31 de jul. de 2009

Ave César Cielo

Olá Amigos

Normalmente não trago outros assuntos que não sejam relacionados a tecnologia, educação e filmes mas hoje vou falar do nosso grande campeão César Cielo. Poucas vezes me emocionei tanto com uma prova, e principalmente com uma premiação. Ver o César Cielo se preparando para entrar na piscina, se batendo e levantando o dedo e conversando com Deus foi um aperitivo para o que ainda esta por vir.

Tensão no ar. Ai é dada a largada e todos eles vão em busca dos seus sonhos e de suas medalhas. Vem a primeira virada e o francês esta na frente ai uma emoção vai tomando conta e os gritos de Vai Cielo, ecoam pela sala. Ai vem o melhor da festa vencer e estabelecer um novo recorde mundial num mundial era a cereja do bolo para esse menino. A emoção de ver o menino transformado em um grande campeão olímpico e mundial foi uma dos grandes momentos desse ano. Coisa que só o esporte consegue proporcionar.



Quando César Cielo subiu no palanque branco para receber sua histórica medalha de ouro ele se manteve firme eu não imaginei o que estava por vir. Cantou o Hino Nacional até a metade, e a partir dali se dedicou à missão de segurar o choro. Foi por pouco tempo. Quando a primeira lágrima caiu, as arquibancadas explodiram em aplausos para o maior nadador brasileiro de todos os tempos e as minhas lágrimas estavam a rolar pelo meu rosto.

Temos tão poucos exemplos positivos para os nossos jovens e tão poucos exemplos de dedicação e obstinação de um jovens em busca do seu ideal. Para chegar ao lugar mais alto do pódio ele abriu de mão de muitas coisas e principalmente o convívio de sua familia.

Me enche de orgulho ver um atleta brasileiro realizar isso é muito legal, pois num pais cheios de Sarneys, Virgilios, Severinos e outros que igualmente representam tudo de há de mais podre na política brasileira. Outra emoção foi ver o Felipe França e sua inédita medalha de prata no pódio.



E nessas horas que da uma vontade imensa de sair pela sala gritando: Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor...

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

30 de jul. de 2009

O know-how de perguntar

Paulo Périssé| 2007-03-08

De uns anos para cá, nota-se uma preocupação progressiva em transformar a escola numa comunidade inquiridora. Isso requer uma revisão significativa da maneira de ensinar. A primeira mudança tem que ser a de criar no educando o hábito de perguntar, em vez de só responder.


A escola reprodutora e copista, cujo modelo dominou o cenário da educação durante tantos anos, adestrava a responder perguntas, para as quais só havia uma única resposta aceitável. Pergunte, por exemplo, a uma plateia com centenas de pessoas o que é uma ilha e você ouvirá de todos, em coro, a mesma resposta: "uma porção de terra cercada de água por todos os lados". Pergunte como se chamam as habitações dos povos nativos no Brasil e a resposta será "oca". Poderia até ser, se fosse na língua Tupi, mas e as habitações dos Wayãmpy, dos Yanomani, dos Xavantes e dos Pataxó? E o que dizer dos Fulniô, dos Karajá e dos Yawalapiti? Será que os Txukahamãe, os Kiriri, os Krahô, os Maxakalí e os Kantaruré não têm casa? São centenas de nações indígenas, com línguas muitos distintas, mas a escola só ensinava "oca".

Pior ainda era a definição de democracia: "o governo do povo, para o povo e pelo povo". Várias gerações de brasileiros aprenderam a repetir este verbete do dicionário, mas até hoje continuam sem ter ideia do que isso significa. E não falo das classes menos favorecidas; essas nem iam à escola.

Mesmo hoje, não se ensina ainda que qualquer pergunta pode ter várias respostas possíveis ou que, como nos relembra Edgar Morin (2000), não há conhecimento humano "que não esteja, em algum grau, ameaçado pelo erro e pela ilusão". Quando se pergunta, geralmente parte-se do pressuposto de que o conhecimento é inequívoco, descontextualizável, unidimensional, fragmentável e simples. Por isso, ingenuamente se induzem respostas com a forma de indagar:

"O Pelourinho é um ponto turístico da cidade Salvador. Será que isso tem a ver com a nossa História?".

"Vocês sabiam que existem vários tipos de sangue?"

"Será que existem casos em que o som do RR pode ser representado com apenas um R?"

Em todos os exemplos reais acima, as perguntas reduzem o universo infinito de respostas possíveis a apenas duas: "sim" ou "não". Além disso, como apenas uma delas pode estar correcta, se uma não é a desejada, com certeza será a outra. Perguntas do tipo "sim ou não" ou que induzem a uma resposta específica não estimulam a razão, nem fazem pensar (quando muito, adivinhar). Que tipo de pergunta tem maior probabilidade de induzir à fantasia e fazer o raciocínio germinar, a que procede sinteticamente (8 + 6 = ?) ou a que propõe uma abordagem analítica (12 = ? + ?)?

