30 de jun. de 2008
Manual sobre Blog na Educacao e Manual Basico do Blogger
Aqui esta um manual que vai ajudar a muita gente que está começando no mundo dos blogs. Este manual eu encontrei numa dessas "viagens sem destino" que as vezes fazemos pela internet.
Esse manual foi feito para o programa de Pós-graduação em Educação do Instituto de Ciências Humanas da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais pelo Simão Pedro P. Marinho em 2007.
Aproveitem e Divulguem
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
28 de jun. de 2008
Professor, cadê a tecnologia que estava aqui?
A dica de hoje é da professora e amiga Jenny Horta. Ela postou no blog dela o O PC e a Criança.
Esses vídeos estão postados no blog dela e ela faz uma pergunta altamente pertinente:
Professor, cadê a tecnologia que estava aqui?
Como ela cita "É preciso repensar sempre, encarar inseguranças e como diz Pierre Lévy - "não se trata de se adaptar às tecnologias, mas de acompanhar as mutações da civilização Global!".
Vejam os vídeos abaixo, eles são fantásticos.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
27 de jun. de 2008
5.000 Visitas

Ensinar como se aprende com as TICs
Vamos pensar em um professor que nunca usou computadores e Internet em suas aulas... Por onde ele pode começar? Esta foi a pergunta feita pelo EducaRede à Edith Litwin, diretora do mestrado em Tecnologia Educativa da Universidade de Buenos Aires e autora de diversos livros sobre o assunto.
A resposta dela pode parecer óbvia, mas não é nada fácil. Edith propõe começar pela observação dos próprios processos de aprendizagem. Entendendo como aprendeu e o que mudou em sua aprendizagem com a tecnologia, o professor deve conseguir fazer o mesmo com seus alunos. Edith sugere, por exemplo, que ele mostre como pesquisa, valida e utiliza uma informação da Web. Interessante também é mostrar como a aprendizagem é potencializada quando se trabalha em rede e em colaboração.
A partir do reconhecimento destes processos, o professor conseguirá desenvolver estratégias para trabalhar com os alunos. "Se o professor não reconhece quanto vale para ele e quanto permite a ele entender melhor e encontrar novos caminhos de aprendizagem, dificilmente ele poderá ensinar". Assista à entrevista completa:
Edith Litwin concedeu entrevista durante o evento de lançamento do Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa – Idie. Na ocasião, ela defendeu o uso das TICs de modo a expandir o conhecimento em vez de banalizá-lo. Veja a reportagem e dê a sua opinião no Fórum Internet na Escola.
Publicado em 06/03/2008Fonte: EducaRede
22 de jun. de 2008
Aprender para quê?
Paloma Cotes
Rubem Alves é um crítico do sistema de ensino brasileiro. Mas suas opiniões não carregam rancor contra quem quer que seja. Para o educador e professor emérito da Unicamp, o problema da escola é que ela não leva em consideração o desejo de aprender das crianças e está respondendo às perguntas que somente os adultos acham importantes. ''Crianças fazem perguntas incríveis'', avisa. Para Alves, questionamentos como ''quem inventou as palavras?'', ou ''gato podia se chamar cavalo e cavalo se chamar gato?'', são a prova viva do interesse que todo garoto tem por conhecer o mundo. Mas essa curiosidade investigativa, que leva o aluno a estudar, está longe dos programas escolares. ''Existe uma expressão terrível na escola: grade curricular. Deve ter sido cunhada por um carcereiro'', diz. Polêmico, propõe a extinção do vestibular e sugere que o processo seletivo para as universidades aconteça através de um sorteio. Prestes a lançar mais um livro (Presente, Frases, Idéias e Sensações..., Editora Papirus), espera com a nova publicação levar ao público seus pensamentos sobre o amor e a vida. ''Nem que a obra seja lida na privada'', provoca.
ÉPOCA - O senhor afirma que a maioria das escolas é chata? Por quê?
Rubem Alves - Não é de hoje que a escola é chata. Ela sempre foi assim e isso acontece porque as coisas são impostas às crianças. A prova de que uma criança gosta de ir à escola é se, na hora do recreio, ela está conversando com os amigos sobre as coisas que a professora ensinou. E não se vê isso. Então fica evidente que elas gostam da escola por causa da sociabilidade, dos amiguinhos, por causa do recreio. Mas elas não estão interessadas naquilo que se ensina na escola. Você acha que um adolescente, vivendo na periferia, pode ter interesse em dígrafos (grupo de duas letras usadas para representar um único fonema)? Não tem interesse nenhum. Existe outra expressão terrível: grade curricular. Já brinquei que deve ter sido cunhada por um carcereiro. A criança está vivenciando problemas que não têm nada a ver com os assuntos das aulas. Mas os professores apenas se justificam, dizendo que o programa afirma que é aquilo que se deve ensinar e acabou. Eu diria que na escola tradicional não se leva em consideração o desejo de aprender da criança. Elas expressam isso através dos questionamentos que fazem.
"Às vezes vejo os professores como esses guias turísticos que vão todo dia ao mesmo monumento, levando um grupo diferente e repetindo as mesmas palavras"
ÉPOCA - Quais questionamentos?
Rubem Alves - Se você reparar, as crianças fazem perguntas incríveis para conhecer melhor o mundo. Uma delas é: ''Quem inventou as palavras?''. Há outras boas: ''Gato podia chamar cavalo e cavalo chamar gato? Por que canteiro chama canteiro? Devia chamar planteiro, que é onde ficam as plantas! Por que a chuva cai aos pinguinhos e não toda de uma vez? Se na Arca de Noé havia leões, por que eles não comeram os cabritos?'' E por aí vai. Elas estão fazendo perguntas interessantes, mas as respostas não se encontram nos programas
ÉPOCA - Por que o modelo de educação existe há tanto tempo?
