os lobistas trabalham nos bastidores botando fogo no governo para liberar o dinheiro para salvar seus clientes.

O governo americano deveria salvar a AIG e agregadas?

CLARO QUE NÃO! O correto é deixar essas empresas quebrarem. Wall Sreet quebrar. O mercado financeiro quebrar! Talvez, assim, possamos reinventar os bancos de investimentos e os bancos comerciais, talvez assim, voltemos aos princípios éticos de um banco, que existe para financiar inovação e melhorias no mundo, não para ganhar dinheiro sobre um dinheiro que não existe.

Wall Street não manda no mundo. Ou não deveria. DEIXA QUEBRAR!!! O mercado financeiro é apenas um mercado, como qualquer outro, se quebrar, quebrou; temos outros mercados muito mais importantes e relevantes que o mercado financeiro (informática, telefonia, agropecuária), que vão tocar o mundo prá frente. E na verdade, já tocam o mundo para frente, o financeiro só especula em cima de nós.

DEIXA QUEBRAR!!! Talvez assim, com Wall Street fora da jogada, o Terceiro Setor passe a ser considerado o Primeiro Setor; Inovação o segundo setor; e o financeiro, apenas uma ferramenta da sociedade.

Quem manda no mundo, ou deveria, é a Inovação, não Wall Street.

Com o sucesso do filme, Chris Gardner virou presença constante nos talk shows americanos. Em Julho desse ano, um Jô Soares americano perguntou a Chris Gardner, "O que você acha da crise financeira, o governo deveria intervir?", "Claro que não! Eu nunca recebi nada do governo quando estava quebrado, nenhum político me ajudou, nenhuma lei me ajudou, para o governo eu não passo de mais um pagador de impostos e não um ser humano", e completou, "E quer saber? Foi melhor assim, dessa maneira eu forjei o meu caráter, hoje sou inquebrável, e se quebrar novamente, não ligo, começo tudo de novo, não tenho medo de trabalhar.”

No final, o governo americano vai liberar 700 bilhões de dólares (que ninguém sabe ao certo quem vai receber) para evitar a quebradeira de alguns bancos e seguradoras tipo AIG. Os executivos medíocres que criaram o problema vão se safar, os lobistas vão levar 5%, os políticos outros 5%.

A ajuda do governo vai aliviar o tranco para os executivos de colarinho branco que dirigem o helicóptero da empresa; o resgate vai mantê-los no cargo, mas não vai forjar o caráter deles, ou vai. Em 2010 serão precisos outros 1,4 trilhões de dólares para evitar uma nova quebradeira.

O título do filme "À Procura da Felicidade" foi tirado da constituição americana. Escrita em 1776, o texto diz: "Todos somos iguais, e temos os mesmos direitos... A Vida, Liberdade e à procura da Felicidade".

Por que o texto não diz simplesmente que temos direito a Vida, Liberdade e Felicidade? Por que o texto coloca essa história de Felicidade como algo que temos que ir atrás, e não "padrão" como a Vida e a Liberdade?

Porque os fundadores dos EUA queriam que os indivíduos criassem seus próprios caminhos, e jamais seguissem um padrão determinado de vida.

Uma sociedade desenvolvida é aquela que permite que cada indivíduo consiga viver do caminho que achar mais conveniente para ser feliz. Médico, artista plástico, grafiteiro, músico, pesquisador, cientista, todos temos direito a ser felizes; você não deveria ter que seguir o esquema papai-mamãe vigente na geração passada para ser feliz.

Enquanto você estiver "À Procura da sua Felicidade", significa que você está atrás do seu próprio espaço, da sua própria dignidade e respeito, sem baixar a cabeça para modelos estabelecidos pelos jurrásicos das gerações passadas.

Entretanto, a grande maioria das pessoas está longe de ter a mesma fibra de um Chris Gardner. Se o circo pegar fogo, se a água bater no umbigo, 80% ou mais pulam fora do barco como a esposa de Chris fez. Simplesmente não têm o caráter forjado para suportar o tranco.