De uns anos para cá, nota-se uma preocupação progressiva em transformar a escola numa comunidade inquiridora. Isso requer uma revisão significativa da maneira de ensinar e, em particular, de como perguntar. Em primeiro lugar, a escola hegemónica treinou todos os que passaram por ela para serem "respondedores" de perguntas e não formuladores de questões. Bons pesquisadores, no entanto, não são os que respondem e sim os que possuem tendências inesgotáveis para indagar. Numa comunidade inquiridora, o educador precisa de criar condições para que as crianças formulem as questões. Deve haver uma ênfase no fluxo contínuo de indagações, de modo a fomentar pessoas curiosas, sistemáticas e persistentes nas suas investigações. A primeira mudança de enfoque, portanto, tem que ser a de criar no educando o hábito de perguntar, em vez de só responder.

Mas simplesmente perguntar aleatoriamente, como um atirador vendado no escuro, também não resolve. Há uma grande diferença entre o que Paulo Freire (2001, 2002) chama de curiosidade ingénua ou desarmada e a curiosidade epistemológica ou crítica. "A curiosidade crítica é metódica, exigente", ela toma distância do seu objecto e dele se aproxima com inquietação indagadora para conhecê-lo profundamente, "desocultá-lo" e dele falar prudentemente.

O questionamento serve para estruturar o pensamento. É necessário saber identificar que tipo de pergunta realmente favorece a uma organização do conhecimento e avanços conceituais, de outros que, ao contrário, simplesmente colectam factos isolados e saberes desunidos. Estes últimos testam a memória, mas não o raciocínio. A aprendizagem dialógica, definida por Flecha e Tortajada (2000) como aquela que é "derivada da utilização e do desenvolvimento das habilidades comunicativas", caracteriza-se pelo discurso progressivo. Questões abertas favorecem a transformação das informações em conhecimentos, porque geram várias respostas possíveis, pontos de vistas diferentes e, consequentemente, grande número de trocas e diálogos, tanto consigo mesmo, como com os outros.

Certa vez uma mente inquiridora perguntou: "E se eu estivesse caindo no espaço, à velocidade da luz, dentro de um elevador, com um buraco na parede? E se um facho de luz entrasse no elevador pelo buraco, o que aconteceria? Foi investigando as ramificações estruturantes dessa situação altamente improvável que Albert Einstein desenvolveu alguns dos primeiros conceitos sobre a teoria da relatividade". Perguntas do tipo "E se..." constituem um dos recursos mais fáceis para fazer a imaginação deslanchar e entrar na modalidade germinativa de raciocínio. É uma forma de se liberar dos preconceitos profundamente enraizados, considerar o possível, arriscar o impraticável e sondar o impossível. Quando se pensa assim, as limitações do mundo real não existem, a não ser que as imponhamos com a nossa obsessão adquirida de achar a resposta certa.

É comum encontrar, hoje em dia, educadores que recitam de cor e salteado, em bom "pedagoguês", que a função da escola é "formar" cidadãos justos, solidários, críticos, reflexivos e autónomos. Para preparar pessoas com as três últimas características a escola precisa, em primeiro lugar, de educadores que sejam eles próprios críticos, reflexivos e autónomos, ou corre o risco de ter um discurso dourado, mas que não se reflecte na prática. Para começar, os educadores precisam perguntar menos aos educandos e indagar mais a si mesmos. Quando isso estiver garantido, aí sim, poderão ensinar às crianças a perguntar mais e a estruturar o seu próprio questionamento, porque quem aprende não pode somente responder.

REFERÊNCIAS:
Flecha, R. e Tortajada, I. (2000) Desafios e saídas educativas na entrada do século. Em F. Imbernón (Org.), A Educação no Século XXI. Porto Alegre: Artes Médicas.
Freire, P. (2001), Política e Educação, São Paulo: Cortez.
Freire, P. (2002), Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra.
Morin, E. (2000), Os sete saberes necessários à Educação do Futuro. UNESCO/Cortez Editora.

*Paulo M. Périssé é Doutor em Psicologia pela USP/SP, coordenador do Projeto The Global School®, Líder Pedagógico da Escola de Educação Internacional da Bahia e coordenador dos cursos de pós-graduação em Educação da Infância na Perspectiva Lúdica e Educação Inclusiva da Universidade Católica do Salvador (UCSAL).


Fonte: http://www.educare.pt/educare/Detail.aspx?opsel=2&schema=1CD970AB0836334EB627B1FF128684C3&contentid=8CBF7FBC502D473A9EAFDEE004BF0503&channelid=8A4D0E7C9C13D646AD251EDC9DBAA203

29 de jul. de 2009

Bullying - Precisamos Discutir

Olá Amigos

Assistindo ontem ao programa Profissão Reporter com o jornalista Caco Barcelos fiquei muito preocupado com a banalização da violência e principalmente do valor a vida. Foram tantos motivos fúteis apresentados para que a vida humana fosse ceifada de forma tão drástica.




Os motivos e explicações para o problema sempre são extensos e complexos e tem como inicio de tudo a vida na escola. O Bullying vem crescendo nas escolas de forma assustadora nas escolas. Para quem não sabe o que é, aqui vai uma definição do termo:

"Bullying é um termo de origem inglesa utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um quidam (bully) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro quidam (ou grupo de indivíduos) incapaz/es de se proteger. A vocábulo "Bully" significa "valentão", o responsável das agressões. A vítima, ou mira, é a que sofre os efeitos delas. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma."