Rubem Alves - Porque existe certa presunção da nossa parte, da parte dos adultos, de que as crianças não sabem nada, de que elas são vazias. E de que nós é que temos o saber.Também achamos que só nós podemos determinar o que elas têm de aprender. Isso é o que Paulo Freire denominou de educação bancária. Você vai sempre fazendo depósitos na criança. Houve um diretor de um abrigo para crianças e adolescentes em Varsóvia chamado Janusz Korczak. No abrigo dele, eram os alunos que exerciam a disciplina. E Korczak costumava dizer: ''Vocês, professores, me dizem que é muito difícil ensinar às crianças. Estou de acordo. E vocês dizem também que é muito difícil descer às crianças. Estou em desacordo. O que é muito difícil é subir ao nível de sensibilidade e de curiosidade das crianças, ficar na ponta dos pés, falar brandamente para não machucá-las''. É por isso que a escola não muda. Porque as pessoas não estão preparadas para subir ao nível das crianças.
ÉPOCA - Há salvação para esse modelo de ensino?
Rubem Alves - Eu passei por esse modelo de escola. Outros amigos meus passaram e acho que não ficamos tão atrapalhados assim (risos). Aliás, tenho memórias muito interessantes. A escola tinha muitas coisas boas e, a despeito de tudo, a gente aprende. Mas é uma perda de tempo muito grande. As escolas estão cheias de pessoas maravilhosas, mas é tanta gente que sofre, é reprovada e repete de ano que não acredito mais nesse modelo. É preciso esquecer as maneiras tradicionais de fazer escola. Estamos tão acostumados com a idéia de que a escola tem corredor, sala, campainha, que podemos até pensar em melhorar isso, mas não pensamos que a estrutura pode ser diferente.
ÉPOCA - Então, por que as escolas não mudam?
Rubem Alves - Por uma porção de fatores. Um deles é a inércia. As pessoas se acostumam a fazer sempre a mesma coisa porque aí elas não têm trabalho. Se você tiver uma escola mais solta, nunca sabe direito o que vai acontecer, você não pode preparar a lição porque sempre o aluno pode fazer uma pergunta que você não sabe. Na escola tradicional, o professor é aquele que sabe a matéria e vai para a sala de aula acreditando nisso. Mas hoje as matérias estão todas na internet. Hoje, a função do professor é ensinar o aluno a pensar e a descobrir onde ele pode encontrar a resposta para as perguntas que ele tem. Essa é uma função nova e completamente diferente do professor. Os que estão acostumados a preparar a aula até costumam usar as fichas do ano retrasado. Dificilmente vão mudar.
ÉPOCA - Como convencer um professor a se atualizar?
Rubem Alves - Acho que muitos desses profissionais estão acordando para isso simplesmente porque não estão mais agüentando o tédio. Tenho dó dos professores. Às vezes os vejo como esses guias turísticos que vão todo dia ao mesmo monumento, levando um grupo diferente e repetindo as mesmas coisas. Isso é muito chato. Nenhuma pessoa merece viver uma vida desse jeito.
ÉPOCA - O senhor afirma, como educador, que a escola precisa dar aos alunos ferramentas para entender o mundo. O que isso quer dizer na prática?
Rubem Alves - Simplificando a minha teoria, digo que o corpo carrega duas caixas: uma de ferramentas e a outra de brinquedos. O que são ferramentas? São todos os objetos usados para fazer alguma coisa. Então, ferramentas não são fins em si mesmos. E elas são importantes porque nos dão poder. Um alicate é muito mais poderoso que meu dedo. E a primeira coisa que a escola tem de perguntar é: isso que eu estou ensinando é ferramenta para quê? Segundo: o aluno quer fazer isso? Porque não adianta você dar uma ferramenta para a pessoa, um martelo e um prego, se ela quer ser pintora. A ferramenta só tem sentido se tiver uma demanda, se eu estou querendo fazer alguma coisa. Se eu estiver interessado em plantar um jardim, vou aprender sobre as plantas, esterco e fertilizantes. O professor tem de perguntar a si mesmo isso. Se não for ferramenta, ela não vai ser guardada.
ÉPOCA - Por que não é guardada?
Rubem Alves - Se todos os reitores das nossas universidades prestassem vestibular, seriam reprovados. Porque eles esqueceram. E fizeram isso porque são burros? Não. Eles fizeram isso porque são inteligentes. Porque a memória não carrega coisas que não têm função. Também seriam reprovados os professores universitários e os dos cursinhos só passariam na própria disciplina. Eu seria reprovado. Tudo foi perdido. Já a caixa dos brinquedos está cheia de objetos que não servem para nada. Não há formas de usá-los como ferramentas. Lá estão a poesia de Fernando Pessoa, as sonatas de Mozart, as telas de Monet, pores-de-sol, beijos, perfumes, coisas que apenas nos dão felicidade. Assim se resume a educação.
ÉPOCA - Mas os alunos precisam ter conhecimentos básicos em áreas como Matemática, Biologia ou Química, não?
Rubem Alves - Para quê? Para passar no vestibular? Para esquecer tudo? Quem disse que tem de aprender isso? Por que eu tenho de aprender logaritmo neperiano? Não conheço ninguém que tenha usado isso. Se por acaso eu for precisar um dia na minha vida, estudo e aprendo. Não preciso me preocupar com isso na escola. E as pessoas não se dão conta de que todo esse conteudismo é perdido. Não sobra nada. Uma amiga minha, professora de Neuroanatomia na Unicamp, dizia que os piores alunos que ela tinha eram esses que apareciam em outdoors de primeiro lugar. Porque quando ela explica anatomia, um assunto cheio de complexidades, sempre tinha um que levantava a mão e perguntava: ''Professora, qual é a resposta certa?''. Ou seja, ele não entendia que esse negócio de ter sempre uma alternativa certa não existe. No caso do médico, com um doente terminal, o que ele faz: dá morfina ou continua com a quimioterapia? Não há resposta certa. É preciso aprender isso. E essas coisas não são ensinadas.
ÉPOCA - O senhor chegou a pregar o fim do vestibular. Por quê?