Para aqueles que estão "À procura da Felicidade" o filme ensina algumas lições.

1. O cara da Ferrari. Chris Gardner fica maravilhado com a pinta de um cara que está dirigindo uma Ferrari. Curioso ele aborda o motorista quando esse estaciona, "Desculpe, mas eu tenho duas perguntas para você. O que você faz e como você faz?". A vida de Chris Gardner muda completamente depois desse encontro. A cabeça dele se abre para novas possibilidades. Ele vê que estava totalmente por fora do mundo, e que existe a possibilidade de ser feliz em outros lugares, não apenas naquilo que ele conhecia. O motorista da Ferrari é um corretor de ações. Apesar de estarmos nos anos 80, onde todos deveriam saber o que é um corretor de ações, Chris Gardner nunca havia ouvido falar disso. O mundo restrito de Chris Gardner se abre para novas possibilidades quando aprende o que é um corretor de ações e que as premissas para ser um não são tão difíceis assim. A cena é fantástica, assista ao filme novamente para sentir o que estou falando.

O direito de todos nós termos acesso "A Vida, a Liberdade e à procura da Felicidade" só será possível se todos nós ajudarmos uns aos outros a enxergar novas possibilidades de sermos felizes. A felicidade não pode ficar restrita a estudar em um único colégio, fazer uma única faculdade e trabalhar em uma determinada empresa. Existem muito mais possibilidades, temos que divulgá-las, o emprego realmente está acabando, mas o Trabalho está aumentando. HOJE, provavelmente, estamos jogando fora o talento de milhões de pessoas por não conseguirmos conectar excelentes pessoas a posições que poderiam preencher.

2. Todos nós temos que lidar com as nossas montanhas. "As pessoas pensam que eu sou especial. Não é nada disso. Eu cheguei aonde cheguei por duas razões: eu tive uma mãe fantástica que me abriu os olhos quando criança, e, ao longo da minha jornada, quando eu estava prestes a largar tudo, eu encontrava pela frente diversas pessoas dispostas a me ajudar. Uma delas é Cecil Willians e o fantástico trabalho que ele faz em São Francisco com a Glide."

Enquanto no Brasil você vê as pessoas indo até as igrejas para pedir ajuda para se verem livres dos seus problemas, você vê a Glide - igreja metodista de São Francisco - pedindo para Deus enviar todos os tipos de problemas para as pessoas poderem superá-los. Cecil Willians, pastor da Glide canta no filme, “... se você quiser embarcar no trem da liberdade, você precisa escalar as suas próprias montanhas, àquelas que sobem lá no alto e aqueles que descem bem fundo..., Senhor não remova essas montanhas... Dê-me força para subí-las... não remova os obstáculos... guie-me ao redor deles. Meus fardos são tão pesados... parecem insuportáveis... mas não vou desanimar... Senhor, não remova essa montanha... dê-me forças para subí-la..."

O filme procura mostrar que todos nós precisamos encarar a realidade de frente, subir nossas próprias montanhas, e ajudar o colega ao lado a fazê-lo quando a coisa engrossar.

A história de Chris Gardner é justamente assim. Nos momentos cruciais da sua vida, alguém aparece para ajudá-lo. O cara da Ferrari, o scanner revolucionário, o senhorio que troca o aluguel pelo trabalho de pintar o quarto, os médicos que recebem o Chris para ouvir o seu discurso sobre o scanner, o cara do RH que liga na casa dele bem na hora que a esposa dele vai embora, o presidente da Dean Witter que resolve brincar com o fato de Chris estar sem camisa na entrevista, etc etc etc.

O ponto é: TODO CONTATO que fazemos com outro ser humano ao longo do dia TEM O PODER de transformar a vida da pessoa. Alguém, hoje, na hora do almoço, vai cruzar o seu caminho, e um simples sorriso, abraço, um mínimo de respeito e educação pode ser o suficiente para levantar a bola do cara, e dar a ele outro mês de oxigênio, como aconteceu com Chris Gardner.