Mesmo em escolas onde o nível social é mais alto os casos são até mais violentos e constantes. Minha filha com 10 anos em uma escola particular viu seu coleguinha sofrer com Bullying. Expliquei a ela que rindo do amigo ou colega ela contribui para que aquilo se repita. Enfim devemos mostrar aos nossos alunos que tal ação pode levar uma pessoa ao desespero e por fim a cometer atos que podem ter consequências inimagimáveis.

Por indicação via Twitter do professor Jarbas Novelino do Boteco Escola conheci a musica Don't Laugh At Me do Mark Wills. Ele fez uma postagem intitulada Bullying: uma música onde há dois clipes da musica. A musica é lindíssima e a letra então nem se fala. Além da musica há dois bons materiais para se trabalhar com o tema Bullying que são os filmes Garota Fora de Jogo e Bang Bang Você Morreu e o roteiro do filme para ser encenado na escola.

image

[Retroceder.jpg]

Um outro blog que recomendo é o da professora Gládis Leal dos Santos do Palavra Aberta que faz um trabalho maravilhoso sobre bullying com seus alunos. Por isso devemos debater, discutir e principalmente levar luz e conhecimento aos jovens para que no futuro não tenhamos mais tantos casos de violência entre os jovens.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

28 de jul. de 2009

A leitura morreu?

Olá amigos

Visitando o blog dos amigos me deparei com essa postagem no Boteco Escola do professor Jarbas Jovelino intitulada A morte da leitura. Escreveremos apenas para o Google. Ele cita na postagem razões que as pessoas deram quando responderam uma pesquisa divulgada pelo Instituto Pró-livro por que motivo não gostavam de ler.
  • 17% dizem que lêem muito devagar,
  • 11% não têm paciência para ler,
  • 7% não compreendem o que lêem,
  • 7% não têm concentração para ler,
  • os demais têm explicações outras
Ele tambem cita na postagem que "os poucos que lêem não chegam a concluir 5 livros por ano. E estes leitores, em média, não chegam a comprar 2 obras no mesmo período. Minha conclusão: a leitura está morrendo."

Mas nós professores que estamos na sala de aula diariamente, já percebemos isso a bastante tempo. Os alunos não conseguem nem interpretar um simples enunciado de matemática, física ou qualquer outra matéria que lhe é apresentado.

Mas afinal de quem é a culpa?

Da televisão, da internet, da escola ou da própria sociedade? Na minha humilde opinião todos tem um pouco de culpa no cartório sim. Mas generalizar ficaria muito injusto. Aconteceu uma soma de fatores e condições que levaram a essa situação.

Culpar vai adiantar? Eu acho que não. Acho sim e que devemos é buscar alternativas de tornar a leitura novamente interessante e agradável as pessoas. Tornar os livros um artigo barato seria o primeiro passo, outro passo seria haver um política educacional mais intensa no uso do livro.

Mostrar programas como o Capitu, Som e Fúria e agora Decamerão onde a linguagem clássica e abordada de forma prazerosa contribuiu sim para elevar a curiosidade das pessoas com relação a obras consagradas.

Mas me diz uma coisa, o que você faria para mudar isso?

Opine e Comente

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

27 de jul. de 2009

Blogs - Design, Cores, Fontes e Estilos

Olá amigos

Muitos amigos e cursistas me perguntam como fazer para deixar o blog com aquele "visual maneiro". Em primeiro lugar o que se deve fazer e visitar blogs e olhar atentamente o que está rolando por ai para saber exatamente o que se quer e principalmente o que se não quer.



Depois disso procure um bom tutorial de html, xml e de css coisa que você encontra aos montes na internet, basta da uma googlada e você terá em mãos um monte de tutoriais e passo a passo bem legais. Mas lembre-se todo aprendizado é um exercício diário de erros e acertos e quando você se deparar com um erro ou problema do tamanho da internet, siga o meu conselho: pergunte.

Isso mesmo não tenha medo de perguntar a quem sabe, mas antes de sair por ai perguntando coisas básicas, sem antes de testar pense no que você pode estar errando. Outra coisa e saber manipular algum software de edição de imagem (Photoshop, Gimp, Photofiltre, etc) que ajuda bastante.

Agora um conselho que eu aprendi: menos é mais. Minimize ao máximo. Enxugue imagens, códigos e principalmente evite carregar o blog com aquele monte de gadget disponíveis na internet. Ou ao invés disso tudo procure um bom template pronto na internet ou compre um.

Eu pessoalmente sou fã do trabalho da minha amiga virtual @_Ariane_ editora do blog Templates Novo Blogger. O template do meu blog pessoal In Infinitum é dela, o template é lindo e principalmente é a minha cara. Ela começou uma serie de postagens bem legais sobre como fazer um template que é o máximo. Recomendo.

Dela também são as dicas abaixo para o pessoal que esta começando, divulgadas pelo twitter.


Abraços

Equipe NTE Itaperuna

26 de jul. de 2009

CSBC - Resumo

Olá Amigos

Retornando a rotina diária de postagens aqui no Caldeirão de Ideias, lendo os emails e as listas de discussão de que faço parte, me inteirando do que rola na blogosfera. Depois de dar uma geral em tudo ( familia, trabalho, dinheiro) vou dar uma resumida no que rolou lá em Bento Gonçalves.