Rubem Alves - Já preguei, e quando falo nisso as pessoas acham que estou brincando. Quando eu era pró-reitor de graduação da Unicamp, queria um vestibular que avaliasse a capacidade de pensar dos alunos, e não a memória. Um professor me disse: a solução mais fácil é o sorteio. Dei uma gargalhada. Mas comecei a pensar e vi que é isso mesmo. A primeira coisa do vestibular que me morde não é decidir quem entra ou não na universidade, mas a sombra sinistra que ele lança sobre tudo o que vem antes. As escolas são orientadas para o vestibular, e os pais logo de saída querem as escolas fortes para os filhos passarem no vestibular. A primeira conseqüência de ter o sorteio é que as escolas seriam livres para ensinar. Elas não precisariam preparar os alunos para o vestibular. Então, as pessoas poderiam ouvir música, ler e fazer o que quisessem. Seria a libertação das escolas para realmente ensinar. Em segundo lugar, acabariam os cursinhos. Se tiver sorteio, ninguém pode reclamar. Sorteio é sorteio. Acabaria o sofrimento psicológico dos alunos, que têm a auto-imagem destruída. Também acabaria o conflito entre pais e filhos.
"Se os reitores prestassem vestibular, seriam reprovados. Porque são burros? Não. A memória não guarda o que não tem função"
ÉPOCA - Mas um vestibular por sorteio poderia ter muita injustiça?
Rubem Alves - Várias pessoas me dizem isso. Claro que poderia, mas não do tamanho da injustiça que existe no atual sistema de vestibular, que nada mais é que uma grande perda de tempo, de dinheiro, de inteligência e de conhecimento. Também me perguntam se qualquer aluno, sem o menor preparo, poderia entrar na universidade. Respondo que não. Haveria no final do ensino médio um exame no país inteiro para verificar se os alunos atingiram um ponto mínimo exigido. E não seria classificatório. Quem passasse poderia participar do sorteio. Quem fosse reprovado poderia refazer a prova depois.
ÉPOCA - É polêmico...
Rubem Alves - Não acho, não. Acho que é uma solução óbvia. É mais inteligente que o modelo que existe atualmente. E menos danosa.
ÉPOCA - Como educador, o senhor não se dedica apenas a escrever livros voltados para o tema. Também tem publicações em formato de contos, prosa e versos. Por quê?
Rubem Alves - Eu não tenho livros de teoria. Escrevo contos e faço isso brincando. Então, sinto prazer mesmo quando estou falando sobre coisas teóricas. Mas sempre abordo o tema da educação por meio de metáforas. Inclusive sob a forma de poesia. Por isso muita gente não me leva a sério. Dizem que o Rubem Alves não é cientista. Não sou mesmo. E nem quero ser. Cientistas, já temos em excesso.
ÉPOCA - E este último livro nasceu como?
Rubem Alves - Escrevo muita coisa e, no meio dessas, de algumas eu gosto mais. É como se fossem snap shots, instantâneos da alma. Neste livro, há uma série deles. Você pode abrir em qualquer lugar. Não tem argumento, não quer provar nada, não há nenhuma tese. Uma vez escrevi uma crônica sobre a função cultural das privadas. Essa palavra é considerada feia. Quando se fala numa festa, o dono da casa retruca ''o banheiro'', ''o toalete'' e, quando você chega lá, é privada. Esse nome é tão bonito, tem a ver com privacidade, com estar sozinho, onde ninguém te interrompe. Lá é lugar escolhido por muitas pessoas para ler jornal. Um lugar de erudição, de conhecimento. Então, sugeri aos artesãos que fizessem umas miniestantes para instalar na frente do ''trono''. Nelas poderia ser colocada uma série de livros. Mas livros que tenham textos curtinhos. Aí a pessoa pode aproveitar para pensar, refletir. Acho que esse meu novo livro daria muito bem para esses momentos.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT879723-1666-3,00.html
21 de jun. de 2008
Uma imagem vale mil palavras
Olá Amigos
A dica de hoje é para o meu amigo José Antônio Klaes Roig que adora montar suas imagens, com outras e recortes de revistas no seus blogs Letra Viva do Roig e no Control Verso .
Realmente há como diz o título da postagem que uma imagem vale mais do que mil palavras e eu realmente encontrei imagens que traduzem perfeitamente esse sentimento. Este site é uma maravilha em matéria de imagens para serem usadas em trabalhos e blogs, lembrando que é preciso pedir autorização para usa-la comercialmente ou citar a fonte para usa-la digitalmente.
Há uma seção olhares sobre passado e futuro muito delicadas, onde foi tirada essa foto acima.Vale a visita.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
20 de jun. de 2008
Etapas de aprendizagem
Olá AmigosNo blog Letra Viva do Roig há uma postagem maravilhosamente escrita pelo meu amigo José Antônio Klaes Roig sobre a etapas de aprendizagem dos professores que querem entrar ou levar a informática para suas aulas.
No texto ele cita: "Tenho conversado com muitos colegas que atuam com a informática educativa, alguns on-line outros bem mais próximos, e todos têm a mesma concepção que a informática não é a solucionática para a educação. É uma ferramenta a mais para qualificação, valorização e mudanças de paradigmas.
Mas ela por si só não resolverá nada e ainda poderá de "solucionática" tornar-se uma prolemática, se a sua incorporação aos ambientes de ensino-aprendizagem não foram mediados por projetos que justifiquem seu uso...
Não basta apertar botões para que tudo se modifique, há não ser na ficção científica. No mundo real, a informática na educação deve seguir 4 fases distintas e progressivas:
1º) repetição, mecânica, de funcionamento do equipamento, como fazemos quando aprendemos a usar uma bicicleta, um carro, qualquer objeto;
2º) reprodução, depois de repetir e memorizar bem comandos, passa-se para a reprodução do que existe, de apresentações de slides, planilhas de cálculos, desenhos, etc.;
3º) produção, a partir do uso do ferramental, cria-se conteúdo próprio capturado por scanner, câmera, e outros que pode ser publicado em ambientes virtuais, como blogs, wiki, CDs, enviados por emails, servindo de apoio a colegas, alunos, etc;
4º) e última fase, ao meu ver, a interação com outros educadores criando projetos colaborativos, interdisciplinares e multidisciplinares, em que cada um contribui com uma especialidade e atividade.
