24 de set de 2008

Quem tá certo e quem está errado?

Olá Amigos

Ontem recebi esse vídeo que tem tudo haver com o que foi colocado os artigos "A escola no YouTube" do Gabriel Perissé e o no "A consciência de estar sendo observado" postado no Letra Viva do Roig do meu amigo José Antônio Klaes Roig. Vejamos o vídeo.



Assistindo ao vídeo chegamos a seguinte conclusão: todos erraram.

Houve excessos de ambas as partes, mas na minha opinião quem errou mais foi o professor que pegou o celular do aluno e jogou-o no chão. Como pessoa culta e instruída, a atitude do professor não condiz com a postura de um profissional de educação.

Sei também que os alunos tendem a ficar empurrando os limites de nossa "santa paciência" todo santo dia, mas sei também que destruir propriedade alheia é crime.

Os alunos entenderiam uma atitude mais serena, tipo: pegar o celular e desliga-lo e somente entregar ao final da aula ou pedir ao aluno que se retira-se da sala para atender a chamada. Nada justifica atitude do Professor.

Há também um vídeo montado pelo Profº Luiz Mauro do TO, junto com seus alunos baseado no primeiro vídeo postado acima, que ficou bem legal por sinal. A vídeo montagem pode ser visualizada abaixo.



Na postagem "Imagens e práticas pedagógicas no cotidiano das escolas: o celular nas classes de alfabetização" das Profª Solange Castellano Fernandes Monteiro e Tereza Cristina C. Corrêa Teixeira elas citam que:

"Nossas crianças se desenvolvem num mundo digital e o celular é um recurso utilizado por elas, e não devemos negligenciar este fato; portanto, vale a pena observar a influência do celular e do mundo digital no processo de ensino aprendizagem mesmo quando a tecnologia não é usada como recurso pedagógico na sala de aula. Parece que o celular e educação não andam juntos. Nesta nova forma de compreender as possibilidades dos usos do aparelho celular durante a fase escolar, é para se repensado uma vez que o uso dos celulares nas escolas indica novas alternativas de práticas pedagógicas."

Por isso temos como profissionais de educação aprender a resolver e mediar situações desse nível todos os dias, buscando novas formas de ensinar usando o celular, pois cada vez mais o celular vai estar entrando na nossa sala de aula e na nossa vida, pois senão algum dia você será estrela no YouTube.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

3 comentários:

José Antonio Klaes Roig disse...

Oi, Robson, muito interessante essa série de posts teus sobre o celular, suas potencialidades e problemáticas. O celular será grande ferramenta de comuncação e interação, inclusive educacional em curto prazo... Mas, como sempre, é preciso mediar essa ferramenta no contexto pedagógico. Assim que der irei comentar em post isso... Estou dissertando (iniciei a escrita, e já viu só a correria dobrda aki, kkkk). Um abração, Zé.

José Antonio Klaes Roig disse...

oi, Robson. VOlando ao video sobre o ceular. Na verdade, creio que os dois estaõa errados, prof. e aluno. O aluno, pois se a ligação é importante que não possa esprar, deveria pedir licença e se ausentar para não atrapalhar a aula. O prof. deveria ter mais controle para não causar dano ao patrimônio alheio e não fazer a "sua pedagogia do exemplo" ultrapassar os limites do bom, senso. O uso do celualr no ambiente escolar deve ser convencionado entre as partes. E pra isso existe um recursos chamado silencioso. Eu o uso sempre, seja em aula, reuniões, cursos, e quando o "bichinho" cmeça a a acender, não perturba ninguém. Se o numero é conhecido e eu posso atender, vou pra fora de onde estou e atendo. Se é numero desconhecido, deixo o bichinho espernear no silencioso, sem perturbar ninguém. Como diz a lei: a minha liberdade termina quando começa a de terceiro. Quanto ao uso do celular de forma pedagógica, me agurade, q comentarei no LV. Um abraço, do amigo Zé.

José Antonio Klaes Roig disse...

Oi, Robson. O portal indicado pelo prof. Rafael Nink para incluir outros blogs educacionais é esse aqui: http://planeta.edublogosfera.blogspot.com, lá tem um local à direta, ao alto, para indicar blogs. O meu LV já tá lá. O Caldeirão, se já não estiver, merece ser divulgado lá também. Um abração. Zé.