Hall central do CSBC

Foi um dos melhores congressos em que eu fui. Se bem que quem não é do ramo da tecnologia pura e aplicada, não iria gostar muito. Os trabalhos apresentados foram bem interessantes, mas todos muito técnicos. Alguns eventos tiveram um foco bem direcionado para aplicação do conceito de educação nas nuvens, algoritmos de busca,Robotica, a apresentação do novo projeto do protocolo IP e uma oficina de Hot Potatos em plataforma Moodle bem interessante. Tudo isso em Software Livre.

Oficina sobre Software Livre e Algoritmos

A organização do evento feita pela FURGS foi fantástica, com um senão apenas, ligar o ar e não a calefação em alguns dias foi assim por dizer uma tortura climática desnecessária. O coffee break oferecido foi muito bom, o som das palestras foi muito bom é por traz disso um grande numero de pessoas fazendo acontecer e tentando tornar o mais fácil possível o evento.

Quem disse que geek não come

A parte de credenciamento o meu particular agradecimento por toda boa vontade e eficiência, ao pessoal que prestava informações sobre qual sala e qual evento estava rolando só uma nota para vocês: 10. A rede sem fio e os computadores disponiveis para usar durante o evento foram perfeitos. Boa velocidade e facilidade de conexão.

Rede sem fio e computadores conectados

Agora com relação a hospedagem o pessoal do Dall'Onder Grand Hotel foi de uma simpatia e eficiência maravilhosa ( para o pessoal da recepção e as camareiras de meu andar meu eterno agradecimento) , ao pessoal da Fellini Turismo nota 1000, principalmente a Karine por sua simpatia e carinho em resolver todas as questões por mim solicitadas, apesar de serem todas elas feitas em cima da hora.

Lareira quentinha do Dall'Onder Grand Hotel

A cidade de Bento Gonçalves é linda, seu povo hospitaleiro e lindamente educado. Sua gastronomia esta entre as melhores do Brasil (amei sopa no pão), mas uma coisa que eu adorei foi a companhia durante o evento.

Cadê o canudinho?

Amigos, melhores amigos, novos amigos e principalmente aqueles que sem citar nomes sabem o quanto importante foram para tornar tudo maravilhoso e de que magnitude foi o laço firmado por nós durante o congresso.

Amigas e Almas Gêmeas

Por enquanto é só, mas amanhã vamos dar umas dicas de design para blogs.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

23 de jul. de 2009

CSBC

Olá Amigos

Hoje estamos aproveitando a folga para escrever sobre o Congresso da Sociedade Brasileira de Computação - CSBC, aqui na gelada Bento Gonçalves-RS. Desde segunda uma loucura de palestras e oficinas estão tomando as horas do dia deste editor.

Em companhia da minha amiga Vina, estamos aproveitando o máximo e dando aquela reciclada básica e aproveitamos para entrar em contato com as novidades que aqui foram apresentados: conceitos e tendências para o ensino da disciplina informática em vários segmentos educacionais, definição de políticas de reconhecimento profissional, apresentação de trabalhos fantásticos e oficinas igualmente maravilhosas.


Vou terminar por aqui pois tenho uma oficina de algoritimo me esperando e a Vina esta numa de Hot Potatos.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

18 de jul. de 2009

Livro Grátis - Educação e tecnologia: trilhando caminhos

Olá Amigos

A dica de hoje de de minha amiga Tati Martins do fantástico blog ""Mulher é desdobrável. Eu sou."". Ele recomendou o livro para ler totalmente grátis. Nesse tempo de crise nada melhor de um livro 0800. O livro indicado é da Lynn Rosalina Alves que é Doutora em Educação e Comunicação entre outras coisas e atuando como:
  • Professora do Departamento de Educação e Comunicação da UNEB - Campus 1
  • Professora do Mestrado em Educação e Contemporaneidade da UNEB - Campus 1, orientando projetos de pesquisa nas áreas de EAD e Educação e Tecnologia.
  • Coordenadora do Projeto de Pesquisa Ensino on-line: trilhando novas possibilidades pedagógicas mediadas pelos jogos eletrônicos.
  • Coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais ( CNPq )
  • Coordenadora dos Núcleos de Educacao e Tecnologia e Educação a Distância das Faculdades Jorge Amado
Alem do livro abaixo há também outros livros para serem baixados, no site.

ALVES, L. R. G., NOVA, C. C. Educação e tecnologia: trilhando caminhos. Salvador : Editora da UNEB, 2003, v.1. p.263.

Download todos os arquivos compactados

Download de cada texto em PDF

Apresentação


Trilha 1 - Educação a Distância
Educação a Distância e Comunicação Interativa
Andréa Lago, Cristiane Nova e Lynn Alves
Os Meios de Comunicação: um Problema para a EAD
Alessandra de Assis Picanço
Educação a Distância: Repensando o Fazer Pedagógico
Vânia Rita Valente
Educação a Distância: Desafios Pedagógicos
Cláudia Magnavita
Tecnologias para EAD via Internet
Mário Sérgio da Silva Brito
Interfaces Gráficas e Educação a Distância
Antonio Luis Lordelo


Trilha 2 - Ambientes e Comunidades Colaborativos de Aprendizagem
Do Discurso à Prática: uma Experiência de Comunidade de Aprendizagem
Lynn Alves
Ambientes Virtuais de Aprendizagem:Problematizando Práticas Curriculares
Edméa Oliveira dos Santos
Mapas Virtuais: Ambientes Colaborativos de Aprendizagem
Alexandra Okada