Essa fase ainda não é tão divulgada, mas existe. É a fase mais delicada, pois requer planejamento total, de horários e até fuso-horários, dependendo do local onde o parceiro vive, mas é um caminho de infinitas possibilidades, dependendo da criatividade e empatia entre professores e alunos."
É uma visão quase unanime entre os profissionais de educação que já utilizam a informatica em seus projetos educacionais.
Leia, Reflita e Comente, mesmo que contra, Opine.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
Obs.: A imagem a cima foi retirada do blog Microbio e foi tirada pelo Nuno Souza das pedras gastas de umas escadas da aldeia submersa de Vilarinho das Furnas em Portugal.
A importância da tecnologia na Educação
Geladeira que fala?
Carro que estaciona sozinho?
As máquinas ficam mais inteligentes, e nós?
A utilização dos recursos tecnológicos é um caminho sem volta, às vezes se leva tempo para dominá-los e muitas vezes cometemos vários equívocos.
E as escolas???
Como se preparam para os próximos 15 anos?
E nós professores???
As escolas têm equipamentos, mas ainda engatinhamos na maneira de utilizá-los. Para a dominação dessa tecnologia é preciso dispor de algum tempo, o problema é que nesse período de tempo, novas tecnologias serão desenvolvidas, embora a aceleração da produção em informática tenha diminuído consideravelmente.
Atenção eu escrevi diminuído e não parado!!!
Fomos criados com medo da tecnologia, ouvindo de nossos pais coisa como “- Não põe a mão no botão...vai quebrar a TV”, sem dúvida à próxima geração de educadores deverá ter mais facilidade com a informática e quem não conseguir, vai ficar à margem dos próprios alunos, uma vez que eles nasceram na era da tecnologia. Com isso se exige do professor uma preparação e atualização com intuito de fornecer as ferramentas para motivar o aluno e ajudá-lo a produzir seu conhecimento. O contato com essas novidades amplia o horizonte dos educadores e acena com novas possibilidades pedagógicas.
A grande revolução que o computador promove é permitir uma educação massificada no sentido de que há muita informação disponível e ao mesmo tempo individualizada. Com o andar dos anos o que vai acontecer é que o ensino não vai mais se reduzir ao livro didático. Os livros estarão melhores e adequados à informática, até mesmo com sugestões de sites e atividades.
As aulas expositivas, o papel, as pesquisas de campo, os trabalhos de laboratórios, as consultas na web são recursos complementares, que devem ser utilizados de maneira integrada e inteligente. Exatamente o oposto do que se faz na educação convencional, que desperdiça o mais precioso de todos os recursos... o PROFESSOR fazendo dele mero fornecedor de informações, quando deveria ser um organizador de situações de aprendizagem.
O profissional em educação não deve pensar que irá perder seu emprego por conta da informática e sim utilizá-la como um meio para melhorar a qualidade de ensino. O papel do profissional em educação é mostrar ao aluno para que serve o conhecimento. Ele precisa enxergar-se, apenas, como uma parte do processo de aprendizado.
O que será daqui a 15 anos???
Eu não sei!!
Só sei que, agora, os recursos tecnológicos devem ser utilizados como mais uma ferramenta eficiente na construção de conhecimentos, baseando-se em epistemologias que priorizem a ação do sujeito, como a epistemologia genética de Jean Piaget.
Fonte: http://www.centrorefeducacional.com.br/importecn.htm
Autora: Divina Salvador Silva - Pedagoga - Especializada em Orientação, Supervisão e Administração Escolar; Profª/Coord. de Informática Educacional.
e-mail: cred@centrorefeducacional.com.br
Obs.: imagem retirada do site Planeta Educação.
19 de jun. de 2008
Banco Internacional de Objetos Educacionais
Olá AmigosO MEC - Ministério da Educação lançou mais um portal para assesorar professores, trata-se do site ObjetosEducacionais que funciona como um repositório para compartilhar recursos educacionais em diversas mídias e idiomas ( áudio, vídeio, animação/simulação, imagem, hipertexto, softwares educacionais).
Todos os recursos disponível são de acesso público e livre e visam atender diversas áreas do conhecimento e em diversos víveis desde educação infantil, fundamental, médio e superior.
A dica de hoje é do Profº Rafael Nink.
Acessem: http://objetoseducacionais.mec.gov.br/
18 de jun. de 2008
Tecnologia e Educação: qual será o caminho?
Mas como são essas aulas virtuais onde o quadro-negro não tem mais espaço? Qual é o papel do aluno e do professor? Para Brandão, nessa situação o aluno é o agente. “O espaço de aula evolui. Voltamos ao método de ensino de Platão e Sócrates, onde a relação professor/ aluno é exclusiva, o que se perdeu com a coletividade”. E o professor vai além. “Os jovens têm acesso a muita informação, eles querem participar, interagir e é esse o objetivo”.
E quem não quer aprender o conteúdo da matéria vivenciando aquilo tudo que está sendo passado? Para que isso ocorra “o modelo educacional não pode ser o mesmo da sala de aula tradicional” afirma Walther Hermann, do Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano. “As escolas precisam de softwares educacionais bem adequados e de qualidade. Não adianta utilizar aqueles softwares que substituem slides e vídeo cassete” completa Brandão.
Mas será que toda essa mudança faz parte do cenário da educação, em geral? Com certeza, não! Para o presidente da Associação dos Profissionais da Educação do Ensino Técnico do Estado de São Paulo – APETESP, Osmar Antônio Petrini, "enquanto a educação no Brasil não for priorizada, sempre vai existir uma distância muito grande entre as escolas públicas e particulares, e em se tratando de tecnologia, essa distância fica maior ainda". Mas todos concordam que os professores precisam capacitar-se, "pois se não existirem professores competentes, de nada adianta a tecnologia", completa Petrini.
