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1 de dez. de 2008

Pesquisa Interessante

Olá amigos

Na postagem abaixo há um texto que se refere a uma pesquisa muito interessante e que eu já sabia, alias desconfiava. Crianças devem jogar online, quem é privado não desenvolve habilidades técnicas e é excluído socialmente.

Como hoje as Tribos Urbanas definem socialmente quem são os nossos jovens, a interação online é fator primordial para a aceitação social dos nossos jovens.

Na faixa mais a abaixo os miúdos, com a palavra a Jenny, são realmente mais espertos e desenvolvidos os que jogam e interagem nas atividades online, não somente jogos.

E você é contra ou a favor? Comente ... interaja.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Crianças devem jogar online, diz estudo

Por Raphaela Maia

Um estudo organizado pela MacArthur Foundation revela que games online e interação com outras pessoas na Web trazem benefícios às crianças, ensinando-as como se portar socialmente e as ajudando a desenvolver habilidades técnicas básicas.

Conforme publicado no site SFGate , o projeto contradiz a idéia de muitos educadores e pais de que as crianças deveriam ser proibidas de interagir com a rede ou brincar com games multiplayer, que permitem a usuários de diferentes locais jogarem juntos.

De acordo com Mizuko Ito, um cientista do UC Irvine's department of informatics que liderou o estudo, as crianças que não têm acesso às diversões mais populares da Web correm o risco de serem excluídas socialmente e de não desenvolverem algumas das habilidades básicas para sobreviver na era da internet.

"Para a minoria das crianças, o uso ocasional das mídias sociais serviu como um trampolim para que eles que ganhassem perícia tecnológica", afirmam os pesquisadores.

Existem casos de crianças que aprenderam a editar vídeos e a montar hardwares de computador perguntando aos amigos ou obtendo ajuda de pessoas que conheceram em grupos on-line, por exemplo.

E já que as chamadas "mídias sociais servem como inspiração para aprender, as escolas deveriam abandonar sua hostilidade e dar suporte às crianças quando elas quiserem aprender coisas mais sofisticadas do que simplesmente criar sua página no Facebook", diz o estudo.

Segundo o relatório, os pais mistificam a realidade digital porque isso não existia em suas infâncias. "Mas impedir as crianças disso [usar a rede], elimina uma importante atividade social e recreacional e poderia levá-los à ignorância sobre como interagir não somente em sua juventude, mas também potencialmente em sua vida profissional", explicam os pesquisadores.

A pesquisa, chamada Digital Youth Project (algo como Projeto Juventude Digital), teve início em 2005 e conta com entrevistas de 800 crianças, além das cinco mil horas de observação da atividade online dos adolescentes.

O texto original integral está disponível na rede em PDF. É possível visualizá-lo por meio do atalho tinyurl.com/5p8qnk ou visualiza-lo abaixo.

Dml Ethnog Whitepaper

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/28112008/7/tecnologia-negocios-criancas-devem-jogar-online.html

26 de nov. de 2008

Mundo virtual da Disney ganha versão para crianças brasileiras

Club Penguin é gratuito e tem diversas ferramentas de segurança.
Operação local facilita monitoramento das atividades realizadas no Brasil.

Do G1, em São Paulo


Site é gratuito; usuários que fazem assinatura podem decorar iglu e vestir os personagens. (Foto: Divulgação )

O mundo virtual Club Penguin, da Disney, desembarcou recentemente no Brasil com uma versão em português -- esse é o primeiro idioma, além do inglês, do parquinho virtual criado há três anos. Com cenário coberto de neve e personagens em forma de pingüim, o site voltado ao público de seis a 14 anos permite que os jogadores passeiem pela ilha, interajam com outros usuários, joguem, pintem e leiam quadrinhos.

O serviço é gratuito, mas também é possível fazer uma assinatura de R$ 8,95 mensais que dá direito a outras atividades, como vestir o personagem e decorar o iglu. Por se tratar de um serviço voltado ao público infantil, o Club Penguin tem ferramentas para instruir os pais sobre o uso do site e oferecer segurança aos jovens usuários.

Na hora de interagir com outros pingüins, por exemplo, dá para escolher entre um bate-papo superseguro (limita as palavras enviadas e recebidas de acordo com uma lista pré-definida) ou seguro (permite a criação de mensagens, sendo que cada palavra é filtrada, e impede a divulgação de número de telefone ou outros dados pessoais). A página também tem moderadores on-line, que falam português monitoram as atividades e bate-papos.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Adultos podem criar contas para monitorar o histórico de seus filhos no jogo.

“O suporte ao jogador e a moderação ao vivo têm um grande papel na proteção dos interesses do nosso público e também para sua segurança on-line. Por isso foi tão importante abrir uma operação local para fornecer esse atendimento”, afirmou Lane Merrifield, um dos fundadores do Club Penguin e vice-presidente executivo e diretor geral do Disney Online Studios. Ele esteve no Brasil em meados de novembro, para o lançamento oficial da nova versão.

Para criar uma conta no site, é necessário cadastrar o e-mail de pais e responsáveis. Os adultos também podem criar contas, para monitorar o histórico de seus filhos no jogo, escolham o tipo de bate-papo (seguro ou superseguro) e definam o horário e duração da visita das crianças ao site.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL875010-6174,00-MUNDO+VIRTUAL+DA+DISNEY+GANHA+VERSAO+PARA+CRIANCAS+BRASILEIRAS.html