Trilha 3 - Educação e DispositivosTecnológicos
Educação e NTIC: do Pensamento Dialético ao Pensamento Virtual
Arnaud Soares de Lima Junior
Imagem e Educação: Rastreando Possibilidades
Cristiane Nova
Que Tempo para a Educação? Uma Leitura Psicanalítica
Lídia Maria de Menezes Pinho
A Sala de Aula: Adolescentes e Mídias Digitais
Andréa Lago
Ação Docente e o Livro Didático nos Ambientes Digitais
Vani Moreira Kenski
A Internet como Espaço de Construção do Conhecimento
Simone de Lucena

A Hipertextualidade como Ambiente de Construção de Novas Identidades Docentes
Andrea Cecília Ramal


Abraços e Boa Leitura

Equipe NTE Itaperuna

16 de jul. de 2009

O incrível bicho papão tecnológico

http://4.bp.blogspot.com/_SiAJ8PRv9bo/ScGM3cwr0qI/AAAAAAAAAQs/pVGyFPOAnE8/s320/bicho+pap%C3%A3o.bmp.jpg

Não sei a quem atribuir estas aberrações, mas ontem (16/10/07) a Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou um projeto de lei que proíbe o uso de celular e equipamentos eletrônicos, como iPod, tocadores de MP3 e jogos eletrônicos na sala de aula.

O projeto é da vereadora Pastora Márcia Teixeira, e é válido para escolas públicas e particulares, e segundo o G1, a lei não se restringe ao ensino fundamental e médio, e caso sancionada atingirá também o ensino superior.

O “grand finale” vem agora:

"A vereadora justifica que “a utilização de tais equipamentos além de tirar a concentração, inibe também a memorização do que está sendo ensinado”.

Pela frase percebe-se que a vereadora não deve entender de educação moderna, como assim o aluno precisa memorizar? Não seria entendimento? Compreensão? Pela mesma linha de racicinio um comentário no G1 sugere a proibição do papel e caneta, afinal o aluno pode ficar desenhando e deixar de prestar atenção na aula.

Além do aspecto inexequivel do projeto, afinal quem vai fiscalizar o cumprimento desta lei, temos ainda o aspecto paternalista do projeto. Afinal para que uma lei para um assunto que poderia ser facilmente resolvido através do bom senso ou de normas internas da escola. Será que nossos vereadores não tem nada mais importante com que se preocuparem?

Enquanto nos Estados Unidos o uso de computador pessoal em sala de aula do ensino médio e superior vem se tornando um padrão, aqui nossos legisladores ficam brigando contra a tecnologia. A evolução tecnológica é fato, ela não irá regredir, muito pelo contrário, a tendência é acelerar intensivamente daqui pra frente. A nova geração conectada, não irá se desconectar, não sabem viver de outra forma, são nosso futuro, e é importante entender seu comportamento. O livro Conectado, de Juliano Spyer é um bom estudo deste comportamento.

Educadores devem se reciclar, aprenderem a lidar com a tecnologia e não coloca-la na posição de bicho papão. Porquê não usar o SMS, MMS dos celulares e seus recursos Bluetooth para passar exercícos, matérias e até fotos e videos contextualizados com a aula? Porquê não envolver os alunos em um RPG ou mesmo um MMORPG educativo? Porquê não ensina-los a encontrar informação relevante na internet ao inves de falar que web só tem bobagens? Eles sabem que isto é mentira.

Por fim recomendo a leitura de “Mundos em colisão” de Nemo Nox que retrata muito bem o que estamos vivenciando. Depois, relaxe, abra a sua mente e deixe o futuro entrar, não lute contra ele, faça-o trabalhar a seu favor.

Fonte: http://blogcidadao.wordpress.com/2007/10/17/o-incrivel-bicho-papao-tecnologico/

14 de jul. de 2009

As 100 músicas mais ...

Olá Amigos

Recebi de minha amiga Tataia, Orientadora Tecnológica do Colégio Estadual Ari Parreiras de Laje do Muriaé, esta dica musical quentíssima.

Um site com as 100 mais sucessos ano a ano desde 1904 !!!

Clique no ano. Depois clique na camerazinha que aparece à esquerda da música que você escolher. Isso leva ao youtube onde você aciona para tocar - com imagem.

Nem todas, principalmente as mais antigas, têm correspondência no youtube, mas deve haver perto de 10.000 músicas para escolher. Aqui uma previa do ano de 1995 Hootie and the Blowfish - Hold my hand



Eu recomendo

http://www.planetarei.com.br/100anos/index.htm

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

9 de jul. de 2009

Novos tempos, novos profissionais


Alexandre Mendes

Um assunto que gosto muito de conversar é sobre o impacto das novas tecnologias em nossas vidas, sobre o que estamos vivenciando no dia-a-dia e não nos damos conta, sobre a transposição de uma linha imaginária entre passado e futuro, bastando para isto ver como mudaram as comunicações e a sociedade, por exemplo. O mundo está mudando, ele diminuiu, e muitos conceitos mudaram, como o trabalho, o tempo e o espaço.

Neste ritmo rápido de mudanças, quantos nomes surgem em nossa mente: século XXI, Internet, relações comerciais diferenciadas, globalização, diferenciação, a "nova empresa" ou empresa “inteligente”, automatização, voz do Cliente.