Simulador Ícaro
Depois de um ano de pesquisas e desenvolvimento o Objetivo lançou recentemente na Educar o simulador Ícaro. Através do equipamento, os alunos poderão voar virtualmente sobre o céu de São Paulo e analisar os relevos, planaltos, florestas, regimes de chuvas e as condições da cidade. A altura simulada é de cinco mil metros e no momento em que o aluno se mexe (direita, esquerda, giro), os comandos são enviados para o computador através de sensores dos óculos de realidade virtual e automaticamente a imagem é alterada. O aluno fica preso a um giroscópio de três metros de diâmetro. Os outros alunos também podem acompanhar a matéria que está sendo explicada pelo professor.
Multimundos
A Mesa Educacional Multimundos, desenvolvida pela Positivo Informática, é uma mistura de materiais concretos e virtuais. Até seis estudantes podem interagir com os materiais e o computador e aprender matérias como Matemática, Geografia, História e Ciências. Um espaço virtual também foi desenvolvido para que os alunos possam inserir textos sobre os temas discutidos.
Imagine
O Grupo Expoente inova com o Imagine. O software que pode ser usado por professores e alunos, permite desenvolver projetos pedagógicos, criar materiais interativos para web, criar jogos, realizar trabalhos com animação, promover trabalhos interativos, fazer intercâmbio de objetos e projetos por meio de rede (IP), trabalhar comando de voz, gerar executável, trabalhar com robótica pedagógica e facilita ainda o processo de ensino e aprendizagem.
Fonte: http://www.profissaomestre.com.br/php/verMateria.php?cod=2922
16 de jun. de 2008
Informática na educação ou educação com informática?
Já vi vários cursos por ai, oferecendo capacitação no uso de recursos tecnológicos na educação, mas os educadores realmente estão preparados para usar esse tipo de recurso na educação? E você? Já se perguntou qual a função da informática na educação?
Estou perguntando isso, pelo fato de estar sempre conversando com colegas professores sobre como eles estão utilizando os recursos da informática na educação, dentro das salas de aula. Algumas pessoas usam pouco, somente como repositório de material. Mas alguns já começam a aplicar recursos mais interativos e de colaboração online, como Blogs e Wikis.
Uma mensagem publicada no Slashdot, sobre o uso efetivo da tecnologia nas salas de aula me chamou a atenção. Inclusive já sendo de prontidão comentado por vários blogs e web sites que falam sobre ensino a distância e tecnologia educacional.
Na mensagem, um professor comenta que agora possui uma mesa digitalizadora e um projetor para as suas aulas. Assim ele pode abandonar de vez o quadro, para as suas aulas. Isso é uso de tecnologia na educação? No sentido literal da palavra; sim.
Mas é esse o objetivo da informática na educação? Um comentário muito inteligente, com o qual concordo plenamente foi feito por gsiemens do elearnspace. Segundo o comentário, as pessoas sempre fazer a pergunta errada, quando abordam o uso da tecnologia nas salas de aula. Elas estão sempre preocupadas em como usar a tecnologia na sala de aula, quando a pergunta correta seria “como meus alunos podem aprender mais com tecnologia?” ou “como mais pessoas podem assistir as minhas aulas?”.
Usar recursos tecnológicos em sala de aula é extremamente fácil, providencie um projetor e uma apresentação em slides com animações e outros recursos, pronto! Teremos tecnologia na sala de aula. Mas ela será eficiente? Duvido!
Pense nisso, mesmo que você não seja professor ou esteja em constante contato com salas de aula. Caso você precise fazer uma palestra ou apresentação o conceito é o mesmo. Antes de planejar usar um recurso tecnológico, escolha esse recurso pelo benefício que ele trará aos alunos ou platéia, no entendimento do assunto e não apenas por ser alta tecnologia. Isso pode até impressionar, mas no final as pessoas ficam com aquela sensação de vazio, sem ter aprendido nada.
Quando a “ficha cair”, os alunos ou platéia perceberem rapidamente que era tudo “pirotecnia”.
Fonte: http://www.colaborativo.org/blog/2007/09/06/informatica-na-educacao-ou-educacao-com-informatica/
15 de jun. de 2008
O que é (afinal) a Web 2.0?
A expressão “Web 2.0” está por todo lado. Encontramos este epíteto em notícias de jornais e revistas, programas de rádio e televisão, sites informativos e de entretenimento. Jornalistas, especialistas em tecnologia, acadêmicos do ramo da informação e comunicação, investidores em web e professores das mais diversas áreas invocam-no cada vez com mais freqüência.
Mas, afinal, o que querem dizer com Web 2.0? E mais: Por que falam tanto sobre isso?
Em primeiro lugar, é bom deixarmos claro um ponto: não há consenso sobre o que seja a Web 2.0. Na verdade, ao lermos as notícias e reportagens veiculadas pelos meios de comunicação social e também ao termos contato com os textos acadêmicos sobr
O discurso mais comum é sem dúvida o primeiro, aquele que ressalta o poder revolucionário da Web 2.0. A expressão, para este caso, faz alusão à época em que uma série de novos sistemas e ferramentas digitais estiveram ao alcance dos utilizadores de Internet para que estes sentissem o sabor do poder da criação e da participação online. A idéia, aqui, é basicamente a de que houve uma passagem do predomínio das grandes empresas tradicionais de software (como a Netscape ou a Microsoft) para o advento das empresas prestadoras de serviços na Internet, tipo Google e YouTube, fazendo desviar o centro de influência do computador pessoal para a rede enquanto plataforma.
As críticas com relação à Web 2.0, por outro lado, são menos freqüentes, mas nem por isso menos importantes, e permanecem centradas no argumento de que tal conceito nada mais é do que uma velha idéia repaginada para funcionar como estratégia de marketing empresarial para ganhar mais adeptos – jovens, sobretudo, que formam a grande audiência da Internet. A Web 2.0, aqui, significaria nada além de uma evolução natural da web, sem todo esse glamour que costumam conferir à expressão.Então, com o que ficamos: revolução inesperada ou evolução natural? Ou simplesmente nem uma coisa nem outra?
