Olá Amigos
Durante a palestra que a minha diretora pedagógica da
Regional do Noroeste Fluminense Luciana Vicente deu lá no CE Romualdo Monteiro de Barros em Itaperuna, eu me encantei com uma música chamada
Hino da Cidadania, que é escrita/composta pelo Antônio Camargo de Maio e cantada pelo
José Ribeiro “Tijolo”.
A musica fala de uma situação que todos podemos ajudar a mudar, basta não fechar os olhos e arregaçar as mangas e começarmos a cobra de nossos representantes atuais e escolhendo melhor aqueles que os substituirão.
Confesso que as lagrimas correram pela minha face em virtude da minha luta contra tudo aquilo que vi no vídeo e como educador não podia deixar de cmpartilhar com vocês esse momento magico.
O Vídeo foi cedido pela
Rede ICF de Observatórios Sociais, coordenado pelo Instituto da Cidadania Fiscal (ICF), de Maringá(PR) e esta
disponível aqui.Coloco logo abaixo, o vídeo e a letra da música
Hino da Cidadania
Letra: Antonio Camargo de Maio
Compositor e cantor: Jose Ribeiro “Tijolo”
É tão triste ao caminhar pela cidade
Ver de perto a realidade
Que atravessa essa nação.
Como pode um país tão fascinante
Vermos coisas tão chocantes
Que nos corta o coração.
Um menino que devia estar na escola
Estudar, brincar de bola
E jamais ser esquecido,
Mas está no farol pedindo esmola
Seu brinquedo é crack, é cola,
Seu futuro é ser bandido.
Aonde estão os homens que têm o dever
E a obrigação de fazer,
Mudar essa realidade?
Aonde estão?
Eu sei que ainda existe alguém
Honesto, honrado e de bem
Que ama o Brasil de verdade.
Vem a noite, outra vez começa o drama:
A calçada vira cama,
O jornal é o cobertor...
Como pode num país que é tão rico
Vermos coisas desse tipo
Que nos causa tanta dor?
Na verdade são tratados como bichos,
Como feras, como lixo
Um descaso dos humanos.
É o retrato da miséria e da pobreza.
O que assusta é a frieza,
O descaso e o abandono.
Aonde estão os homens que têm o dever
E a obrigação de fazer
Mudar essa realidade?
Aonde estão?
Eu sei que ainda existe alguém
Honesto, honrado e de bem
Que ama o Brasil de verdade.
Bis
Abraços
Robson Freire