Hoje vemos profissionais trabalhando sem o esquema tradicional de alocação e sim com tarefas a serem cumpridas, sem a obrigatoriedade de horários rígidos e dias previamente acordados. Este profissional trabalha em seu microcomputador, via Internet, em conjunto com outro colega de sua equipe, sem problemas de horário (fuso horário) e de local (um em cada país, por exemplo), desenvolvendo mais um projeto para a empresa.

O profissional agora precisa ter outra mente, postura e atitude, procurando o tal diferencial. Por outro lado a empresa quer um funcionário versátil, que compartilha o seu conhecimento pensando no todo. Agora eles passam a ser "sócios", ficando claro para ambos que existe uma forte dependência , que deverá ser tratada da melhor maneira. Hoje as empresas sabem que precisam gerenciar o seu ativo mais precioso e mais cobiçado - o conhecimento.

Há muito se investe em pesquisa do perfil do cliente, de forma a conquistá-lo seja através de ofertas, prêmios, descontos ou novos produtos. A empresa, ao ter em suas mãos informações do cliente, passa a tratá-lo como um valioso bem. Ela quer retê-lo o maior tempo possível e sabe que isto não é das tarefas mais fáceis. O importante agora não são só os dados pessoais, mas também seus gostos, preferências e estilo. É preciso conhecê-lo, surpreendê-lo, conquistá-lo.

Mas afinal, o que é conhecimento? Pelo o que vimos até agora, fica claro que ele toma importante papel na Organização e o momento atual é de criar, descobrir, pesquisar. Mas como lapidar tal "diamante"? Como transformar informação em conhecimento? Como disponibilizar este conhecimento de forma que um outro indivíduo possa facilmente acessá-lo? Podemos separar informação e indivíduo?

Até!

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/3684/tendencias/novos_tempos_novos_profissionais/

7 de jul. de 2009

Hiperinflação de conteúdo: e se a gente não aguentar mais?


Ana Amélia Erthal

Imagine que não aguentamos mais conviver com tanto conteúdo, que nossa atenção ficou tão reduzida que não conseguimos mais nos concentrar em nada com profundidade, que os estímulos nos interrompendo a todo instante em tantas mídias diferentes eram tantos que ... não conseguimos ler os jornais, acompanhar os twitts, ver os filmes na TV, não respondemos e-mails, não olhamos nossos blogs e portais favoritos, não acompanhamos as séries, não damos mais conta de tanta informação... e, por fim, não resistimos à cultura contemporânea do excesso.

Se esse cenário existisse, a primeira providência seria banir o direito da leitura. Sim, porque afinal de contas, ler faz mal. Ou como diz o nosso caríssimo presidente Lula, "ler dá azia". Claro que tudo isso é uma brincadeira, mas serve pra gente pensar mais um pouco sobre a Era do Excesso de informação, que já esteve nessa coluna algumas vezes.

O filme Fahrenheit 451 faz uma leitura bem legal e mostra exatamente esse cenário em que a leitura é proibida. Ele foi adaptado do livro de Ray Bradbury e conta a história de um tempo no futuro em que o trabalho dos bombeiros era destruir livros. As pessoas "deduram" as outras e os bombeiros vão até as casas, procuram os livros proibidos, juntam tudo e depois incendeiam. Em vez de apagar, os "firemen" acendem o fogo, já é bem curioso. O filme tem esse nome porque é essa a temperatura em que o papel queima e embora seja antigo, tem um roteiro bem inteligente. É engraçado ver a revista/ jornal que mais parece um quadrinho, mas sem nenhuma letra, aliás, não há inscrição nenhuma em todo o filme, a não ser nos livros proibidos.

Outra passagem muito legal é a do comandante dos bombeiros explicando para o operador de lança-chamas porque é que os livros são perigosos para a mente humana e como eles nos tornam diferentes um dos outros. Para efeito de análise, podemos aplicar esse conceito dele para as outras mídias e conteúdos também: como nos diferenciamos por eles?

Eu preparei uma pequena edição de quatro minutos. Na primeira parte há o ritual de queimar livros e na segunda, o discurso do comandante, veja:

Fahrenheit 451

Então, o que achou? Se quiser saber mais sobre cultura do excesso, leia também esse artigo no blog do Encontro de 2 Mundos.

Up the Webwriters!

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/13217/webwriting/hiperinflacao_de_conteudo_e_se_a_gente_nao_aguentar_mais/

6 de jul. de 2009

Eu vi o Homem na Lua: 40 anos

Olá Amigos

Já fazem 40 anos desde aquele dia em que vi um montão de pessoas na sala da minha casa. Perguntei ao meu pai o que estava acontecendo e ele falou:

- Meu filho o que está acontecendo é história. O homem chegou a lua.

Apollo 11 astronaut Edwin Buzz Aldrin, Jr., the lunar module pilot of the first lunar landing mission, stands on the surface of the moon.
NASA/Newsmakers/Getty Images

Parei e fiquei olhando ali meio incrédulo, pois como o homem pode ir a lua, mas os meus olhos me mostravam que sim. Desde então acalentei o sonho de ser um astronauta, alias sonho de qualquer garoto na infância. Usar aquela roupa maneira, viajar de foguete (ou funete, né mãe?) e poder ir a onde ninguém mais foi.