O que vamos apresentar a seguir são as principais idéias daquele que criou o chavão Web 2.0 e desenvolveu uma ampla conceitualização sobre o assunto: Tim O’Reilly, dono da editora de tecnologia O’Reilly Media, Inc. As explicações do especialista evidenciam o poder mais revolucionário da Web. Vejamos o porquê em sete pontos:1. A Web como plataforma
As relações ocorrem na Web. Um dos pilares de desenvolvimento da Web 2.0 é a emergência de uma nova geração de tecnologias e de padrões depositando menos ênfase no software como pacote licenciado e distribuído, de instalação local no computador pessoal, e mais como uma aplicação fornecedora de um serviço, mas sedeado na Web. Enquanto, anteriormente, as aplicações de software corriam localmente na máquina do utilizador, suportado por um sistema operativo de computador pessoal, no caso da Web como plataforma a panóplia de serviços de software são acedidos pela janela do browser, comunicando através da rede com os servidores remotos onde as aplicações estão alojadas.
2. O “beta” perpétuo
Tudo está em constante melhoramento. Como o serviço corre centralmente e está permanentemente em curso na própria plataforma Web e não na máquina-cliente do utilizador, a gestão, melhoramento e evolução da aplicação registra tempos de intervenção muito curtos e próximos entre si. A monitorização constante sobre a aplicação, por parte da empresa que desenvolveu a solução informática, permite o seu melhoramento continuado com base nas respostas dos utilizadores à qualidade e desempenho do serviço, permitindo incorporar essas reações para a melhoria sucessiva do produto, sugerindo que ele nunca atinja o estádio acabado, mas sempre aperfeiçoável, daí a expressão do “beta perpétuo”. O inverso ocorre com os pacotes de software proprietário e licenciado, como o sistema operativo Windows e o pacote Office, ambos da Microsoft, por exemplo, com renovação periodicamente mais espaçada (a recente versão do sistema operativo Vista espaçou em sete anos a precedente) e através de campanhas de lançamento público no mercado à escala mundial.
3. A “inteligência” coletiva
Várias cabeças pensam melhor. É a expressão fulcral de todo o conceito e aquela que representa a maneira como os serviços são atualmente implementados de modo a facilitar a participação dos utilizadores, isto é, com poucos obstáculos à utilização, e recolhendo ensinamentos da participação coletiva designado pela expressão muito cara à Web 2.0 de “arquitetura da participação”. Ao agir individualmente, mas interpretada no conjunto, as decisões de cada utilizador contribuem reciprocamente para a melhoria da aplicação ou do serviço pela monitorização constante das interações entre utilizadores, recolhendo o feedback gerado para benefício global. Isso ocorre no Google, Amazon, BitTorrent e eBay. Também se entende, neste contexto, o rápido desenvolvimento das aplicações de carácter social, como o MySpace, o Messenger MSN, ou o Second Life, por exemplo. Todos, em conjunto, partilham o fato de a qualidade do serviço oferecido melhorar com o aumento do número de intervenientes, no qual exista alguma forma de interação coletiva.
4. O “culto do amador”
Qualquer um pode produzir. Muito tem se falado do fenômeno dos conteúdos gerados pelo utilizador na dimensão em que os mesmos são donos das informações que fornecem. Existe um conjunto de serviços baseados na Web demonstrativos desse conceito: os blogs, os wikis, um conjunto de funcionalidades que permitem acrescentar mais-valias na forma de comentários ou na colocação de uma anotação que permite categorizar o conteúdo em questão, no caso do primeiro, ou a edição fácil dos conteúdos da enciclopédia colaborativa, no outro caso. Uma das maiores áreas de desenvolvimento foi a dos serviços que permitem o armazenamento e a partilha de conteúdos multimídia: casos do YouTube, para o vídeo, do Flickr, para as fotos, entre outros exemplos. Estes serviços populares assentam na idéia da Web interventiva, na qual os utilizadores não são meros consumidores mas também contribuintes ativos na produção de conteúdos Web, a uma escala massiva: literalmente, milhões de pessoas participam na publicação e partilha de diversos formatos multimídia, produzindo os seus próprios arquivos de podcast, vídeos, fotos e texto, possibilitado pela ampla dispersão da tecnologia digital de qualidade suficiente e de baixo custo nos dispositivos digitais de fotografia, vídeo, celulares (vulgo “de terceira geração”, com lente fotográfica incorporada), aos PDA’s, aos computadores portáteis, consoles, entre outros, como já referido anteriormente.
5. Tagging e Social Bookmarking
Um tag é uma forma de anotação por meio de palavras-chave adicionadas a um objeto digital de modo a descrevê-lo, constituindo um sistema de metadados sobre recursos eletrônicos, e normalmente integrando um sistema de classificação formal, sem redundância e de aplicação universal – taxonomia. Uma das primeiras utilizações em larga escala de tags em ambiente web foi observada com o serviço Del.icio.us., fundado em 2003 por Joshua Schachter e agora parte integrante do grupo Yahoo!, que permite congregar de modo simples e acessível tudo o que de interessante um utilizador encontrou enquanto navegava na web, descrever com tags esses sítios e poder partilhar a sua coleção de favoritos (bookmarking) com a comunidade. Contudo, os utilizadores do serviço utilizam um gênero de tagging apoiado em vocabulário pessoal, livre e espontâneo, para usufruto próprio, sem revelar grande preocupação com a categorização ordenada, mas antes com o intuito de atribuir um significado familiar a um dado conteúdo, em registro informal, portanto. Este conceito de folksonomy foi sendo adequado a outros serviços, como o Flickr (fotos), o YouTube (vídeos) e o Odeo (podcasts), que gradualmente prefiguraram um fenômeno de “social bookmarking”: uma variedade de artefatos digitais anotada em ambiente social pode conduzir ao mapeamento dos interesses comuns e de vocabulário similar entre utilizadores, constituindo, em última instância, uma espécie de filtro social.
