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28 de mar. de 2008

Os Extremos da Educação Brasileira


Olá Amigos

Nos dois artigos abaixo fica claro que ainda vai demorar muito para que tenhamos uma educação de qualidade e principalmente igualitária para todos nesse imenso Brasil.

Usar como parâmetros os Colégios Objetivo, o Colégio Dante Alighieri ou o Colégio Bandeirantes de São Paulo com suas lousas digitas que custam 10 mil reais cada ou onde realmente cada aluno tem o seu notebook fica difícil acreditar na dura realidade brasileira onde ainda temos escolas funcionando sem uma espaço digno para alunos e professores, onde a palavra capacitação existe apenas no dicionário e onde falta tudo ate luz.

Não se pode negar o esforço do governo em reverter essa situação dotando as escolas com computadores e fornecendo acesso em banda larga ate 2010 em todas as escolas do país.

Mas como cita o texto “A dicotomia entre colégios ricos e pobres no Brasil é anterior à tecnologia. Não podemos achar que ela será vilã”, considera Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia educacional do Dante Alighieri. “Antes de não ter PC, o pior problema é a criança não entrar na escola”, emenda ela no artigo acima listado.

Colocar a tecnologia como vilã é um retrocesso enorme o melhor seria tentar capacitar de forma eficiente os professores da rede pública do país, e bem verdade que temos alguns com uma má vontade com relação ao uso de novas tecnologias na sala de aula que chega a irritar.

E verdade que computador sem internet é uma ferramenta com apenas 50% de seu potencial

Por isso vamos mudar primeiro o nosso pensamento, tentando criar uma nova realidade dentro de nosso universo educacional para depois mudarmos ou pelo menos diminuirmos esses extremos.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Obs.: A foto é da capa do livro Era dos Extremos: o Breve Século Xx: 1914 - 1991 de Eric J. Hobsbawm da Companhia das Letras.

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