Apollo 11 lifted off aboard the powerful Saturn V rocket.
Ralph Morse/Time Life Pictures/Getty Images

Em 20 de julho de 1969, aparelhos de televisão em todo o mundo transmitiram a mesma imagem indistinta: Neil Armstrong descendo a escada do Módulo de Pouso Lunar Eagle e tocando a superfície da Lua com sua bota. A frase dele, "um pequeno passo para um homem, um salto imenso para a humanidade", tornou-se uma das mais conhecidas na história. O famoso pouso foi um final triunfante para a corrida espacial.

The lunar landing module Eagle descends onto the surface of the moon, carrying Apollo 11 astronauts Buzz Aldrin and Neil Armstrong.
MPI/Getty Images

Mas aquele momento histórico na superfície da lua foi resultado de muitos anos de esforços dos programas espaciais norte-americano e soviético. Os astronautas que primeiro desceram à superfície da Lua tiveram de viajar 383 mil quilômetros para chegar ao seu destino, sobreviver ao severo ambiente lunar e voltar para casa são e salvo. Não foi uma tarefa fácil.

Virgil I. Grissom, Edward White and Roger Chaffee were killed in a fire inside a practice module for the aborted Apollo 1 mission at Cape Kennedy, Florida.
MPI/Getty Images

Até hoje, apenas 12 pessoas - todas homens e todas integrantes do programa espacial dos Estados Unidos - caminharam na Lua. Mesmo com toda a tecnologia do século 21, a profissão de astronauta ainda é conhecida como carreira para poucos e destemidos bravos. Mas se os astronautas de hoje podem ser considerados homens corajosos, o que dizer daqueles que sem qualquer garantia de sobrevivência, e a troco de quase nenhum dinheiro, deram os primeiros passos da humanidade rumo ao espaço na década de 40?

Os Eleitos - Ed. Especial (DVD Duplo)

Outra emoção sobre o pouso do homem na lua foi o filme "Os Eleitos" (1983) de Philip Kaufman (A Insustentável Leveza do Ser). O filme conta sobre o épico e glorioso sonho americano de conquistar os céus e viajar pelo espaço. Esse sonho também é um marco cinematrográfico que mostra um audacioso piloto de testes, sete valentes astronautas em uma brilhante jornada de heroísmo: Os Eleitos, o espetacular filme de Phillip Kaufman baseado na obra de Tom Wolfe.

http://static.hsw.com.br/gif/homem-na-lua-bg-top.jpg

Vencedor de 4 Oscar, Os Eleitos narra a história do pioneiro programa Mercury e seus astronautas: nomes como Shepard, Grissom, Glenn, Carpenter, Schirra, Cooper e Slayton, os primeiros americanos a viajarem com suas primitivas naves espaciais rumo a uma nova fronteira.

http://static.hsw.com.br/gif/homem-na-lua-bg-bottom.jpg

Antes deles, porém, os livros de histórias falam sobre o lendário Chuck Yeagar, o homem que muito antes das luzes da fama se voltarem para os "espaçonautas", se tornou o primeiro homem a quebrar a barreira do som pilotando o admirável X-1. Sam Shepard (como Yeager), Dennis Quaid, Barbara Hershey, Fred Ward e muitos outros, fazem desta divertida e arrebatadora saga humana, algo tocante e envolvente. Os Eleitos é um entretenimento emocionante, em todos os seus preciosos momentos.

full moon
NASA/Photodisc/Getty Images

A cena deles caminhando todos juntos dentro do galpão é uma das mais bonitas já filmadas. Assista o trailer do filme e depois corra para locadora.



Isso mostra o tão importantes são os sonhos. Eles devem ser sempre alimentados. O mundo é de quem sonha, acredita e realiza.

Mas tem uma coisa que eu gostaria muito de saber:

O que você estava fazendo nesse dia?

Me conte a sua história.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

4 de jul. de 2009

Mais Uma Vez ... Prêmio TOP BLOG

Olá Amigos

É com enorme satisfação que venho pedir aos amigos mais uma vez a colaboração e o envolvimento de todos na eleição do Caldeirão de Ideias como o Melhor Blog Corporativo de 2009 no segmento Tecnologia. Ele esta selecionado entre os melhores 100 blogs do Brasil como vocês podem conferir aqui , ele esta lá bem no final da pagina.

Para votar e fácil basta apenas nome e email. Você pode acessar a pagina de votação clicando no selo ao lado da pagina do Caldeirão de Ideias ou clicar aqui para votar e só clicar no botão "votar nesse blog".

Mais corra a votação vai até 10/08/2009, por isso vote e peça muitos votos para o Caldeirão de Ideias.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

3 de jul. de 2009

Adedanha on line

Olá Amigos

Hoje a dica é da minha amiga Larissa Lopes, filha da minha irmanzinha Lú Lopes, pois afinal filho de peixe, peixinho é ou será que filha de sereia, sereia é. Ela me indicou um site em que é possível jogar adedanha on line. Lembra daquele jogo que ficávamos jogando com folhas de caderno? E galera agora pode ser jogado on line e é muito fácil jogar.


Para quem não se lembra Adedanha era (ou é) um jogo muito popular no Brasil, conhecido também como Adedonha. A princípio devem ser escolhidos temas para o jogo, que posteriormente servirão como base para a dinâmica do jogo. Exemplos de temas são: Nome, Cor, Animal, entre outros. Uma vez com os temas definidos, será sorteada uma letra entre os jogadores e inicia-se uma rodada.