6. Dados em escala massiva
A Era da Informação produz quantidades siderais de dados. As empresas Web 2.0 afirmam poderem lidar com esta situação. Estas empresas têm como negócio principal a gestão das bases de dados e das redes, e desenvolveram a capacidade de recolher e gerir os dados em escala massiva. As aplicações são cada vez mais movidas pelos dados. Um dos melhores exemplos deste sucesso é a Google, que possui uma base de dados global na ordem das centenas de petabytes. A maneira de tirar proveito desses dados está na base do sucesso de companhias como a Google, a eBay e a Amazon: em comum, desenvolveram serviços que “aprendem” com as utilizações diárias, combinando-as com milhões de outras opções protagonizadas por outros tantos utilizadores, produzindo, no final, recomendações sustentadas sobre produtos. A disponibilização dos dados para aproveitamento dos investidores permite recombiná-los de diferentes formas e proveitos, naquilo que é considerado como Open API’s – Application Programming Interfaces.
7. A Longa Cauda (“Long Tail”)
A “Longa Cauda” representa, objetivamente, um gráfico de distribuição de freqüências combinando a variável independente “freqüência” com a variável dependente “posição (ranking)”, e refere-se, sobretudo, a empresas e produtos de vanguarda que acolhem a preferência da maioria dos utilizadores, situados à cabeça, prolongando-se a cauda, depois, progressivamente em direção ao zero, sem, contudo, o tocar, com referência aos itens de menor interesse. Tal é demonstrativo que, sem impedimentos físicos (como, por exemplo, a inexistência de condições para albergar produtos), e com os benefícios do armazenamento digital (que, como se sabe, cada vez padece menos de limitações de espaço), qualquer produto terá sempre possibilidade de ser encontrado e vendido.
* Jornalista, mestre em Ciberjornalismo pela Universidade do Minho (Braga, Portugal), instituição em que ministra aulas de Jornalismo. É pesquisadora-colaboradora do Núcleo de Jornalismo, Mercado e Tecnologia, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo.
Obs.: Texto editado e resumido. Original: SÁ, Alberto & BERTOCCHI, Daniela. "A Web 2.0 no ano de 2006", In: Pinto, Manuel (org.), Anuário Mediascópio 2006, Centro de Estudos em Comunicação e Sociedade (CECS/ICS), Universidade do Minho, 2007.
Publicado em 06/09/2007
Fonte: EducaRede
12 de jun. de 2008
Tempo , Tempo, Tempo...
Queridos leitores e amigos do Caldeirão de Idéias, venho pedir desculpas a vocês pelo pouco tempo dedicado ao nosso blog, pois as atividades de Pai, Marido, Servidor Público, Blogueiro, Professor estão tomando o meu tempo de forma completa.
No meu curso de Educação Digital além do material proposto pelo MEC temos os blogs e wikis das turmas, além de preparar atividades para o e-Proinfo para o modulo a distancia para os cursistas.
Quem me conhece já sabe que eu não consigo fazer nada a meia bomba, como se diz no popular ; "ou é calça de veludo ou bumbum de fora". Me dedico de corpo e alma ao que me proponho apesar da diminuição das horas dormidas, do aumento de leitura para elaborar material do curso e dos já tradicionais entraves domésticos.
Mas retornando aos trabalhos convido vocês a conhecerem o trabalho feito até agora. Espero um pouco de compreensão a vocês. Obrigado por tudo.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
280 Slides: Criar apresentações on-line
Hoje a dica é do Professor Rafael Nink. Ele "garimpou" na internet essa maravilha.
Terminada a apresentação o usuário poderá mante-la salva no site, fazer download, compartilha-la ou ainda incluir em seu blog ou site da mesma forma do slideshare.
A apresentação feita no 280Slides poderá ser aberta no Microsoft Power Point.Acessem: http://280slides.com
Fonte: http://rafaelnink.com/blog/2008/06/07/280-slides-criar-apresentacoes-on-line/
4 de jun. de 2008
Wikis GPL
Olá Amigos
Aqui esta uma dica da colega de lista dos Blogs Educativos a professora Vanessa Nogueira , que administra o blog Ciberespaço na Escola . Ela descobriu um site para criar a wikis que tem servidor, a edição é online, e o que é melhor tem código aberto sob a Licença Pública Geral (GPL), o endereço é http://www.wik.is .
Ela já começou as experiencias dela com Wiki na escola, esse é o endereço do primeiro trabalho em wiki dela http://santamarta.
Agora vamos aproveitar e começar a fazer wikis de montão.
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
3 de jun. de 2008
Mestrado em Tecnologias Educativas no Escola 2.0
Estão abertas as inscrições para o Curso de Mestrado em Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa - Área de Especialização em Tecnologias Educativas
Apresentação e objetivos
Este curso de mestrado está orientado para produzir e difundir conhecimento no domínio das Tecnologias Educativas e ainda conceber, organizar e avaliar processos de educação e formação que integram as tecnologias da informação e comunicação (TIC) tendo em vista a melhoria da qualidade dos sistemas educativo e formativo. Privilegia-se a realização de trabalhos de investigação e de ação no contexto das escolas, de centros de formação ou de outras instituições, públicas e privadas, que contribuam para melhorar a concepção, desenvolvimento e avaliação de projetos (curriculares e de formação) que integrem as TIC.
Pretende-se que os estudantes do mestrado desenvolvam competências pedagógicas, científicas e profissionais no domínio das tecnologias educativas e as saibam integrar em projetos curriculares e de formação destinados a crianças, jovens e adultos, incluindo grupos com necessidades educativas específicas.
Destinatários e Condições de acesso
Os destinatários do curso são:
a) Licenciados em Ciências da Educação;
b) Licenciados noutros domínios do conhecimento que possuam experiência profissional no domínio das Tecnologias da Informação e Comunicação.
Creditação
Poderá ser atribuída uma creditação até ao máximo de 60 ECTS em função das características da formação acadêmica e da experiência profissional.