3. À Procura pela Felicidade passa pela área de vendas. Vendedor de verdade AJUDA, não vende nada. Se você não se vê como vendedor, não importa a posição que ocupa, terá sérios problemas de relacionamento daqui prá frente. Durante o filme Chris Gardner ensina em alguns minutos como ser um bom vendedor. Ele devora a Bíblia da empresa (catálogos de produtos e treinamentos), ele desenvolve um método para falar com os clientes, ele se prepara antecipadamente para visitar os clientes, e PRINCIPALMENTE, ele renova a sua maneira de vender ao longo do filme. Nas primeiras cenas de Chris como vendedor ele não consegue marcar nenhuma visita, e quando consegue, parece um robô falando sobre a empresa. No final do filme, o Chris vendedor que você vê na tela está fazendo ligações de pós-venda, ele diz ao telefone “... Sr Johnson, eu queria agradecer pelo seu apoio no seminário do mês passado... Não, eu não quero vender nada..., só isso mesmo..., tenha um bom dia". O VERDADEIRO VENDEDOR compreende que ELE e SOMENTE ELE é o responsável pelos seus resultados, e, se não está conseguindo bater suas metas, ELE e SOMENTE ELE tem que se ligar que ELE e seu DISCURSO estão errados, e ELE, SOMENTE ELE, tem que mudar.

4. A Cavalaria não vai chegar, se vira! Quase no final do filme, Chris encontra o diretor de RH no banheiro do escritório. O diretor lhe dá os parabéns pelo trabalho bem feito nas contas da Pacific Bell. Chris, muito humildemente, ao invés de agradecer a Deus, fala "Muito obrigado..., eu conheci o pessoal de lá no futebol, peguei os cartões e fechei com eles...". OU SEJA, ele sabe EXATAMENTE como chegou lá, e, portanto consegue REPLICAR o sucesso. Coisa que 0,01% da população consegue responder. E aí que mora o problema: se você não sabe qual é a causa do seu problema (sempre VOCÊ), você não consegue resolvê-lo. Ou, se você não sabe a causa do seu sucesso, você não consegue replicá-lo.

Sabe..., eu nunca entendi muito porque as pessoas agradecem tanto a Deus pelas coisas que tem. O terceiro dos dez mandamentos não fala justamente para não ficar falando o nome de Deus em vão? "Graças a Deus que eu comprei um chiclete, Graças a Deus que eu cheguei à reunião a tempo, Graças a Deus que eu fiz a venda de 10 pares de chinelo para a vendinha da esquina blá blá blá."

Enquanto caminham para visitar um cliente, Chris Jr conta ao pai aquela velha piada sobre o homem que está se afogando no mar. O homem está quase morrendo, e mesmo assim dispensa por duas vezes a ajuda de barcos que se dispõem a salvá-lo. Quando finalmente morre, chega ao céu e pergunta a Deus porque ele não o salvou. Deus responde, "Oras, eu mandei dois barcos para te salvar, mas você não quis."

"À Procura da Felicidade" não é sobre pessoas pobres, protegidas pelo divino, atingindo a felicidade; mas sobre pessoas de caráter, que querem quebrar o ciclo da pobreza que se encontram, e deixar um legado melhor para seus filhos. Chris Gardner não reclama de nada, busca Donuts na padaria quando o chefe pede para fazê-lo, muda o carro do chefe de lugar quando ele pede para fazê-lo, traz cafezinho para o chefe quando ele pede para fazê-lo, nunca reclama, nunca amolece; procura sempre fazer a coisa da melhor maneira possível, seja qual for o trabalho que lhe foi dado para fazê-lo.

Como ele fez tudo isso, como ele conseguiu?

Bom..., compre o livro que inspirou o filme e descubra. O filme mostra apenas um ano da vida de Chris Gardner. Antes de chegar ali, Chris viveu 27 anos de tormentos e superação. Quando a Dean Witter surgiu no seu caminho, Gardner já tinha o espírito preparado para suportar o fardo.

Ou seja, não remova as montanhas do seu caminho! Elas estão te preparando para enfrentar o maior desafio da sua vida.