Todos devem responder cada tema com a letra sorteada no início da resposta. Aquele que responder todos os temas primeiro, aciona "Stop!", fazendo com que todos os outros jogadores parem de responder no exato momento. A validade da resposta para cada tema é conferida, atribuindo-se 0 pontos para uma resposta inválida, 5 para uma resposta válida repetida e 10 para uma resposta válida única.

O processo é repetido até atingir um número de rodadas específico. Para jogar é só clicar na imagem acima ou ir ao site do Stopots (http://www.stopots.com.br/) e diverti-se.

Agora imagina o pessoal de língua portuguesa com isso na mão, grandes possibilidades.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

TIC - Muita gente está comentando, mas você sabe o que é?


Alexandre Mendes

Estamos agora tratando das TICs, tão faladas nestes tempos. Vamos comentar seus conceitos, sua utilização e do seu futuro. Espero que vocês gostem.

Coloquem comentários ou notas no artigo ou fale direto conosco, via e-mail. Então, vamos lá...

TIC - Conceitos

TIC é a abreviação de "Tecnologia da Informação e Comunicação". Pesquisando nas várias definições existentes em livros, textos, Internet, revistas, etc., podemos dizer que TIC é um conjunto de recursos tecnológicos que, se estiverem integrados entre si, podem proporcionar a automação e/ou a comunicação de vários tipos de processos existentes nos negócios, no ensino e na pesquisa científica, na área bancária e financeira, etc. Ou seja, são tecnologias usadas para reunir, distribuir e compartilhar informações, como exemplo: sites da Web, equipamentos de informática (hardware e software), telefonia, quiosques de informação e balcões de serviços automatizados.

Estamos presenciando, já há alguns anos, o uso intenso da Internet por todos os segmentos da sociedade e isto esta fazendo com que inúmeras áreas sofram mudanças radicais em termos como inovação, criatividade, produtividade e conhecimento, por exemplo, estão forçando a procura de novas formas para aplicações tradicionais da área financeira, bancária, educação, segurança, transportes, engenharia, comércio, etc.

Outra área de crescimento do uso de TICs é a dos gestores públicos, nos seus processos administrativos, pois permite transparência e beneficia toda a sociedade. É o surgimento do governo eletrônico, o chamado "e-gov".

Utilização das TICs

Por exemplo, a área da educação pode usufruir as TICs dando pulos de qualidade e criatividade, tudo em nome de uma nova maneira de ver este "mundo" e isto irá fortalecer desde a educação básica às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).

Um bom exemplo disso é que as TICs permitem que se ofereça grande quantidade de cursos variados a pessoas em áreas longínquas, principalmente aquelas desprovidas de bons colégios ou faculdades. Ou seja, através do uso de meios eletrônicos para gravação e transmissão de conteúdos educacionais, vários segmentos podem ser beneficiados. Assim, é esperado um aumento da oferta de aprendizado, independente de locais e de horários fixos, ou seja, permitindo se estudar em casa, em uma biblioteca ou até mesmo no local de trabalho no horário mais conveniente ao aluno.

Temos acompanhado o desenvolvimento e o sucesso desta nova modalidade educacional em vários países, que está gerando enormes quantidades de informações na forma digital, com grande potencial de aproveitamento e reutilização. Isto quer dizer que ela propiciará também, em um futuro não muito distante, que instituições de locais geográficos distantes, mas que tenham objetivos e interesses em comum, possam usufruir os mesmos recursos educacionais. Por que não?

Podemos pensar também em planejar grupos de estudos que trabalhem de forma "colaborativa", mesmo estando localizados geograficamente distantes um do outro, mas participando de trabalhos, como se estivessem todos em um ambiente de rede dentro de uma mesma sala de aula.

Conclusão

Penso que, para que as TICs tenham grande participação na sociedade e obtenha sucesso, seja necessário rever, repensar e mudar os modelos que formam a base da educação, em todos os seus níveis, alinhando-os a um mundo moderno, novo, rápido e exigente. E mais, mudar atitudes e concepções.

O cotidiano escolar e a aprendizagem dos alunos são fatores importantes que devem ser levados em consideração no uso justo e correto das TICs. As inúmeras situações em que usamos estas tecnologias devem ser motivos de questionamentos e reflexão sobre quais são as reais contribuições que elas estão trazendo ou de que forma elas podem influenciar na evolução destes processos educacionais.

É esperado um aumento nos programas de formação, tanto de educadores quanto de gestores escolares, incorporando as TICs na escola, fazendo com que tenham contacto permanente com os processos envolvidos, conheçam as inúmeras possibilidades da utilização destas tecnologias no ensino, mudando toda a organização da escola.

Devemos incentivar o desenvolvimento de metodologias de formação voltada para o contexto das escolas, repensar teorias e modelos e principalmente interagir com todos os participantes desta "rede", de forma que se mudem as formas de aprender com esta tão especial tecnologia. Afinal integrar não é somente utilizar estas diversas mídias em conjunto com as atividades dos alunos e sim agrupar os objetivos didáticos existentes `a estas mídias, desenvolvendo novos aprendizados, construindo uma experiência rica e consistente.

Até a próxima...

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/8278