Prazos
Candidatura: 19 de Maio a 19 de Junho
Publicitação dos resultados: 2 de Julho
Matrículas e inscrição: 15 a 30 de Setembro
Consultar a informação sobre a candidatura diretamente no site da Faculdade
Visite escola 2.0 em: http://aprender2.ning.com
Abraços
Equipe NTE Itaperuna
2 de jun. de 2008
Apresentação sobre objetos de aprendizagem
Se você trabalha com educação, deve ter escutado ou lido sobre os famosos objetos de aprendizagem em algum lugar. Caso você não saiba sobre o que se trata, posso dizer com segurança que esse é um dos principais objetivos de qualquer pessoa que trabalhe com educação. Em tempos de corte de cursos e retorno máximo sobre o investimento, a possibilidade de criar objetos que possam ser reaproveitados é tentadora, para a maioria das instituições de ensino e profissionais que trabalham com educação a distância ou presencial. Infelizmente o conceito ainda é pouco explorado, sendo que professores e até gestores, de instituições de ensino ainda desconhecem o conceito.
Se você está na mesma situação, existe uma ótima apresentação em vídeo que fala sobre a essência dos objetos de aprendizagem. Para assistir a essa apresentação, visite esse link. O material está narrado em inglês, mas é de fácil entendimento.
O vídeo mostra o que são os objetos de aprendizagem e faz uma separação muito apropriada no início, eles separam imediatamente o que é objeto de aprendizagem de um material de consulta.
Outro ponto importante, eles listam as principais características de um objeto de aprendizagem que são:
- Possibilidade de ser reutilizado: Essa é a chave para o sucesso! Já pensou montar um curso, só com objetos de aprendizagem? Seria como criar um quebra-cabeça com peças de lego, que podem criar várias formas, sendo que é possível aproveitar as peças menores em qualquer um dos formatos.
- Funcionar como um objeto de aprendizagem independente: Um objeto de aprendizagem pode funcionar em conjunto com outros objetos ou de forma isolada.
O que pode ser considerado um objeto de aprendizagem? Na verdade qualquer coisa pode ser transformada em objeto de aprendizagem, desde um simples texto até vídeos e infográficos interativos. Tudo depende da pessoa que está elaborando e cuidando do projeto.
Pode parecer até algo confuso, pelo uso da palavra objeto pensamos que esse tipo de recurso é algo tangível, quando na verdade é um conceito abstrato. Tente perguntar a um professor ou aluno se ele já viu um objeto de aprendizagem? A variedade de interpretações será enorme!
Espero que com esse vídeo, o conceito tenha ficado mais claro. Qualquer pessoa que queira trabalhar de maneira séria com educação a distância ou treinamentos, de maneira eficiente tanto pedagogicamente e economicamente deve dominar o conceito de objetos de aprendizagem.
Agora, se prepare para organizar um inventário de objetos. Depois que começamos a trabalhar com esse tipo de recurso, temos uma infinidade de pequenas partes de treinamentos e aulas, para montar cursos novos.
É como ter vários capítulos de livros, que por si só funcionam de maneira independente. Esses mesmos capítulos podem ser combinados, para formar novos livros. Interessante não é?
Fonte:http://www.colaborativo.org/blog/2008/04/28/apresentacao-sobre-objetos-de-aprendizagem/
1 de jun. de 2008
Controle e gerenciamento de objetos de aprendizagem
Como você organiza os seus objetos de aprendizagem? Qualquer pessoa que trabalhe em ambientes de educação, principalmente a distância, mais cedo ou mais tarde precisará trabalhar e produzir esses objetos, que em minha opinião constituem o futuro da segmentação de conteúdos em cursos. Você ainda não sabe o que é um objeto de aprendizagem? Ele é um conceito aplicado aos conteúdos ou recursos utilizados para ensinar um determinado assunto. A vantagem e principal característica desses objetos é que eles são reutilizáveis, isso torna possível que conteúdos ou recursos usados em disciplinas ou cursos diferentes sejam aproveitados mais de uma vez.
Ainda não ficou claro? Quando preciso explicar a natureza desse tipo de objeto para alguém, geralmente faço uma analogia com construções pré-moldadas. Você já deve ter visto aquelas construções que vêem prontas de fábrica, pois podemos comparar os blocos usados para a construção com os objetos de aprendizagem.
Uma empresa cria um desses blocos pré-moldados consistindo de uma parede, com uma abertura de janela. Esse mesmo bloco, apesar de ser único, pode ser encaixado em qualquer construção que necessite de uma parede com uma abertura de janela. Mesmo que sejam completamente diferentes, como uma biblioteca e um prédio de apartamentos.
Esse é o principio usado nos objetos de aprendizagem, imagine um texto, animação ou infográfico que ensine matemática, apenas operações financeiras. Se esse material for autônomo, podemos usar o mesmo material para cursos de economia, administração e contabilidade. Então, estaremos reutilizando um mesmo material para cursos com finalidades diferentes. Para cursos a distância, esse tipo de recurso é fundamental para reduzir custos de produção, que são um dos maiores impeditivos das iniciativas de EAD.
Tudo bem, agora você vai começar a pensar em objetos de aprendizagem para organizar as suas aulas e conteúdos. Mas lembre que com o tempo você vai acabar com uma quantidade imensa de objetos. Então teremos outro problema; como organizar e localizar esses objetos? Em uma situação ideal, você teria com o tempo uma quantidade tão grande de objetos, que novos cursos poderiam ser criados, com o reaproveitamento de objetos prontos. Já pensou elaborar um curso a distância, com custo zero de produção de material? É o sonho de qualquer instituição de ensino superior.
Para ajudar nessa tarefa, existe uma ferramenta chamada Flori, que ainda está em desenvolvimento, mas já ajuda na organização e cadastramento dos objetos de aprendizagem. Ela é de código aberto, sendo de uso gratuito.
Criar objetos de aprendizagem é uma cultura saudável, seja você gerente de cursos a distância ou professor. Imagine elaborar recursos que possam ser aplicados em diferentes disciplinas, sem a necessidade de adaptação?
Fonte: http://www.colaborativo.org/blog/2008/04/09/controle-e-gerenciamento-de-objetos-de-aprendizagem/